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Eu corro ao redor de uma ilha

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Com 140 km, o Revezamento Volta à Ilha Asics possibilita integração entre atletas em um cenário perfeito para a prática de esportes
Na maioria das cidades costuma-se correr ao redor do parque, do quarteirão ou, por exemplo, de uma lagoa, como a Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Em alguns lugares se contorna toda a cidade, ou se atravessa ela em uma maratona. Mas em Florianópolis, que está quase totalmente localizada na Ilha de Santa Catarina com cerca de 40 praias, trilhas e belas paisagens, a ideia não poderia ser outra senão realizar uma corrida que desse uma volta completa na ilha e cruzasse pelas belezas naturais da cidade: o Revezamento Volta à Ilha Asics.
“A essência do evento é a interação entre os grupos de competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, ressalta Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos.
Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha foi a primeira corrida por equipes de longo percurso do Brasil. Desde então, foram 17 edições que consolidaram a prova no calendário nacional. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país, mas como número de participantes é limitado, precisamos fazer sorteio de parte das vagas”, explica Duarte.
Em 2012, foram 3.700 atletas divididos em 400 equipes de todo o país que percorreram os 140 km da 17ª edição do Revezamento Volta à Ilha Asics. Parte das vagas são reservadas àqueles que participaram seis anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior.
Entre os corredores, encontram-se diversos perfis de preparos físicos. Há quem corre no fim de semana, quem é apaixonado por esportes e quem é atleta profissional. Essa integração é característica da prova devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. Na categoria participação, por exemplo, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Ao todo, são oito categorias disponíveis. Destaque para as duplas tem um enorme desgaste durante a prova e para a categoria Aberta, com oito corredores, em que se corre em um ritmo acelerado para fechar o revezamento no menor tempo do dia.
17ª edição trouxe novidades
A largada ocorre durante o amanhecer. As primeiras equipes começam a prova às 4h15 e a cada 15 minutos, até as 7h45, um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação e um céu nublado. O Revezamento Volta à Ilha Asics já teve um percurso maior. A primeira edição teve 150 km, seguida de seis anos com 155 km de prova, para depois voltar a ter 150 km por mais nove anos. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade deste ano aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. Ao todo, a prova está dividida em 19 seções, que variam de 4,7 km até 15 km.
Os atletas chegam à primeira novidade da corrida 25 km depois de largarem. A travessia da baía entre o bairro com características da colonização açoriana, Sambaqui, e o Pontal da Daniela, foi realizada por três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. As águas no local são calmas, mas a preocupação dos atletas era quanto à cronometragem do tempo. O período no barco seria retirado do tempo final da prova, ou seja, não seria cronometrado.
Depois da praia da Daniela, os atletas atravessaram o Forte de São José da Ponta Grosa, que a partir do ano de 1740 fez parte do sistema de defesa português na Ilha de Santa Catarina. Em seguida, os corredores saem do século XVII e entram pelas ruas das modernas mansões e casas de Jurerê Internacional, antes de seguir por mais 11 km até a segunda novidade do percurso.
Considerado uma das seções mais difíceis, o trecho 7 reserva aos atletas uma trilha 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-los da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, a atenção com pedras e raízes foi fundamental, além do fôlego. Na seção seguinte, mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina.”
Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguiram pelas praias famosas entre surfistas de todo o mundo como Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação. Mas nada de prancha e ondas. Os atletas encontraram dunas e areia pesada devido à chuva da noite anterior. No Sul Ilha, está o grande e já tradicional desafio do percurso: a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude.
Atletas de diferentes perfis e com diferentes preparos
Corredores de todo o país participam do Revezamento Volta à Ilha Asics e cada um treina de acordo com as suas condições. A dupla Sinei Mendanha é Cleiser Alves, da equipe André Villarinho, é um exemplo de determinação e superação. Mendanha é peão de fazenda em Americano do Brasil e Alves é servente pedreiro em Goiânia, ambas cidades de Goiás. Os dois correm a prova juntos desde 2010 na categoria Dupla em ritmo de atleta de elite e foi em uma participação no Volta à Ilha que viram o mar pela primeira vez.
Sinei Mendanha acorda cedo e às 4h está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até as 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o Ensino Médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada. Cleiser Alves também treina seis vezes por semana e mantém uma rotina que dificulta o preparo, mas garante que a corrida é o que lhe dá prazer. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar.”
O atleta Marcos Capistrano, da Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, destaca que os treinos passam a se especializar com a chegada da prova, que tem diversos tipos de terrenos. “Desde o ano passado, estamos pensando e nos preparando para o Volta à Ilha. À medida que o evento se aproxima, cada atleta treina focado no trecho que irá correr.” A tendência é que trechos mais curtos sejam explorados por atletas mais velozes, enquanto que os maiores e com mais morros por atletas de maior resistência.
Sem todo o profissionalismo dos atletas de elite, mas tão empolgados quanto, estão os corredores que disputam nas categorias de participação. “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado”, explica Duarte. Exemplo disso é a corredora e engenheira eletricista Maira Cristina Osmari, 24, que participou pela primeira vez da competição e correu o trecho da praia da Daniela. “Foi muito bom, gostei bastante”, conta ela que treinava quatro vezes por semana alguns meses antes da prova.
Movimento econômico
Mais que mexer as pernas e gastar dinheiro, os 3.700 atletas movimentam a economia local durante o Revezamento Volta à Ilha Asics. A organização logística é fundamental para garantir agilidade e menos problema durante o dia de prova. “A organização para o Volta à Ilha começa quando a última edição termina”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, responsável por organizar esse sistema para a equipe.
São viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação que custam cerca de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região para uma equipe com 10 a 12 integrantes. São, em média, R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha. Setores, como o de hotéis, se especializaram e oferecem café da manhã mais cedo no dia do evento, a fim de atender às necessidades dos atletas.
Algumas agências de turismos também buscam oferecer pacotes que incluem passagens áreas, hospedagem, aluguel de veículos e inclusive um kit alimentação com frutas, sanduíches, água, isotônico, cereais que entregue na noite anterior a prova. “É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo”, explica Vilmar Zunino, proprietário da agência de viagens Amplestur.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, afirma que levam apenas o isotônico para o evento. “O resto da alimentação compramos tudo em Florianópolis. No total, o orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina”, explica Zdanowicz. Segundo Zunino, o movimento do Volta à Ilha corresponde a 60% do ocorre no mês do evento.
Quando tudo vale a pena
No decorrer do sábado da prova, o clima não mudou durante o dia. Choveu em alguns momentos, mas continuou abafado. Por volta das 15h, na arena do Volta à Ilha montada próximo ao trapiche da avenida Beira-Mar, em Florianópolis, o locutor anuncia que os primeiros atletas já passaram o aeroporto e estão a caminho. No mesmo lugar onde ocorreu a largada, ainda na madrugada florianopolitana, todos começam a se movimentar e se preparar para receber os corredores depois de 140 km.
“Já estão chegando”, fala ao microfone o locutor quando vê a dupla pela primeira vez e às 15h30 a equipe de André Villarinho, formada por pelo peão de fazenda Sinei Mendanha e pelo servente Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova se consagrando tri campeã na categoria.
Encharcados de suor e ofegantes, os dois completaram a prova com 10h18min48s , já descontado o tempo de travessia do barco e sentem-se realizados, quase que leves. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se à dupla da Paquetá Esportes – Cia dos Cavalos, que chegou em segundo e correu grande parte da prova junto.
Com a chegada da dupla campeã, a expectativa passa a ser em saber qual será a equipe que completará a prova no menor tempo do dia e receberá a medalha de campeã geral de 2012. O favoritismo apontava para uma disputa entre Beckhauser Malhas de Tubarão/SC e Paquetá Esportes Asics de Porto Alegre/RS. As duas equipes correram juntas quase dois terços da prova com a diferença na casa dos segundos.
Às 15h58, termina a espera com a vitória da equipe catarinense. A Beckhauser Malhas de Tubarão/SC se consagra bicampeã do Revezamento Volta à Ilha e comemora muito aos pulos e gritos sob o painel de chegada. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, comemora o coordenador Edoir Schmoeller, tão ofegante quanto os atletas que correram a prova. A equipe conseguiu abrir uma vantagem de 12 minutos que começou a ser construída no trecho do Morro do Sertão.
O momento de realização dos atletas chamou a atenção de pessoas que caminham ou correm na Beira-Mar. Algumas fazem exercícios regularmente, outras apenas passeiam. Mas o esporte mexe com instinto de vencer e ver alguém contente por conquistar um objetivo inspira novos praticantes. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos. Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe”, diz ela enquanto volta a caminhar.
Com 140 km, o Revezamento Volta à Ilha Asics possibilita integração entre atletas em um cenário perfeito para a prática de esportes.

Na maioria das cidades costuma-se correr ao redor do parque, do quarteirão ou, por exemplo, de uma lagoa, como a Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Em alguns lugares se contorna toda a cidade, ou se atravessa ela em uma maratona. Mas em Florianópolis, que está quase totalmente localizada na Ilha de Santa Catarina com cerca de 40 praias, trilhas e belas paisagens, a ideia não poderia ser outra senão realizar uma corrida que desse uma volta completa na ilha e cruzasse pelas belezas naturais da cidade: o Revezamento Volta à Ilha Asics.

“A essência do evento é a interação entre os grupos de competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, ressalta Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos. 

Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha foi a primeira corrida por equipes de longo percurso do Brasil. Desde então, foram 17 edições que consolidaram a prova no calendário nacional. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país, mas como número de participantes é limitado, precisamos fazer sorteio de parte das vagas”, explica Duarte. 

Em 2012, foram 3.700 atletas divididos em 400 equipes de todo o país que percorreram os 140 km da 17ª edição do Revezamento Volta à Ilha Asics. Parte das vagas são reservadas àqueles que participaram seis anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior.

Entre os corredores, encontram-se diversos perfis de preparos físicos. Há quem corre no fim de semana, quem é apaixonado por esportes e quem é atleta profissional. Essa integração é característica da prova devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. Na categoria participação, por exemplo, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Ao todo, são oito categorias disponíveis. Destaque para as duplas tem um enorme desgaste durante a prova e para a categoria Aberta, com oito corredores, em que se corre em um ritmo acelerado para fechar o revezamento no menor tempo do dia.


17ª edição trouxe novidades
A largada ocorre durante o amanhecer. As primeiras equipes começam a prova às 4h15 e a cada 15 minutos, até as 7h45, um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação e um céu nublado. O Revezamento Volta à Ilha Asics já teve um percurso maior. A primeira edição teve 150 km, seguida de seis anos com 155 km de prova, para depois voltar a ter 150 km por mais nove anos. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade deste ano aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. Ao todo, a prova está dividida em 19 seções, que variam de 4,7 km até 15 km.

Os atletas chegam à primeira novidade da corrida 25 km depois de largarem. A travessia da baía entre o bairro com características da colonização açoriana, Sambaqui, e o Pontal da Daniela, foi realizada por três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. As águas no local são calmas, mas a preocupação dos atletas era quanto à cronometragem do tempo. O período no barco seria retirado do tempo final da prova, ou seja, não seria cronometrado.

Depois da praia da Daniela, os atletas atravessaram o Forte de São José da Ponta Grosa, que a partir do ano de 1740 fez parte do sistema de defesa português na Ilha de Santa Catarina. Em seguida, os corredores saem do século XVII e entram pelas ruas das modernas mansões e casas de Jurerê Internacional, antes de seguir por mais 11 km até a segunda novidade do percurso.

