Dia - 18/9/2011 Luís Alves e Pomerode
Hoje prometia um longo dia, com um percurso na BR 101 e estrada de terra, para um local sem a distância exata. Saímos de Itajaí – eu pedalando, depois uns 10 km na BR 101. Como sempre muitos veículos, mas o acostamento era bom e inclusive o movimento de caminhões acabava fazendo uma corrente de vento favorável. A estrada para Luís Alves era sem acostamento, mas com movimento pequeno, principalmente porque era domingo. Luís Alves é considerada a Capital Catarinense da Cachaça. Infelizmente, sendo domingo não foi possível visitar destilaria alguma. Tudo fechado. Acabamos encontrando uma loja de conveniência - um posto de gasolina, que estava quase fechando. Deu para comprar umas garrafas de boa cachaça.



Depois seguimos por uma estrada de terra. Tentei pedalar um pouco. Desisti - a estrada era ruim para pedalar. Na metade do caminho havia uma parte com asfalto e retomei com a bicicleta. Em uma parte da estrada, onde havia uma serra e muita floresta a Fátima avistou vários macacos – bugios, fazendo malabarismo nos fios de luz e árvores próximas.

Pelo caminho se podia ainda ver o estrago das últimas chuvas.

Finalmente chegamos a Pomerode. Cidade muito bonita, florida e organizada, colonizada basicamente por alemães. Ali sempre lembramos de comprar chocolate sem gordura trans da Nugali e de repormos nossa louça de casa na fábrica das Porcelanas Schmidt.
Ligamos para nosso amigo Ricardo, organizador da meia maratona de Pomerode e fomos jantar juntos e conversar, dentre outras coisas sobre corridas. Ele marcou com o Jornal de Pomerode uma entrevista para a parte da manhã e agendou uma visita ao prefeito. Obrigado, Ricardo pela recepção e atenção na nossa rápida passagem por Pomerode.










comentários
Estarei sem falta presente na sua chegada e se possível acompanhando-o nos últimos quilômetros. Um grande abraço, com admiração do amigo Dodl.