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Equipes do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics movimentam economia da Grande Florianópolis

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Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.
Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?
A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.

volta_ilhaCompetir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.

Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?

A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.

José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.


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Texto: Erich Casagrande   

Última atualização ( Ter, 03 de Abril de 2012 17:56 )