Considerado uma das seções mais difíceis, o trecho 7 reserva aos atletas uma trilha 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-los da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, a atenção com pedras e raízes foi fundamental, além do fôlego. Na seção seguinte, mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina.”

Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguiram pelas praias famosas entre surfistas de todo o mundo como Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação. Mas nada de prancha e ondas. Os atletas encontraram dunas e areia pesada devido à chuva da noite anterior. No Sul Ilha, está o grande e já tradicional desafio do percurso: a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude.


Atletas de diferentes perfis e com diferentes preparos
Corredores de todo o país participam do Revezamento Volta à Ilha Asics e cada um treina de acordo com as suas condições. A dupla Sinei Mendanha é Cleiser Alves, da equipe André Villarinho, é um exemplo de determinação e superação. Mendanha é peão de fazenda em Americano do Brasil e Alves é servente pedreiro em Goiânia, ambas cidades de Goiás. Os dois correm a prova juntos desde 2010 na categoria Dupla em ritmo de atleta de elite e foi em uma participação no Volta à Ilha que viram o mar pela primeira vez.

Sinei Mendanha acorda cedo e às 4h está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até as 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o Ensino Médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada. Cleiser Alves também treina seis vezes por semana e mantém uma rotina que dificulta o preparo, mas garante que a corrida é o que lhe dá prazer. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar.”

O atleta Marcos Capistrano, da Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, destaca que os treinos passam a se especializar com a chegada da prova, que tem diversos tipos de terrenos. “Desde o ano passado, estamos pensando e nos preparando para o Volta à Ilha. À medida que o evento se aproxima, cada atleta treina focado no trecho que irá correr.” A tendência é que trechos mais curtos sejam explorados por atletas mais velozes, enquanto que os maiores e com mais morros por atletas de maior resistência. 

Sem todo o profissionalismo dos atletas de elite, mas tão empolgados quanto, estão os corredores que disputam nas categorias de participação. “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado”, explica Duarte. Exemplo disso é a corredora e engenheira eletricista Maira Cristina Osmari, 24, que participou pela primeira vez da competição e correu o trecho da praia da Daniela. “Foi muito bom, gostei bastante”, conta ela que treinava quatro vezes por semana alguns meses antes da prova.


Movimento econômico
Mais que mexer as pernas e gastar dinheiro, os 3.700 atletas movimentam a economia local durante o Revezamento Volta à Ilha Asics. A organização logística é fundamental para garantir agilidade e menos problema durante o dia de prova. “A organização para o Volta à Ilha começa quando a última edição termina”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, responsável por organizar esse sistema para a equipe.

São viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação que custam cerca de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região para uma equipe com 10 a 12 integrantes. São, em média, R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha. Setores, como o de hotéis, se especializaram e oferecem café da manhã mais cedo no dia do evento, a fim de atender às necessidades dos atletas.

Algumas agências de turismos também buscam oferecer pacotes que incluem passagens áreas, hospedagem, aluguel de veículos e inclusive um kit alimentação com frutas, sanduíches, água, isotônico, cereais que entregue na noite anterior a prova. “É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo”, explica Vilmar Zunino, proprietário da agência de viagens Amplestur.

José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, afirma que levam apenas o isotônico para o evento. “O resto da alimentação compramos tudo em Florianópolis. No total, o orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina”, explica Zdanowicz. Segundo Zunino, o movimento do Volta à Ilha corresponde a 60% do ocorre no mês do evento.


Quando tudo vale a pena
No decorrer do sábado da prova, o clima não mudou durante o dia. Choveu em alguns momentos, mas continuou abafado. Por volta das 15h, na arena do Volta à Ilha montada próximo ao trapiche da avenida Beira-Mar, em Florianópolis, o locutor anuncia que os primeiros atletas já passaram o aeroporto e estão a caminho. No mesmo lugar onde ocorreu a largada, ainda na madrugada florianopolitana, todos começam a se movimentar e se preparar para receber os corredores depois de 140 km.

“Já estão chegando”, fala ao microfone o locutor quando vê a dupla pela primeira vez e às 15h30 a equipe de André Villarinho, formada por pelo peão de fazenda Sinei Mendanha e pelo servente Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova se consagrando tri campeã na categoria. Encharcados de suor e ofegantes, os dois completaram a prova com 10h18min48s , já descontado o tempo de travessia do barco e sentem-se realizados, quase que leves. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se à dupla da Paquetá Esportes – Cia dos Cavalos, que chegou em segundo e correu grande parte da prova junto.

Com a chegada da dupla campeã, a expectativa passa a ser em saber qual será a equipe que completará a prova no menor tempo do dia e receberá a medalha de campeã geral de 2012. O favoritismo apontava para uma disputa entre Beckhauser Malhas de Tubarão/SC e Paquetá Esportes Asics de Porto Alegre/RS. As duas equipes correram juntas quase dois terços da prova com a diferença na casa dos segundos.

Às 15h58, termina a espera com a vitória da equipe catarinense. A Beckhauser Malhas de Tubarão/SC se consagra bicampeã do Revezamento Volta à Ilha e comemora muito aos pulos e gritos sob o painel de chegada. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, comemora o coordenador Edoir Schmoeller, tão ofegante quanto os atletas que correram a prova. A equipe conseguiu abrir uma vantagem de 12 minutos que começou a ser construída no trecho do Morro do Sertão.

O momento de realização dos atletas chamou a atenção de pessoas que caminham ou correm na Beira-Mar. Algumas fazem exercícios regularmente, outras apenas passeiam. Mas o esporte mexe com instinto de vencer e ver alguém contente por conquistar um objetivo inspira novos praticantes. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos.
Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe”, diz ela enquanto volta a caminhar.


Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande      
 
Last Updated on Friday, 04 May 2012 11:55
 

Campeões do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics são premiados

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Recuperados do cansaço depois de uma noite merecida de sono, os campeões do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics subiram ao pódio, na manhã deste domingo (15), para receber troféus e medalhas. Foram 140 km quilômetros percorridos ao redor da Ilha de Santa Catarina, cruzando por praias, trilhas, morros e asfalto da cidade de Florianópolis. A prova contou com 3.700 atletas inscritos em 400 diferentes equipes.
Os primeiros a subirem ao pódio foi a campeã geral Beckhauser de Tubarão (SC). Formada por oito atletas, conforme determina a categoria Aberta, eles completaram o revezamento em 8h07min33s, o menor tempo entre todas as edições do Volta à Ilha Asics. “O Volta à Ilha começa quando o último acaba. É um ano de preparação que nos orgulha muito ao ver o resultado final”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe. Após, foi premiada a Paquetá Esportes Asics, na segunda colocação geral, com o tempo de 8h19min35s.
Na categoria Dupla, os vencedores subiram ao pódio ainda com algumas dores nas pernas após a adrenalina ter baixado. A equipe André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser, completou a prova em 10h18min48s. Em segundo lugar, ficou a equipe Paquetá Esportes Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre (RS). Em terceiro, a Tribo do Esporte, de Florianópolis (SC), que foi a primeira da cidade sede a concluir a corrida. Esse ano foi a estreia dos integrantes Gilberto Cordeiro e Kleber Itamar na categoria de Duplas. “Foi muita superação, mas com certeza ano que vem correremos em dois novamente, e mais preparados”, garante o atleta da Ilha da Magia, Gilberto Cordeiro.
Em seguida, foram homenageados os campeões, vices e terceiros lugares das demais categorias. Ao todo, foram entregues 230 troféus, uma para cada atleta, que ainda receberam brindes da Asics e da Paquetá. “O Volta à Ilha Asics desse ano foi excelente, as mudanças no percurso deram super certo. Os atletas realizaram uma prova com segurança e puderam aproveitar tudo o que o evento proporciona”, avalia Carlos Duarte, organizador e idealizar do revezamento.
Duarte ainda lembra que todos os campeões desse ano têm vaga garantida no 18º Revezamento Volta à Ilha Asics, que irá ocorre em 2013. “A procura é sempre grande, e temos que fazer sorteio de vagas, mas quem venceu esse ano, está garantido para o próximo.”
Confira os campeões por categoria do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics 140km
Campeão Geral – Beckhauser, Tubarão (SC) - 8h07min33s.
Campeão Dupla – André Villarinho, Senador Canedo (GO) - 10h18min48s.
Aberta Mista – Nike Mix, Marília (SP) -10h05min53s.
Feminina – Michelle Moraes, Porto Alegre (RS) - 11h22min11s.
Veteranos com mais de 40 anos – Reveza Racing Adventure-Konsolle, Pouso Alegre (MG) - 9h36min10s.
Veteranos com mais 50 anos – Chão do Aterro, Rio de Janeiro (RJ) - 11h01min08s.
Veterana Mista – Campos Running/Paquetá Esportes, Novo Hamburgo (RS) - 9h48min27s.
Recuperados do cansaço depois de uma noite merecida de sono, os campeões do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics subiram ao pódio, na manhã deste domingo (15), para receber troféus e medalhas. Foram 140 km quilômetros percorridos ao redor da Ilha de Santa Catarina, cruzando por praias, trilhas, morros e asfalto da cidade de Florianópolis. A prova contou com 3.700 atletas inscritos em 400 diferentes equipes.

Os primeiros a subirem ao pódio foi a campeã geral Beckhauser de Tubarão (SC). Formada por oito atletas, conforme determina a categoria Aberta, eles completaram o revezamento em 8h07min33s, o menor tempo entre todas as edições do Volta à Ilha Asics. “O Volta à Ilha começa quando o último acaba. É um ano de preparação que nos orgulha muito ao ver o resultado final”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe. Após, foi premiada a Paquetá Esportes Asics, na segunda colocação geral, com o tempo de 8h19min35s.

Na categoria Dupla, os vencedores subiram ao pódio ainda com algumas dores nas pernas após a adrenalina ter baixado. A equipe André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser, completou a prova em 10h18min48s. Em segundo lugar, ficou a equipe Paquetá Esportes Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre (RS). Em terceiro, a Tribo do Esporte, de Florianópolis (SC), que foi a primeira da cidade sede a concluir a corrida. Esse ano foi a estreia dos integrantes Gilberto Cordeiro e Kleber Itamar na categoria de Duplas. “Foi muita superação, mas com certeza ano que vem correremos em dois novamente, e mais preparados”, garante o atleta da Ilha da Magia, Gilberto Cordeiro.

Em seguida, foram homenageados os campeões, vices e terceiros lugares das demais categorias. Ao todo, foram entregues 230 troféus, uma para cada atleta, que ainda receberam brindes da Asics e da Paquetá. “O Volta à Ilha Asics desse ano foi excelente, as mudanças no percurso deram super certo. Os atletas realizaram uma prova com segurança e puderam aproveitar tudo o que o evento proporciona”, avalia Carlos Duarte, organizador e idealizar do revezamento.

Duarte ainda lembra que todos os campeões desse ano têm vaga garantida no 18º Revezamento Volta à Ilha Asics, que irá ocorre em 2013. “A procura é sempre grande, e temos que fazer sorteio de vagas, mas quem venceu esse ano, está garantido para o próximo.”

