Dia - 21/9/2011 Gaspar, Ilhota e Brusque
Hoje pela primeira vez, além da saída em Florianópolis, tive companhia de corredores para fazer meu percurso. Corri com o Raul Cardoso e o Evandro Silva saindo da prefeitura de Blumenau. Na Av. beira-rio dava para ver do outro lado os estragos da enchente nas margens.



No rio algumas capivaras estavam tranqüilas tomando sol. Parei para tirar fotos e o Raul Cardoso comentou que eu estava parecendo japonês nas corridas quando tudo é motivo para fotos. Comentei que assim tem sido nossa rotina nesta viagem, toda hora é hora para fotos e que o ritmo de corrida é muito mais lento do que em treino ou competição.

Seguimos conversando e os 15 km passaram muito rápido; a Fátima foi nos acompanhando de perto, quando era possível. Passamos em frente ao Bela Vista Country Clube, local de muitas meias maratonas que corri e clube da única equipe que correu todas as 16 edições do Revezamento Volta a Ilha.

Depois de uma hora e meia chegamos à prefeitura de Gaspar e o Evandro disse que havíamos corrido alguns km a um pouco mais de 5 min/km. É claro, ele como corredor estava sempre vendo qual era nosso ritmo. Foi muito agradável a companhia dos amigos nesta manhã. Então eles voltaram para Blumenau de carro e para suas ocupações profissionais e eu peguei a bicicleta com a Fátima e seguimos para a cidade de Ilhota, sempre acompanhando as margens do Rio Itajaí-Açú.

Em Ilhota a prefeitura estava fechada, motivo de sempre, horário de almoço. A cidade parece viver da confecção, principalmente de lingeries.

Depois de Ilhota segui pedalando para Brusque. Todo este dia o percurso foi dentro de cidade, ou em áreas onde havia muita gente por perto. Também havia um grande movimento de veículos. Em alguns momentos senti um “ambiente carregado”de cidade grande, pessoas mais apressadas e estressadas. Quando fui ultrapassar um senhor, que andava de bicicleta no acostamento, não fui visto por ele e quando ele foi desviar a bicicleta para o lado, tocou em meu braço. Felizmente apenas me desequilibrei, mas não cai. Logo à frente a Fátima estava com o carro parado me esperando e comentei o que estava sentindo e que devíamos tomar mais cuidado com “este ar carregado”.
Em Brusque fomos muito bem recebidos na prefeitura pela Ana, Chefe de gabinete. A prefeitura tem uma construção muito bonita, numa pequena elevação. Depois de conversamos um pouco, creio que foi embora aquela sensação de “ar carregado”. Ficamos em um hotel nas margens do rio que corta a cidade e novamente marcas da última enchente.