Confira os campeões por categoria do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics 140km

Campeão Geral – Beckhauser, Tubarão (SC) - 8h07min33s. 
Campeão Dupla – André Villarinho, Senador Canedo (GO) - 10h18min48s.
Aberta Mista – Nike Mix, Marília (SP) -10h05min53s.
Feminina – Michelle Moraes, Porto Alegre (RS) - 11h22min11s. 
Veteranos com mais de 40 anos – Reveza Racing Adventure-Konsolle, Pouso Alegre (MG) - 9h36min10s.
Veteranos com mais 50 anos – Chão do Aterro, Rio de Janeiro (RJ) - 11h01min08s.
Veterana Mista – Campos Running/Paquetá Esportes, Novo Hamburgo (RS) - 9h48min27s.



Patrícia Pinheiro

Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande      Last Updated on Tuesday, 17 April 2012 11:14
 

Equipe catarinense vence mais uma vez o Revezamento Volta à Ilha Asics

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O 17° Revezamento Volta à Ilha Asics foi disputado até os últimos quilômetros, quando a superação, estampada nos rosto dos atletas que completaram a prova neste sábado (14), ficou evidente no suor que encharcava as roupas e na respiração ofegante. Além de superação, a equipe Beckhauser Malhas de Tubarão (SC) pode sentir o sabor de ser campeã geral pelo segundo ano consecutivo ao cruzar a linha de chegada com o menor tempo de 2012. Foram 140 km percorridos em 8h07min33s. Já na categoria Duplas, a vitória ficou com a equipe André Villarinho, de Senador Canedo (GO), que fechou em 10h18min48s. Ao todo, 3.700 corredores profissionais e amadores, divididos em 400 equipes, participaram da competição.
A maior corrida de revezamento do Brasil começou às 4h15, quando os primeiros atletas da categoria Participação largaram, e a cada 15 minutos um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação durante o amanhacer. Às 5h, foi a vez das duplas largarem todas juntas. A equipe de André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova por volta das 15h30, se consagrando tri campeã na categoria. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se ao setor mais difícil da prova.
Às 15h58, ocorreu o momento mais esperado: a chegada da equipe que seria a campeã geral da edição 2012 do Revezamento Volta à Ilha Asics. A Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre (RS), e a Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), correram cerca de dois terços da prova praticamente juntas, com diferenças na casa dos segundos. Até que, mais uma vez, a partir do Morro do Sertão, os atletas da equipe catarinense conseguiram abrir uma vantagem de sete minutos. “Mesmo na frente, não deixamos de correr com intensidade. No último trecho, estávamos todos ligados para que ninguém se enganasse no trajeto ou diminuísse o ritmo”, fala Marcos Capistrano, atleta da Beckhauser Malhas.
Na chegada, muita euforia, pulos e energia que só a vitoria proporciona para superar o cansaço. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, desabafa Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas. Os atletas da Paquetá Esportes Asics chegaram 12 minutos depois, sem a mesma empolgação, mas orgulhosos do que fizeram. “Nós não ganhamos porque a equipe adversária foi mais competente em alguns trechos, mas o sentimento de vitória em relação a montar equipe, superar os desafios e disputar a prova em um alto nível de exigência, permanece”, garante Edson Barreta, coordenador da equipe de Porto Alegre.
Durante todo o sábado, a arena Volta à Ilha ficou montada em frente ao trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O movimento e a já consolidação do evento chamaram a atenção das pessoas que frequentam o local regularmente para prática de exercícios. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos. Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe me preparo bem para completar essa disputada competição.”
Uma das grandes preocupações para este sábado era o clima. A chuva que caiu em pancadas esparsas durante o dia não prejudicou o evento. “Até ajudou a refrescar um pouco”, disse Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento. Segundo Duarte, o 17° Revezamento Volta à Ilha Asics cumpriu sua missão de integração entre atletas e possibilitou a realização de uma prova prazerosa para todos. “As mudanças que fizemos no percurso deram certo e, durante toda a prova, os atletas estiveram motivados”, avalia.
Mais resultados
Além da Beckhauser Malhas, campeã geral, e de Sinei Mendanha e Cleiser Alves, campeões na categoria Duplas, outras equipes também se sagraram campeãs. Na categoria Aberta Mista, o primeiro lugar ficou com Nike Mix, de Marília (SP), com o tempo de 10h05min53s, e na categoria Feminina, o título foi para Michelle Moraes, de Porto Alegre (RS), com o tempo de 11h22min11s. Entre os Veteranos com mais de 40 anos, os campeões foram Reveza Racing Adventure-Konsolle, de Pouso Alegre (MG), tempo de 9h36min10s, e entre aqueles com mais de 50 anos, os primeiros a chegar foram Chão do Aterro, do Rio de Janeiro (RJ), com tempo 11h01min08s. Já na categoria Veterana Mista, com o tempo de 9h48min27s, os grandes campeões foram a equipe Campos Running/Paquetá Esportes, de Novo Hamburgo (RS). A Paquetá Esportes Asics, segunda colocada geral, também é considerada campeã da categoria Aberta.
O 17° Revezamento Volta à Ilha Asics foi disputado até os últimos quilômetros, quando a superação, estampada nos rosto dos atletas que completaram a prova neste sábado (14), ficou evidente no suor que encharcava as roupas e na respiração ofegante. Além de superação, a equipe Beckhauser Malhas de Tubarão (SC) pode sentir o sabor de ser campeã geral pelo segundo ano consecutivo ao cruzar a linha de chegada com o menor tempo de 2012. Foram 140 km percorridos em 8h07min33s. Já na categoria Duplas, a vitória ficou com a equipe André Villarinho, de Senador Canedo (GO), que fechou em 10h18min48s. Ao todo, 3.700 corredores profissionais e amadores, divididos em 400 equipes, participaram da competição.

A maior corrida de revezamento do Brasil começou às 4h15, quando os primeiros atletas da categoria Participação largaram, e a cada 15 minutos um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação durante o amanhacer. Às 5h, foi a vez das duplas largarem todas juntas. A equipe de André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova por volta das 15h30, se consagrando tri campeã na categoria. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se ao setor mais difícil da prova.

Às 15h58, ocorreu o momento mais esperado: a chegada da equipe que seria a campeã geral da edição 2012 do Revezamento Volta à Ilha Asics. A Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre (RS), e a Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), correram cerca de dois terços da prova praticamente juntas, com diferenças na casa dos segundos. Até que, mais uma vez, a partir do Morro do Sertão, os atletas da equipe catarinense conseguiram abrir uma vantagem de sete minutos. “Mesmo na frente, não deixamos de correr com intensidade. No último trecho, estávamos todos ligados para que ninguém se enganasse no trajeto ou diminuísse o ritmo”, fala Marcos Capistrano, atleta da Beckhauser Malhas.

Na chegada, muita euforia, pulos e energia que só a vitoria proporciona para superar o cansaço. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, desabafa Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas. Os atletas da Paquetá Esportes Asics chegaram 12 minutos depois, sem a mesma empolgação, mas orgulhosos do que fizeram. “Nós não ganhamos porque a equipe adversária foi mais competente em alguns trechos, mas o sentimento de vitória em relação a montar equipe, superar os desafios e disputar a prova em um alto nível de exigência, permanece”, garante Edson Barreta, coordenador da equipe de Porto Alegre.

Durante todo o sábado, a arena Volta à Ilha ficou montada em frente ao trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O movimento e a já consolidação do evento chamaram a atenção das pessoas que frequentam o local regularmente para prática de exercícios. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos. Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe me preparo bem para completar essa disputada competição.”

Uma das grandes preocupações para este sábado era o clima. A chuva que caiu em pancadas esparsas durante o dia não prejudicou o evento. “Até ajudou a refrescar um pouco”, disse Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento. Segundo Duarte, o 17° Revezamento Volta à Ilha Asics cumpriu sua missão de integração entre atletas e possibilitou a realização de uma prova prazerosa para todos. “As mudanças que fizemos no percurso deram certo e, durante toda a prova, os atletas estiveram motivados”, avalia.

Mais resultadosAlém da Beckhauser Malhas, campeã geral, e de Sinei Mendanha e Cleiser Alves, campeões na categoria Duplas, outras equipes também se sagraram campeãs. Na categoria Aberta Mista, o primeiro lugar ficou com Nike Mix, de Marília (SP), com o tempo de 10h05min53s, e na categoria Feminina, o título foi para Michelle Moraes, de Porto Alegre (RS), com o tempo de 11h22min11s. Entre os Veteranos com mais de 40 anos, os campeões foram Reveza Racing Adventure-Konsolle, de Pouso Alegre (MG), tempo de 9h36min10s, e entre aqueles com mais de 50 anos, os primeiros a chegar foram Chão do Aterro, do Rio de Janeiro (RJ), com tempo 11h01min08s. Já na categoria Veterana Mista, com o tempo de 9h48min27s, os grandes campeões foram a equipe Campos Running/Paquetá Esportes, de Novo Hamburgo (RS). A Paquetá Esportes Asics, segunda colocada geral, também é considerada campeã da categoria Aberta.


Patrícia Pinheiro

Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande  
 
 

17º Revezamento Volta à Ilha ASICS será neste sábado

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Chegou a hora de dar a largada do 17º Revezamento Volta à Ilha ASICS. Neste sábado, dia 14, 3.700 atletas estarão reunidos na maior corrida de revezamento do Brasil para desafiar os 140 km de percurso em torno da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. Entre profissionais e amadores, o objetivo comum é ter um dia diferente com aventuras e muita superação. A prova começa às 4h15 e a cada 15 minutos um novo grupo de atletas inicia a competição. Ao todo, 400 equipes participarão do evento.

Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha ASICS é realizado todo ano. Com 17 edições, a prova se consolidou no calendário de corredores de todo o Brasil que buscam uma corrida que associe diferentes terrenos, belas paisagens e integração entre os participantes. “A cada ano que passa, a prova fica melhor, e sempre traz alguma novidade. Sentimos que todos estão empolgados”, avalia Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento.

Uma das novidades para esse ano são as mudanças do percurso, que está dividido em 19 seções. Os atletas que sempre desbravaram os limites de Florianópolis, como Jurerê Internacional, Santinho, Joaquina Campeche e Mole, agora terão duas trilhas a mais para enfrentar. Uma delas com 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-lo da praia da Lagoinha até a praia Brava, e outra menor até a praia dos Ingleses. Outra inovação será a travessia de barco entre Sambaqui e o pontal da praia da Daniela.


Consolidação
Na primeira edição do Volta à Ilha, em 1996, eram 22 equipes participantes. Dezessete anos depois, o revezamento passou a contar com 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país. Parte das vagas são reservadas àqueles que participaram 6 anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior ”, explica Duarte.

O Revezamento Volta à Ilha Asics consegue agregar atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria participação, até quem tem mais de 50, na veterana. Mas a disputa por quais atletas vão terminar a prova no menor tempo fica por conta das equipes da categoria Aberta. A Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre (RS), e Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), são as favoritas para concluírem o revezamento com tempo total de aproximadamente 8h50 min.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Premiação
Neste domingo, dia 15, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha Asics no Majestic Palace Hotel, que fica na avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Patrícia Pinheiro
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Texto: Erich Casagrande   

Last Updated on Thursday, 12 April 2012 18:38
 
dupla

Revezamento Volta à Ilha Asics integra atletas amadores e profissionais

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O 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, que ocorre neste sábado (14), em Florianópolis, terá 3.700 atletas divididos em 400 equipes. Todos com o objetivo de percorrer os 140 km do percurso e contornar a Ilha de Santa Catarina em menor tempo possível. Embora o desafio seja grande, não são só corredores profissionais que topam encarar as trilhas, asfalto e morros. Há pessoas que apenas gostam de esporte ou de aventuras, trabalhadores de segunda a sexta, como engenheiros e fazendeiros.
Possibilitar a integração de atletas amadores ou simplesmente apaixonados por corridas é uma das principais características do Revezamento Volta à Ilha.  “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado. O Volta à Ilha se caracteriza por momentos intensos em um curto espaço de tempo”, conta Carlos Duarte, idealizador e organizador da prova. São ideias como essa que permitem a participação de atletas de ponta e de corredores amadores, como Maira Cristina Osmari.
Tina, como prefere ser chamada, tem 24 anos e participará pela primeira vez da prova. Ela nasceu eu Florianópolis, se formou no ano passado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trabalha em uma empresa de geração de energia na capital catarinense. Segundo ela, a paixão pelo esporte é saciada nas corridas de treinamento para o Volta à Ilha Asics, que começaram em fevereiro, além de algumas aventuras de fim de semana. “Há dois anos, também comecei a fazer escaladas em rocha”, conta a engenheira.
Sinei Lucio Mendanha é do município de Americano do Brasil, cidade do estado de Goiás. Com 23 anos, ele irá participar do seu terceiro Volta à Ilha. Mendanha tem perfil de atleta e disputa a prova na categoria de duplas, mas a rotina desse peão pode parecer, no mínimo, tão desafiadora quanto o revezamento deste sábado. Às 4h da manhã, Mendanha já está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até às 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o ensino médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada.
O colega de Sinei Mendanha é Cleiser Alves, 32, e é outro exemplo de como competições de atletismo como o Volta à Ilha ajudam na integração e realização de algumas pessoas. Alves trabalha como servente de pedreiro em Goiânia e treina seis vezes por semana antes do expediente. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar”, conta Alves que participa do revezamento em Florianópolis desde 2009, quando também foi apresentado ao mar. A dupla goiana compete pelo grupo André Villarinho e foi campeã na categoria em 2010 e 2011.
Corredores, como Alexandre Maximiliano, que sempre competiu pelos melhores índices, também participa do Revezamento Volta à Ilha Asics, só que agora em busca também de outros prazeres. “Nosso objetivo é concluir a prova e curtir, sem estresse.”
Alexandre, hoje com 41 anos, já foi atleta de ponta e durante 15 anos disputou provas de triathlon, conquistando por diversas vezes os primeiros lugares. Atualmente, o ex-triatleta é diretor de uma empresa de assessoria esportiva no Rio de Janeiro e busca a corrida mais pela diversão, astral e visual. “Por isso que o Volta à Ilha ainda me interessa, a prova proporciona uma energia muito boa”, avalia o corredor que participará pela primeira vez na categoria de duplas.
O 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, que ocorre neste sábado (14), em Florianópolis, terá 3.700 atletas divididos em 400 equipes. Todos com o objetivo de percorrer os 140 km do percurso e contornar a Ilha de Santa Catarina em menor tempo possível. Embora o desafio seja grande, não são só corredores profissionais que topam encarar as trilhas, asfalto e morros. Há pessoas que apenas gostam de esporte ou de aventuras, trabalhadores de segunda a sexta, como engenheiros e fazendeiros. 

Possibilitar a integração de atletas amadores ou simplesmente apaixonados por corridas é uma das principais características do Revezamento Volta à Ilha.  “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado. O Volta à Ilha se caracteriza por momentos intensos em um curto espaço de tempo”, conta Carlos Duarte, idealizador e organizador da prova. São ideias como essa que permitem a participação de atletas de ponta e de corredores amadores, como Maira Cristina Osmari.

Tina, como prefere ser chamada, tem 24 anos e participará pela primeira vez da prova. Ela nasceu eu Florianópolis, se formou no ano passado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trabalha em uma empresa de geração de energia na capital catarinense. Segundo ela, a paixão pelo esporte é saciada nas corridas de treinamento para o Volta à Ilha Asics, que começaram em fevereiro, além de algumas aventuras de fim de semana. “Há dois anos, também comecei a fazer escaladas em rocha”, conta a engenheira. 

Sinei Lucio Mendanha é do município de Americano do Brasil, cidade do estado de Goiás. Com 23 anos, ele irá participar do seu terceiro Volta à Ilha. Mendanha tem perfil de atleta e disputa a prova na categoria de duplas, mas a rotina desse peão pode parecer, no mínimo, tão desafiadora quanto o revezamento deste sábado. Às 4h da manhã, Mendanha já está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até às 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o ensino médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada.

O colega de Sinei Mendanha é Cleiser Alves, 32, e é outro exemplo de como competições de atletismo como o Volta à Ilha ajudam na integração e realização de algumas pessoas. Alves trabalha como servente de pedreiro em Goiânia e treina seis vezes por semana antes do expediente. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar”, conta Alves que participa do revezamento em Florianópolis desde 2009, quando também foi apresentado ao mar. A dupla goiana compete pelo grupo André Villarinho e foi campeã na categoria em 2010 e 2011.

Corredores, como Alexandre Maximiliano, que sempre competiu pelos melhores índices, também participa do Revezamento Volta à Ilha Asics, só que agora em busca também de outros prazeres. “Nosso objetivo é concluir a prova e curtir, sem estresse.”Alexandre, hoje com 41 anos, já foi atleta de ponta e durante 15 anos disputou provas de triathlon, conquistando por diversas vezes os primeiros lugares. Atualmente, o ex-triatleta é diretor de uma empresa de assessoria esportiva no Rio de Janeiro e busca a corrida mais pela diversão, astral e visual. “Por isso que o Volta à Ilha ainda me interessa, a prova proporciona uma energia muito boa”, avalia o corredor que participará pela primeira vez na categoria de duplas.

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Last Updated on Thursday, 12 April 2012 14:28
 

Revezamento Volta à Ilha Asics desperta vontade de vencer das equipes

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Correr e rever amigos apaixonados por aventuras e atletismo, além de curtir as belas paisagens da Ilha de Santa Catarina enquanto pratica esporte, faz parte do desejo dos 3.700 atletas que irão participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, no próximo sábado (14), em Florianópolis. Mas para alguns, esse intuito fica só para antes ou depois da prova, pois o propósito principal mesmo é cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. Ser a equipe mais rápida entre as 400 participantes é o objetivo desses superatletas.
Duas equipes são as favoritas para serem as primeiras a concluírem os 140 km do percurso. Enquanto a tradição aponta para a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre/RS, a vitória em 2011 garantiu confiança para a Beckhauser Malhas de Tubarão/SC. “Apesar do Volta à Ilha ter uma característica de participação e confraternização, a competição entre equipes de ponta é sempre uma atração a mais”, ressalta Carlos Duarte, organizador e idealizador do revezamento, que ainda alerta: “Há pelo mais uma ou duas equipes que podem surpreender.”
A maioria dos integrantes da Paquetá Esportes Asics participa do Revezamento Volta à Ilha desde 2005. A equipe foi campeã por cinco vezes nas últimas seis edições e vice no ano passado, quando ficou 12 minutos atrás da Beckhauser Malhas. “Nossa preparação é constante o ano inteiro, pois nossos atletas são todos profissionais. Para a prova de sábado, vamos contar com dois atletas novos em relação ao ano passado, ambos com experiência em revezamentos”, projeta José Eduardo Zdanowicz, coordenador da equipe.
Esta será a terceira participação da Backhauser Malhas no Revezamento Volta à Ilha Asics. A vitória em 2011 trouxe ânimo para a equipe, que virá com a mesma formação para 2012. “Cada um de nossos atletas já treina especificamente para o perfil de trecho que irá enfrentar a fim para ter um melhor aproveitamento. Sabemos que os adversários são muito fortes e que será difícil manter o título, mas estamos preparados”, garante o coordenador Edoir Schmoeller.
“Nosso desempenho durante a competição deve estar focado em dar o nosso melhor, sem pensar em um determinado adversário”, destaca José Eduardo Zdanowicz, da Paquetá Esportes. “Todo mundo gosta de vencer, não vamos até Florianópolis para passear”, brinca o coordenador que, apesar do instinto competitivo, garante que a disputa fica dentro da corrida. “Somos todos colegas, nos conhecemos há bastante tempo e até corremos juntos em outros lugares.”
Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.
Confraternização
Nesta quinta (12) e sexta-feira (13), será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.
Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.
Correr e rever amigos apaixonados por aventuras e atletismo, além de curtir as belas paisagens da Ilha de Santa Catarina enquanto pratica esporte, faz parte do desejo dos 3.700 atletas que irão participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, no próximo sábado (14), em Florianópolis. Mas para alguns, esse intuito fica só para antes ou depois da prova, pois o propósito principal mesmo é cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. Ser a equipe mais rápida entre as 400 participantes é o objetivo desses superatletas.

Duas equipes são as favoritas para serem as primeiras a concluírem os 140 km do percurso. Enquanto a tradição aponta para a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre/RS, a vitória em 2011 garantiu confiança para a Beckhauser Malhas de Tubarão/SC. “Apesar do Volta à Ilha ter uma característica de participação e confraternização, a competição entre equipes de ponta é sempre uma atração a mais”, ressalta Carlos Duarte, organizador e idealizador do revezamento, que ainda alerta: “Há pelo mais uma ou duas equipes que podem surpreender.” 

A maioria dos integrantes da Paquetá Esportes Asics participa do Revezamento Volta à Ilha desde 2005. A equipe foi campeã por cinco vezes nas últimas seis edições e vice no ano passado, quando ficou 12 minutos atrás da Beckhauser Malhas. “Nossa preparação é constante o ano inteiro, pois nossos atletas são todos profissionais. Para a prova de sábado, vamos contar com dois atletas novos em relação ao ano passado, ambos com experiência em revezamentos”, projeta José Eduardo Zdanowicz, coordenador da equipe.

Esta será a terceira participação da Backhauser Malhas no Revezamento Volta à Ilha Asics. A vitória em 2011 trouxe ânimo para a equipe, que virá com a mesma formação para 2012. “Cada um de nossos atletas já treina especificamente para o perfil de trecho que irá enfrentar a fim para ter um melhor aproveitamento. Sabemos que os adversários são muito fortes e que será difícil manter o título, mas estamos preparados”, garante o coordenador Edoir Schmoeller.

“Nosso desempenho durante a competição deve estar focado em dar o nosso melhor, sem pensar em um determinado adversário”, destaca José Eduardo Zdanowicz, da Paquetá Esportes. “Todo mundo gosta de vencer, não vamos até Florianópolis para passear”, brinca o coordenador que, apesar do instinto competitivo, garante que a disputa fica dentro da corrida. “Somos todos colegas, nos conhecemos há bastante tempo e até corremos juntos em outros lugares.”

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. 

Confraternização
Nesta quinta (12) e sexta-feira (13), será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.



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Mudanças no percurso do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics trazem mais desafios e emoção

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Dar uma volta inteira na Ilha de Santa Catarina para conhecer suas belezas naturais de carro ou moto, ou ainda de ônibus panorâmico, é muito fácil. Difícil mesmo é 3.700 atletas desafiarem 140 km correndo a pé por trilhas, morros, praias, estradas de terra e ladeiras, superando os limites do próprio corpo. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade do percurso do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. O revezamento será no dia 14 de abril, um sábado cheio de adrenalina para as 400 equipes buscam prazer, aventura e êxito na maior corrida de aventura do país.
Os atletas irão largar com horários diferentes, a partir das 4h15, na Avenida Beira-Mar, próximo ao trapiche. Serão 22,7 km de asfalto e calçamento até o primeiro trecho de estrada de terra, já na seção 4. Em seguida, os atletas farão a travessia de barco da baía, entre o Sambaqui e o Pontal da praia da Daniela. O trecho 4 termina apenas no fim da praia da Daniela.
Para a travessia entre o Sambaqui e a Daniela, estarão disponíveis três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. O tempo de cada competidor durante a travessia será descontado no tempo total do trecho. “A baia é de águas muito calmas e a segurança dos atletas está garantida. Quanto à cronometragem, também não haverá problemas, será tudo feito com muita atenção”, garante Carlos Duarte, organizador e idealizador da prova. A partir do meio-dia será possível acompanhar no site do evento (http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/) as parciais de cada equipe e o tempo realizado na travessia da baía.
Outra mudança ocorre na seção 7 do percurso. Depois de correr quase 7 km, o atleta terá que encarar uma trilha de 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-lo da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, atenção com pedras e raízes são fundamentais, além de muito fôlego. Mas se o local é considerado um dos mais difíceis, é também tido como um dos que apresenta as mais belas paisagens.
Na seção seguinte, os atletas terão mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. O caminho tem pouco mais de 1 km e não passa dos 100 metros de altitude, mas também exige atenção. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina”, avalia Duarte em referência ao maior número de trechos próximos ao mar.
Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguirão pelas praias do Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação e Pântano do Sul, setores que terão dunas, asfalto e trechos longos de areia fofa. Depois da praia dos Açores, chega o grande desafio do percurso, que é a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude. Na sequência, restam apenas três etapas para chegar novamente à Beira-Mar Norte. No ponto onde foi dada a largada será a vez de receber os vitoriosos.
Dar uma volta inteira na Ilha de Santa Catarina para conhecer suas belezas naturais de carro ou moto, ou ainda de ônibus panorâmico, é muito fácil. Difícil mesmo é 3.700 atletas desafiarem 140 km correndo a pé por trilhas, morros, praias, estradas de terra e ladeiras, superando os limites do próprio corpo. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade do percurso do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. O revezamento será no dia 14 de abril, um sábado cheio de adrenalina para as 400 equipes buscam prazer, aventura e êxito na maior corrida de aventura do país.

Os atletas irão largar com horários diferentes, a partir das 4h15, na Avenida Beira-Mar, próximo ao trapiche. Serão 22,7 km de asfalto e calçamento até o primeiro trecho de estrada de terra, já na seção 4. Em seguida, os atletas farão a travessia de barco da baía, entre o Sambaqui e o Pontal da praia da Daniela. O trecho 4 termina apenas no fim da praia da Daniela.

Para a travessia entre o Sambaqui e a Daniela, estarão disponíveis três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. O tempo de cada competidor durante a travessia será descontado no tempo total do trecho. “A baia é de águas muito calmas e a segurança dos atletas está garantida. Quanto à cronometragem, também não haverá problemas, será tudo feito com muita atenção”, garante Carlos Duarte, organizador e idealizador da prova. A partir do meio-dia será possível acompanhar no site do evento (http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/) as parciais de cada equipe e o tempo realizado na travessia da baía.

Outra mudança ocorre na seção 7 do percurso. Depois de correr quase 7 km, o atleta terá que encarar uma trilha de 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-lo da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, atenção com pedras e raízes são fundamentais, além de muito fôlego. Mas se o local é considerado um dos mais difíceis, é também tido como um dos que apresenta as mais belas paisagens.

Na seção seguinte, os atletas terão mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. O caminho tem pouco mais de 1 km e não passa dos 100 metros de altitude, mas também exige atenção. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina”, avalia Duarte em referência ao maior número de trechos próximos ao mar.

Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguirão pelas praias do Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação e Pântano do Sul, setores que terão dunas, asfalto e trechos longos de areia fofa. Depois da praia dos Açores, chega o grande desafio do percurso, que é a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude. Na sequência, restam apenas três etapas para chegar novamente à Beira-Mar Norte. No ponto onde foi dada a largada será a vez de receber os vitoriosos.


Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande     
Last Updated on Tuesday, 03 April 2012 17:55
 
volta_ilha

Equipes do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics movimentam economia da Grande Florianópolis

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Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.
Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?
A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.

Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.

Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?

A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.

José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.


Patrícia Pinheiro
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Last Updated on Tuesday, 03 April 2012 17:56
 

Atletas se preparam para edição 2012 do Volta à Ilha Asics

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Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.
Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?
A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.

O 17º Revezamento Volta à Ilha Asics será no dia 14 de abril, mas para a maioria dos 3.700 atletas a competição já começou. Aos que buscam um lugar no pódio entre as equipes de elite, a preparação exige muita dedicação, disciplina e um treinamento específico no mês que antecede o evento, sem esquecer dos cuidados médicos para evitar lesões. O Volta à Ilha 2012 será realizado em Florianópolis, onde 400 equipes, formadas por profissionais e amantes de corrida, irão competir por 140 km, cruzando praias, trilhas, asfalto e morros. Os primeiros corredores largam a partir das 4h15 e os atletas de elite, às 7h30.

O desafio é grande e o ritmo precisa ser de atleta. Marcos Capistrano, 33, é atleta profissional e foi campeão geral ano passado com a equipe Beckhauser Malhas. Com média de 3,28 min/km, os oito integrantes concluíram a prova em 8h 55mim. “Desde o ano passado, estamos pensando e nos preparando para o Volta à Ilha. Agora, com a aproximação do evento e os trechos de cada atleta definidos, podemos realizar treinamentos específicos”, explica Capistrano sem revelar os trechos que irá correr.

Formada por atletas de diferentes cidades, a equipe não treina junta todos os dias. Às 7 horas , Capistrano acorda, toma café da manhã e uma hora depois já está literalmente com os pés na estrada. São dois treinos, um pela manhã e outro à tarde, seis vezes por semana. Uma média de 25 km por dia e de um percurso inteiro do Volta à Ilha por semana. “Quem deve correr trechos mais longos e desgastantes busca intensificar questões como força e resistência nos treinamentos, enquanto outros tentam aprimorar a velocidade em trechos mais fáceis”, explica o atleta que também é treinador em Curitiba. “A competição é muito acirrada, são segundos que podem fazer a diferença”, avalia Capistrano reconhecendo a força dos adversários.

Não menos empolgados, mas com certeza em outro ritmo, estão os atletas que disputam a categoria participação. A engenheira elétrica Maira Cristina Osmari, 24, irá participar pela primeira vez da competição e já se prepara com foco no Volta à Ilha desde fevereiro. “Corro quatro vezes por semana com treinos alternados de 5 km e 10 km.” Maira deve realizar o trecho da praia da Daniela e já foi correr no local. “Por enquanto não estou preocupada, mas na hora acho que a adrenalina vai pegar”, conta ela.


Não é apenas colocar o tênis e sair correndo

Não importa se a categoria é participação ou é para valer, os cuidados com a saúde são essenciais para um desempenho melhor na prova. O ideal é realizar os treinamentos com um acompanhamento profissional para evitar desgastes excessivos. “Toda a atividade esportiva gera algum tipo de stress, físico ou mental, que senão cuidado pode gerar lesões”, alerta o fisioterapeuta Wagner Haun. “O autotratamento para amenizar uma dor ou alguma inflamação pode esconder algo mais grave que deveria ser corrigido, e não escondido.”

Os atletas mais experientes e profissionais têm mais atenção às questões de saúde e geralmente mantém um acompanhamento constante de seus corpos. Já os iniciantes têm que ter cuidados que começam desde o jeito correto para correr. “Há um movimento mecânico adequado para a corrida que deve ser adaptado a cada um para não salientar lesões”, explica Haun. “Claro que um tênis de qualidade é muito importante, mas é preciso correr adequadamente para não ter problemas.” 


Solidariedade

A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. 


Confraternização

Nos dias 12 e 13 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/.


Volta à Ilha ASICS acumula prêmios

A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país. 



Patrícia Pinheiro

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Last Updated on Wednesday, 28 March 2012 23:32
 

Volta à Ilha ASICS 2012 mantém o espírito da competição e traz novidades

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Ainda será noite quando os primeiros atletas integrantes das 400 equipes que participam
do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS iniciarem a conquista dos 140 km de percurso
em torno da Ilha de Santa Catarina. Com largada definida a partir das 4h15 do dia 14 de
abril, a competição esse ano apresenta novidades no percurso. Dividido em 19 seções,
tem mais trilhas, morros e até uma travessia de barco. Ao todo, serão 3.700 corredores
que, além de competir, irão desbravar os limites de algumas das mais belas paisagens de
Florianópolis, como Praia Brava, Jurerê Internacional, Santinho, Joaquina e Campeche.
Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha ASICS é a primeira corrida por equipes de
longo percurso do Brasil. “A essência do evento é a interação entre os grupos de
competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de
tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, afirma Carlos Duarte,
idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos.
Após 17 anos, a competição se consolidou no calendário nacional. “Hoje, a corrida é
uma das mais procuradas no país. Como temos número limitado de participantes e uma
grande procura de equipes ou atletas, precisamos fazer sorteio de parte das vagas. Outra
parte das vagas são reservadas àqueles que participaram 6 anos ou mais, ou venceram
na categoria em alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior ”, conta Duarte.
O Revezamento Volta à Ilha ASICS consegue agregar atletas com diferentes perfis de
preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das
categorias. Na categoria participação, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima
de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Entre as
oito categorias disponíveis, a grande dificuldade recai nas pernas e esforço de quem
compete em dupla, pois dois atletas enfrentarão o desafio de dar uma volta inteira na
Ilha de Santa Catarina. Mas a maior expectativa do público é, com certeza, acompanhar
o percurso e chegada das equipes de elite, que se preparam arduamente para a prova.
“Só para se ter uma ideia, os grupos que não têm tanta preparação costumam largar
durante a madrugada de sábado e completar o percurso no início da noite. Já os atletas
de elite, largam às 7h30 e cruzam a chegada por volta das 15h30, 16h. É preciso ter um
ritmo acelerado para concluir a prova em cerca de 9h”, conta o organizador do evento.
Realizado anualmente, a corrida teve seu percurso variado entre 155 km e 150 km para
completar o contorno da Ilha de Santa Catarina. Este ano, embora 10 km menor que o
habitual, o revezamento ganhou em dificuldade e emoção em alguns trechos. Além do
tradicional Morro do Sertão, onde a estrada é de chão batido e o desafio tem 250 metros
de altitude com subida e decida íngremes, esta edição apresenta algumas novidades,
como a travessia de barco entre o Sambaqui e a praia da Daniela, que ocorrerá dentro da
seção 4 sem cronometragem de tempo. Também há dois novos trechos de trilha que exigirá bastante dos competidores, um ao final da seção 7 (com uma subida de 180
metros de altitude em trilha) e outro no início da seção 8.
Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta
para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no
bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63
velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda
um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.
Confraternização
Nos dias 12 e 13 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos
esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a
entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS.
Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre
atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no
Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento
Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o
troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009,
ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por
outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu,
em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no
segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a
prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Ainda será noite quando os primeiros atletas integrantes das 400 equipes que participam do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS iniciarem a conquista dos 140 km de percurso em torno da Ilha de Santa Catarina. Com largada definida a partir das 4h15 do dia 14 de abril, a competição esse ano apresenta novidades no percurso. Dividido em 19 seções, tem mais trilhas, morros e até uma travessia de barco. Ao todo, serão 3.700 corredoresque, além de competir, irão desbravar os limites de algumas das mais belas paisagens de Florianópolis, como Praia Brava, Jurerê Internacional, Santinho, Joaquina e Campeche.

Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha ASICS é a primeira corrida por equipes de longo percurso do Brasil. “A essência do evento é a interação entre os grupos de competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, afirma Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos. 

Após 17 anos, a competição se consolidou no calendário nacional. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país. Como temos número limitado de participantes e umagrande procura de equipes ou atletas, precisamos fazer sorteio de parte das vagas. Outra parte das vagas são reservadas àqueles que participaram 6 anos ou mais, ou venceram na categoria em alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior ”, conta Duarte.

O Revezamento Volta à Ilha ASICS consegue agregar atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. Na categoria participação, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Entre as oito categorias disponíveis, a grande dificuldade recai nas pernas e esforço de quem compete em dupla, pois dois atletas enfrentarão o desafio de dar uma volta inteira na Ilha de Santa Catarina. Mas a maior expectativa do público é, com certeza, acompanhar o percurso e chegada das equipes de elite, que se preparam arduamente para a prova. “Só para se ter uma ideia, os grupos que não têm tanta preparação costumam largar durante a madrugada de sábado e completar o percurso no início da noite. Já os atletas de elite, largam às 7h30 e cruzam a chegada por volta das 15h30, 16h. É preciso ter um ritmo acelerado para concluir a prova em cerca de 9h”, conta o organizador do evento.

Realizado anualmente, a corrida teve seu percurso variado entre 155 km e 150 km para completar o contorno da Ilha de Santa Catarina. Este ano, embora 10 km menor que o habitual, o revezamento ganhou em dificuldade e emoção em alguns trechos. Além do tradicional Morro do Sertão, onde a estrada é de chão batido e o desafio tem 250 metros de altitude com subida e decida íngremes, esta edição apresenta algumas novidades,como a travessia de barco entre o Sambaqui e a praia da Daniela, que ocorrerá dentro da seção 4 sem cronometragem de tempo. Também há dois novos trechos de trilha que exigirá bastante dos competidores, um ao final da seção 7 (com uma subida de 180metros de altitude em trilha) e outro no início da seção 8.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Confraternização
Nos dias 12 e 13 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS.Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entreatletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou otroféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Last Updated on Wednesday, 28 March 2012 15:30
 

Equipe catarinense vence o Volta à Ilha ASICS

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A Beckhauser Malhas, equipe de Tubarão (SC), foi a grande campeã da 16a edição do Revezamento Volta à Ilha ASICS, realizada neste sábado (30), em Florianópolis. A equipe largou às 7h15 e completou a prova em 8h55min49s, finalizando o percurso de 150 Km, que dá a volta na Ilha de Santa Catarina. Foi com muita emoção que os nove integrantes da Beckhauser Malhas venceram a equipe gaúcha, Paquetá Esportes, pentacampeã da prova.

 

Segundo um dos integrantes do grupo, Matheus Soares Trindade, a prova foi difícil, como em todos os anos, mas o clima estava melhor do que na edição anterior, o que contribuiu para o resultado. “No Volta à Ilha ASICS é superação atrás de superação. Ano passado não vencemos por pouco, mas em 2012 voltaremos com o prestígio de sermos favoritos”, entusiasmou-se Matheus.

 

A Paquetá Esportes, de Porto Alegre (RS), era a favorita na prova, mas demorou 11min45s a mais que a Beckhauser para completar o percurso, que abrange 22 pontos turísticos da capital catarinense. Tauro Bonorino, integrante da equipe, confessou certa frustração, mas provocou dizendo que, em 2012, somente a equipe gaúcha poderá ser hexacampeã. “Perder faz parte, mas estamos assimilando com a derrota coisas diferentes das que aprendemos com a vitória”, afirma ele.

 

Para o organizador da prova, professor Carlos Duarte, mais uma vez o Volta à Ilha ASICS foi um sucesso. “Estamos muito felizes. Este ano a competição foi mais tranquila, acredito que pelas condições climáticas mais favoráveis. O sol ajudou os corredores a aproveitar mais o percurso e tudo fluiu melhor”, conta Carlos.

 

O Volta à Ilha ASICS, além de reunir 3.600 atletas e cerca de 400 pessoas que trabalharam no dia da prova, também atraiu curiosos e fanáticos pelo esporte, como a aposentada Sônia Moreira. A senhora de Curitiba, que mora há três meses em Florianópolis, revelou que estava desde às 11h esperando para ver os corredores cruzarem a linha de chegada. “Gostaria de participar do Volta à Ilha. Eu já caminhava em Curitiba e, agora, ando todos os dias na Beira-mar. Estou muito emocionada com a competição e a estrutura. Adoro esse esporte”, concluiu ela.

 

A primeira bateria das equipes saiu às 4h da madrugada e a última às 7h30, todas elas do trapiche da Av. Beira-mar Norte. Após a chegada, todos os atletas receberam medalhas de participação. Neste domingo (25), às 9h30, no Hotel Majestic, será a premiação da prova.

 

16a edição do Volta à Ilha ASICS premia campeões neste domingo

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O 16° Revezamento Volta à Ilha ASICS premiou seus campeões neste domingo (1°/5), em uma cerimônia realizada pela manhã, no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam troféus, medalhas e brindes do patrocinador. As demais equipes ganharam medalhas e camisetas do evento. A campeã geral foi a catarinense Beckhauser Malhas, de Tubarão, que bateu a penta-campeã de Porto Alegre, Paquetá Esportes, com o tempo de 8h55min49s.

 

Nas duplas, mais uma vez quem levou a melhor foi a Assessoria André Villarinho ASICS, de Goiânia. O vaqueiro Sinei Mendanha e o pedreiro Cleiser Santos completaram os 150 Km em 10h56min42s. Segundo Cleiser, eles não esperavam o calor que fez no sábado (30), o que dificultou um pouco alguns trajetos. “A gente se surpreendeu com o clima quente nessa época aqui no Sul, que fez os trechos de morro e areia ficarem mais difíceis”, revelou o atleta. De acordo com o coordenador da equipe, André Villarinho, os treze primeiros trechos foram muitos puxados. “Essa dupla não gosta de correr atrás e por isso apertou o ritmo. O desgaste foi maior”, contou André.

 

Nas outras categorias, os vencedores foram os seguintes: na Aberta, a Paquetá Esportes/ASICS, de Porto Alegre, com o tempo de 9h07min34s; na Aberta Mista, a Tribus Adventure I, do Rio de Janeiro, em 11h00min50s; na Veterana Mista, a Tribus Running/Paquetá, de Novo Hamburgo, após 10h15min26s; na Veterana 40, deu a Via Brasil Konsolle, de Pouso Alegre, em 10h14min08s; e na Veterana 50, quem levou a melhor foi a Chão de Aterro, do Rio de Janeiro, com o tempo de 11h14min45s.

 

Segundo o professor Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, o evento tem superado as expectativas a cada ano. “O Volta à Ilha ASICS traz muitos benefícios à capital catarinense. É possível perceber um aumento no movimento do setor hoteleiro e turístico, por exemplo, e a procura é cada vez maior para participar da competição. Nesta edição, mais de duas mil pessoas tiveram que ficar de fora”, explicou Carlos.

 

As 390 equipes do 16º Revezamento Volta à Ilha ASICS percorreram 150 Km de Florianópolis, no último sábado (30), passando por 22 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem mata, areia fofa de praia, duna, chão batido, asfalto, calçamento, aclives e declives. O percurso reuniu as mais belas paisagens de Florianópolis, como Jurerê Internacional, Forte de São José, Cachoeira do Bom Jesus, Praia Brava, Ingleses, Santinho, Moçambique, Rio Vermelho, Joaquina, Campeche, Armação, Açores e Ribeirão da Ilha.

 

Solidariedade e confraternização

A Eco Floripa irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para o Lar Recanto da Esperança, localizado no Rio Vermelho, em Florianópolis, com o objetivo de ajudar as comunidades carentes locais.

 

 

Patrícia Pinheiro
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Inclusão social no Volta à Ilha ASICS

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Os 150 Km do percurso do Revezamento Volta à Ilha ASICS 2011 serão palco de integração entre cerca de 3.600 atletas inscritos para a prova, que será realizada no dia 30 de abril, em Florianópolis. Para Guilherme Linck dos Santos, de 27 anos, a tradicional corrida pedestre, que irá dar a volta na Ilha de Florianópolis, também será mais um exemplo de inclusão social. Ele tem Síndrome de Down, faz parte da Kautzmann Equipe de Corrida e irá correr o sétimo trecho, de 3,3 quilômetros, que inicia no Forte São José e segue pela praia de Jurerê.

Guilherme começou a correr há seis anos, quando integrou a equipe Kautzmann. Há aproximadamente 10 anos, em uma academia de Porto Alegre, ele conheceu o treinador Artur Kautzmann Filho, de 34 anos, que se tornou instrutor de musculação dele. “Correr me faz sentir melhor, ainda mais porque conto com o apoio da minha família e o incentivo da equipe”, revela o rapaz. Atualmente, Guilherme e Artur integram a mesma equipe de corrida, formada também por outros dez homens, de 25 a 35 anos, que irá participar do Volta à Ilha pela 5ª vez. “Competir ao lado de uma pessoa com Síndrome de Down é uma experiência de honra. O lema é: o que eu posso fazer, ele também pode. Vejo a pessoa com síndrome, que é dedicada ao exercício, como vencedora”, afirma Kautzmann, coordenador da equipe.

O maior incentivo de Guilherme para a corrida veio da família, da qual a mãe é a grande mentora. O pai é corredor de grandes provas nacionais e internacionais e a irmã também corre provas importantes. O jovem correu o Volta à Ilha há três anos e só não participou de edições posteriores, porque esteve, nas vésperas das provas, com problemas de saúde, que podem acometer qualquer pessoa. Guilherme treina três vezes por semana. Duas vezes na academia, em esteira, e uma vez na pista, com a equipe. Além disso, ele faz musculação duas vezes por semana.

A corrida e a Síndrome

“O Guilherme tem grande expectativa acerca de eventos como a Volta à Ilha ASICS. Ele fica muito feliz em estar convivendo em equipe e gosta de se sentir querido pelos que o rodeiam”, afirma Kautzmann. Segundo o treinador, o garoto não tem características competitivas, mas participativas, que advém da sua participação influente em um grupo de escotismo, no qual tem a função de chefe. Guilherme escolheu a corrida em função da influência que seu pai e sua irmã exerceram sobre a família toda. Ele conheceu a prova por meio do pai dele e do treinador, Artur.

Artur Kautzmann acredita que os benefícios da corrida para portadores da Síndrome de Down vão além da inclusão social. “Os benefícios são, principalmente, cardiovasculares e psicológicos, além de sociológicos”, diz. De acordo com o Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo, a expectativa de vida de pessoas com Síndrome de Down fica entre 50 e 60 anos e prática de exercícios físicos regulares só ajuda nesse fator.

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Volta à Ilha ASICS revela exemplo de empresa familiar bem sucedida

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A realização da 16ª edição do Revezamento Volta à Ilha ASICS, que já é obrigatoriedade para fãs de corridas de rua, expõe uma tendência da economia de países industrializados e emergentes: as empresas familiares. Dentro desse contexto, foi criada há 10 anos, por profissionais da Educação Física, a Eco Floripa Eventos Esportivos. “Além de mim, a empresa é composta também pela minha sobrinha Luanda Duarte e por minha esposa Maria de Fátima Duarte, que também colabora com várias atividades”, conta o diretor-presidente da empresa, professor Carlos Duarte.

Em 2011, o Volta à Ilha ASICS contará com 3.600 corredores, que serão divididos em 390 equipes, no dia 30 de abril, em Florianópolis. Contudo, a competição, que a cada ano reúne mais atletas e recebe reconhecimento de diversas revistas do setor, como Revista O2, Mens´s Health e Running Brasil, não é o único evento de sucesso que a Eco Floripa realiza. Atualmente, também estão nessa lista mais três grandes provas: DesaFrio Urubici , Revezamento de São Francisco do Sul e Desafio Praias e Trilhas. “Nossa relação profissional é muito boa, pois há confiança e isso reflete na empresa. Além disso, os atletas recebem e sentem um tratamento familiar nos eventos organizados pela Eco Floripa”, afirma Duarte.

Negócio de família
A equipe que dirige a Eco Floripa tem boa experiência em corridas pedestres, e dirigiu, por vários anos, a Associação de Corredores de Rua de Florianópolis (Corpolis). Com base nesse conhecimento, ela presta consultoria a outras empresas, na execução de provas como meia-maratonas, maratonas e provas integradas.
A família Duarte também é unida fora dos negócios. Há 12 anos, com a equipe “Os Duartes”, eles participam do Volta à Ilha ASICS. “No dia da prova recebemos mais 15 pessoas da família. Algumas vêm para completar a equipe na categoria Participação e outras para ajudar na competição”, revela Carlos Duarte.

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Last Updated on Thursday, 21 April 2011 10:17
 

Tradicional Volta à Ilha ASICS reúne 3.600 corredores em 2011

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16º Revezamento Volta à Ilha ASICS - 150KM
30/04/2011

 Dar a volta completa na Ilha de Florianópolis é a meta dos 3.600 atletas que participarão da 16a edição do Revezamento Volta à Ilha ASICS, evento de corrida pedestre que já é tradição no calendário dos fanáticos pelo esporte. A largada para o percurso de 150 Km será dada no dia 30 de abril, a partir das 4h, no trapiche da avenida Beira-mar Norte. “O Revezamento Volta à Ilha foi a primeira prova do gênero no Brasil. Devido às belezas do percurso, ao estudo detalhado dele e à boa organização desde a primeira edição, esse é o evento de corrida mais admirado e disputado do país”, afirma o organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, professor Carlos Duarte.

 O Volta à Ilha foi criado em 1996 e é realizado, anualmente, pela Eco Floripa. A prova tem um perfil inclusivo, pois permite que corredores de diferentes níveis de condicionamento físico possam participar. O trajeto compreende vários tipos de terrenos: mata, areia fofa de praia, duna, chão batido, asfalto, calçamento, aclives e declives. Além disso, o percurso reúne as mais belas paisagens de Florianópolis, como Jurerê Internacional, Forte de São José, Cachoeira do Bom Jesus, Praia Brava, Ingleses, Santinho, Moçambique, Rio Vermelho, Joaquina, Campeche, Armação, Açores e Ribeirão da Ilha.

 A largada começará às 4h e ocorrerá até às 7h30, sendo que, a cada 15 minutos, 30 equipes começarão a suar a camisa. O trecho mais temido da competição é o do Morro do Sertão do Peri, na Seção 19 (Sul da Ilha), quase no final da prova. Lá o terreno é de chão batido, com uma subida íngreme que atinge 250 metros de altitude. No dia, cerca de 400 pessoas trabalharão no evento, sendo que o maior grupo é composto por professores e alunos de Educação Física. A organização também contará com médicos, socorristas e Polícia Militar.

Reconhecimento e tradição

Com o passar dos anos, o Revezamento Volta à Ilha ASICS foi se profissionalizando e tornando-se cada vez mais organizado e atrativo. Em 1996, eram 22 equipes. Já nesta edição, estão inscritas 390. Elas estão divididas em oito categorias, podendo participar atletas a partir de 12 anos. No percurso, haverá 22 pontos de encontro (pontos de troca), onde os corredores irão se revezar. Os trechos variam de 3 a 15 km e o grau de dificuldade vai de fácil a muito difícil. O encerramento da competição será às 20h15, também no trapiche da avenida Beira Mar-norte.

 Nesta edição, mais uma vez a Paquetá Sports ASICS, de Porto Alegre, que foi campeã nos últimos cinco anos, é a equipe favorita. Mas a disputa não deve ser fácil, pois a segunda colocada do ano passado, Beckhauser Malhas, de Tubarão, promete aumentar o nível da competição. Aproximadamente 350 grupos não conseguiram vaga para a 16a edição do Volta à Ilha ASICS, que reúne equipes de 11 estados brasileiros, três da Argentina, além de competidores estrangeiros.

 

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios

A Revista O2 premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS com o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil” nos anos de 2007, 2008 e 2009, reconhecimento observado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Solidariedade e confraternização

A Eco Floripa irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para o Lar Recanto da Esperança, localizado no Rio Vermelho, em Florianópolis, com o objetivo de ajudar as comunidades carentes locais. Nos dias 28 e 29 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No dia 28, a feira será realizada das 14 às 19h. No segundo dia, das 10 às 21h. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/.

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Last Updated on Thursday, 31 March 2011 18:45
 

Campeões do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS são premiados neste domingo

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Os atletas vencedores do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS foram premiados na manhã deste domingo, dia 25, em cerimônia realizada no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam meias, troféus e medalhas. As demais equipes receberam medalhas e camisetas do evento.

O campeão geral foi a equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que venceu a prova pela quinta vez consecutiva, com o tempo de 8h36min06. “Conseguimos manter o excelente nível, mesmo tendo que trocar alguns atletas em relação ao ano passado, devido a lesões”, diz Tauro Bonorino, membro do time. Ele afirma que a maior dificuldade foi na praia do Campeche, onde, devido à chuva, teve que escolher entre correr na areia fofa ou na parte de baixo, com a água nas canelas. “Tirei uma mão cheia de areia de dentro da meia ensopada ao completar o trecho”, conta. 

Nas duplas, quem levou a melhor foi a Assessoria André Villarinho Asics, de Goiânia. O vaqueiro Sinei Mendanha e o pedreiro Cleiser Santos completaram os 150 quilômetros em 10h55min56. Sinei, que participou pela primeira vez do Revezamento Volta à Ilha ASICS, comenta que se impressionou com a força do vento na praia da Joaquina. “Foi bom mesmo, super difícil. A chuva dificultou os terrenos, mas deu uma refrescada”, completa Cleiser, que havia vencido a prova no ano passado, com outra parceria.

Na categoria Feminina, o Clube da Endorfina Olympikus conquistou o bicampeonato. As meninas de Porto Alegre levaram 11h22min34 para cumprir o percurso e, contrariando os adeptos da teoria do sexo frágil, não deram muita bola para a chuva. “Ano passado, o temporal foi bem pior”, afirma Rosana Nunes, integrante da equipe. “E ganhar a primeira vez foi maravilhoso, mas a segunda é ainda melhor, não tem nem como descrever”, conta Elenir Stroppel, outra vencedora do grupo.

Nas outras categorias, os vencedores foram os seguintes: na Aberta, a Beckhauser Malhas, de Tubarão, com o tempo de 8h47min06; na Aberta Mista, a Comiran & Cia, de Curitiba, em 9h47min31; na Veterana Mista, a Amigos do Bosque Maia, de Guarulhos, após 10h51min33; na Veterana 40, deu a Relovoux, de Curitiba, em 10h00min36; e na Veterana 50, quem levou a melhor foi a Chão do Aterro, do Rio de Janeiro, com o tempo de 12h03min12.

Segundo Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, a premiação não envolve quantias em dinheiro por ser uma corrida de confraternização. “O importante é o encontro dos atletas e a participação deles nesta prova que pretende mostrar as belezas naturais da nossa ilha, focando ainda o respeito ao meio ambiente”, explica.

Os participantes do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS percorreram 150 quilômetros de Florianópolis no último sábado, dia 24, passando por mais de 20 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem praias, trilhas e asfalto.

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Last Updated on Monday, 17 May 2010 14:59
 

Equipe gaúcha leva o penta no 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS

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Depois da largada do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, na manhã deste sábado, dia 24, em Florianópolis, os 3.500 corredores, divididos em 385 equipes, enfrentaram uma forte chuva durante os 150 quilômetros da disputa. Trechos alagados, lama e ressacas marinhas marcaram todas as etapas da prova. Contudo, nada disso segurou a determinação da equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que faturou o pentacampeonato. O octeto completou a prova em 8h36min06. 

Comemorada com muita festa na linha de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, a vitória da equipe Paquetá Esportes Asics simboliza a sintonia entre o atletismo e a saúde, visando a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, de acordo com Eduardo Zdanowicv, coordenador do grupo. “O evento está melhor a cada ano, aumentando sua visibilidade e reforçando o crescimento das corridas no Brasil, e nós ficamos felizes de fazer parte dessa história com cinco títulos”, afirma Zdanowicv.
A competição, realizada durante todo o sábado, incluiu 20 pontos turísticos da Capital, entre praias, trilhas e asfalto. Segundo o professor Carlos Duarte, organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, a chuva fez com que a temperatura ficasse agradável, o que é um ponto positivo para os atletas. “Porém, a maré encheu e isso dificultou bastante as coisas para os participantes. Mas quem corre o Revezamento Volta à Ilha ASICS gosta desses desafios, sem falar no clima de amizade, de confraternização por meio do esporte e o respeito ao meio ambiente”, diz Duarte.

A primeira bateria das equipes saiu às 4 horas da madrugada e a última às 7h15min. Após a chegada, todos os participantes receberam medalhas de participação. Neste domingo, dia 25, às 9h30, no Hotel Majestic, acontecerá a premiação da prova. Os primeiros lugares de cada categoria receberão troféus, tênis e meias Asics.

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Last Updated on Monday, 17 May 2010 14:54
 

Os favoritos do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS

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O 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS tem o seu lado lúdico, através do contato direto com a natureza e da diversão saudável, mas muitos atletas vêm com espírito competitivo, buscando a vitória e a quebra de recordes. Entre as sete categorias, destacam-se algumas equipes que já colecionam troféus e correm atrás da superação de limites a cada edição da prova, que esse ano ocorrerá no dia 24 de abril, próximo sábado, com largada e chegada no trapiche da Avenida Beira-mar Norte, em Florianópolis.

 

A maior papa-títulos da história do Revezamento Volta à Ilha ASICS é a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre, que buscará o pentacampeonato na Categoria Aberta, a principal do evento. “Temos o hábito de já começar a preparação um ano antes, observando atletas e definindo estratégias”, explica o coordenador da equipe, Eduardo Zdanowicv. Na sexta-feira à noite, horas antes da prova, o grupo se reúne para um pequeno seminário e discussões de ideias, e também para concentrar pensamentos positivos. Quebrar o recorde da competição, estabelecido em 2002 pelo Exército Brasileiro em 8h22min50s, é considerado uma meta muito difícil, mas eles pretendem encaram esse desafio.

 

A dupla favorita para esta edição, a André Villarinho/ASICS, é composta por dois goianos: o pedreiro Cleiser Alves dos Santos e o vaqueiro Sinei Lucio Mendanha. Cleiser foi vencedor da categoria no ano passado, mas com uma parceria diferente. Ambos são treinados por André Villarinho. “O Sinei foi descoberto há três anos na fazenda em que trabalha. Ele acorda às 4 da manhã para iniciar a ordenha das 50 vacas do lugar e às 10h, começa seu treinamento”, conta André. “Após suas funções à tarde, ele ainda pedala por 45 minutos até a escola, onde estuda à noite”. O treinador pretende aliar a experiência de Cleiser no Revezamento Volta à Ilha ASICS ao talento natural de Sinei para conseguir um bom resultado. “Melhorar o tempo do ano passado já será um grande feito”, afirma.

 

Outro time que já tem um troféu na estante é o Projeto Mulher, de São Paulo. Campeãs em 2004, elas acham que a vitória não deve ser o objetivo principal em uma corrida como o Revezamento Volta à Ilha ASICS, mas sim a consequência de um trabalho bem feito. “Confiamos bastante na nossa força e formação e daremos nosso melhor, vencer é relativo”, diz a atleta e treinadora da equipe, Cristina de Carvalho. Ela lembra que a equipe foi pioneira na Categoria Feminina no evento.

 

No meio de toda essa disputa, ainda há tempo para se encantar com as paisagens de Florianópolis. André Villarinho conta uma curiosidade a respeito de seus atletas. “No ano passado, o Cleiser conheceu o mar e andou de avião pela primeira vez devido à prova”, conta o treinador. “Esse ano será a vez do Sinei estrear na areia e nas nuvens”, completa. Quem disse que competição e diversão não podem caminhar, ou melhor, correr lado a lado?

 

Assessoria de Imprensa = Patrícia Pinheiro - (48) 8843.5699 This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

 

 

Volta à Ilha ASICS: corrida fortalece a união de casais

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Correr é encurtar distâncias. No 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, que acontecerá no dia 24 de abril (sábado), em Florianópolis, não será diferente: 3.500 atletas darão o máximo para cumprir os 150 km no menor tempo possível. Para alguns deles, porém, essa expressão tem um significado especial, o fortalecimento da união. O engenheiro civil Bracial Lacerda, 47, e a tecnóloga odontológica Ana Maria Lacerda, 42, são casados, mas moram em cidades diferentes. Ele, em Florianópolis, e ela em São Paulo. Mas o pretexto que os dois encontraram para estarem sempre juntos foram as corridas de aventura.

 

Entre maratonas, meias e revezamentos, já são mais de 20 eventos em que colocaram, em todos os sentidos, o pé na estrada juntos. “As corridas são sempre momentos de descontração. Conhecemos novas cidades, pessoas, fazemos os passeios turísticos e participamos de festas com os outros atletas”, conta Lacerda. O casal é recebido por esses amigos em todos os estados brasileiros e, da mesma forma, os recebem em Florianópolis e São Paulo.

 

Em 2010, eles vão para a terceira participação no Revezamento Volta à Ilha ASICS e correrão por equipes diferentes. Não há rivalidade, no entanto. “Nem tem como. A Ana faz ultramaratonas, está muito melhor condicionada e tem um ritmo bem mais forte que e o meu”, diverte-se o maridão. Ele ainda diz que o que importa é o estímulo mútuo, que um torce para que o outro alcance seu objetivo pessoal dentro da prova e que ambos consideram que esse é o espírito dos verdadeiros atletas.

 

Bracial Lacerda e Ana Maria consideram as competições e a vida saudável como um fator fundamental para sua relação no casamento. “A corrida, além de trazer saúde e bem estar, proporciona uma melhora no convívio do casal”, afirma o engenheiro, “e não sei como seriam nossas vidas sem as corridas. Só sei que tanto eu como a Ana nos sentimos muito bem correndo, um com o outro e com os velhos e novos amigos que fazemos pelas estradas do Brasil”.

 

– Patrícia Pinheiro = (48) 8843.5699, e-mail This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

 

15º Revezamento Volta à Ilha ASICS atrai atletas quarentões

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Foi-se o tempo em que ter 40 anos era sinônimo de adormecer no sofá ao final do dia, assistindo TV. Os quarentões do século XXI estão calçando os tênis de corrida e deixando a preguiça de lado para pegar a estrada. No 15º RevezamentoVolta à Ilha ASICS, que reunirá mais de 3.500 corredores nas ruas, praias e trilhas de Florianópolis, no dia 24 de abrilsábado), cerca de 20% dos atletas têm mais de 40, e o mais curioso é que muitos deles começaram a treinar há pouco tempo. (

 

Fábio Lavratti, 41, professor de Logística na Capital catarinense, era adepto da musculação, com foco na hipertrofia, semdar muita atenção aos exercícios aeróbicos. Aproximando-se dos 40 anos, percebeu que essa postura não era a maispara a sua saúde. “Passei a treinar todos os dias com acompanhamento de um profissional, além de readequar minha alimentação”, afirma. Ele possui uma boa coleção de medalhas e troféus que mostram que a trocaesporte teve bons resultados, mas acredita que o principal foi o ganho em qualidade de vida. adequada de

 

Melhorar a qualidade de vida também era o objetivo inicial da dona-de-casa de Joinville, Ana Carla Gusmão, 40. Elaasma e, após uma cirurgia no nariz, resolveu calçar os tênis de corrida para melhorar a capacidade respiratória. Não foi estímulo o suficiente, porém. Uma situação triste acabou sendo um fator motivador. “Quando minha mãemuito abatida, com um sentimento muito ruim”, conta Ana Carla, “e foi quando encontrei uma válvula de escape nas corridas”. Logo ela estava fazendo parte de uma equipe, que em 2010 estreará no 15º Revezamento VoltaIlha ASICS. sofre de à faleceu, fiquei

 

o funcionário-público de Brasília, Marco Almeida, 40, reencontrou-se com uma antiga vocação. Ele trabalhou porcomo professor de Educação Física em colégios, mas acabou redirecionando a carreira. Contudo, o interesse por esportes nunca desapareceu e, nos últimos anos, passou a se dedicar às corridas de rua. “Tenho participado de diversas provas pelo Brasil e, assim, vou conhecendo novos lugares e pessoas”, diz, apontando mais uma vantagem do esporte. muitos anos

 

Marco é mais um estreante no 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, considerada por importantes revistas especializadas como a corrida mais admirada do Brasil. A Revista O2 premiou a Volta à Ilha com o troféu de “Evento de corrida maisnos anos de 2007, 2008 e 2009. A Revista Mens´s Health a elegeu em 2007 como a “MelhorCorrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da RevistaRevezamento Volta à Ilha o “Melhor Evento de Aventura” do País. admirado do Brasil” Running Brasil consideraram o

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Campeões do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS são premiados neste domingo

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Os atletas vencedores do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS foram premiados na manhã deste domingo, dia 25, em cerimônia realizada no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam meias, troféus e medalhas. As demais equipes receberam medalhas e camisetas do evento.

 

O campeão geral foi a equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que venceu a prova pela quinta vez consecutiva, com o tempo de 8h36min06. “Conseguimos manter o excelente nível, mesmo tendo que trocar alguns atletas em relação ao ano passado, devido a lesões”, diz Tauro Bonorino, membro do time. Ele afirma que a maior dificuldade foi na praia do Campeche, onde, devido à chuva, teve que escolher entre correr na areia fofa ou na parte de baixo, com a água nas canelas. “Tirei uma mão cheia de areia de dentro da meia ensopada ao completar o trecho”, conta.

 

Nas duplas, quem levou a melhor foi a Assessoria André Villarinho Asics, de Goiânia. O vaqueiro Sinei Mendanha e o pedreiro Cleiser Santos completaram os 150 quilômetros em 10h55min56. Sinei, que participou pela primeira vez do Revezamento Volta à Ilha ASICS, comenta que se impressionou com a força do vento na praia da Joaquina. “Foi bom mesmo, super difícil. A chuva dificultou os terrenos, mas deu uma refrescada”, completa Cleiser, que havia vencido a prova no ano passado, com outra parceria.

 

Na categoria Feminina, o Clube da Endorfina Olympikus conquistou o bicampeonato. As meninas de Porto Alegre levaram 11h22min34 para cumprir o percurso e, contrariando os adeptos da teoria do sexo frágil, não deram muita bola para a chuva. “Ano passado, o temporal foi bem pior”, afirma Rosana Nunes, integrante da equipe. “E ganhar a primeira vez foi maravilhoso, mas a segunda é ainda melhor, não tem nem como descrever”, conta Elenir Stroppel, outra vencedora do grupo.

 

Nas outras categorias, os vencedores foram os seguintes: na Aberta, a Beckhauser Malhas, de Tubarão, com o tempo de 8h47min06; na Aberta Mista, a Comiran & Cia, de Curitiba, em 9h47min31; na Veterana Mista, a Amigos do Bosque Maia, de Guarulhos, após 10h51min33; na Veterana 40, deu a Relovoux, de Curitiba, em 10h00min36; e na Veterana 50, quem levou a melhor foi a Chão do Aterro, do Rio de Janeiro, com o tempo de 12h03min12.

 

Segundo Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, a premiação não envolve quantias em dinheiro por ser uma corrida de confraternização. “O importante é o encontro dos atletas e a participação deles nesta prova que pretende mostrar as belezas naturais da nossa ilha, focando ainda o respeito ao meio ambiente”, explica.

 

Os participantes do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS percorreram 150 quilômetros de Florianópolis no último sábado, dia 24, passando por mais de 20 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem praias, trilhas e asfalto.

 

Patrícia Pinheiro - Assessora de Comunicação
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Equipe gaúcha leva o penta no 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS

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Depois da largada do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, na manhã deste sábado, dia 24, em Florianópolis, os 3.500 corredores, divididos em 385 equipes, enfrentaram uma forte chuva durante os 150 quilômetros da disputa. Trechos alagados, lama e ressacas marinhas marcaram todas as etapas da prova. Contudo, nada disso segurou a determinação da equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que faturou o pentacampeonato. O octeto completou a prova em 8h36min06.

 

Comemorada com muita festa na linha de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, a vitória da equipe Paquetá Esportes Asics simboliza a sintonia entre o atletismo e a saúde, visando a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, de acordo com Eduardo Zdanowicv, coordenador do grupo. “O evento está melhor a cada ano, aumentando sua visibilidade e reforçando o crescimento das corridas no Brasil, e nós ficamos felizes de fazer parte dessa história com cinco títulos”, afirma Zdanowicv.

 

A competição, realizada durante todo o sábado, incluiu 20 pontos turísticos da Capital, entre praias, trilhas e asfalto. Segundo o professor Carlos Duarte, organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, a chuva fez com que a temperatura ficasse agradável, o que é um ponto positivo para os atletas. “Porém, a maré encheu e isso dificultou bastante as coisas para os participantes. Mas quem corre o Revezamento Volta à Ilha ASICS gosta desses desafios, sem falar no clima de amizade, de confraternização por meio do esporte e o respeito ao meio ambiente”, diz Duarte.

 

A primeira bateria das equipes saiu às 4 horas da madrugada e a última às 7h15min. Após a chegada, todos os participantes receberam medalhas de participação. Neste domingo, dia 25, às 9h30, no Hotel Majestic, acontecerá a premiação da prova. Os primeiros lugares de cada categoria receberão troféus, tênis e meias Asics.

Patrícia Pinheiro
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Cresce o número de equipes femininas no 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS

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As mulheres vêm ganhando cada vez mais espaço nas corridas de revezamento. Se antes era comum somente completarem as equipes masculinas, hoje as atletas têm categorias próprias e entram para competir, refletindo o crescimento do esporte. Um exemplo disso é o Revezamento Volta à Ilha ASICS, que terá sua 15ª edição disputada no dia 24 de abril (sábado), em Florianópolis. Na primeira, em 1996, poucas corredoras participaram e não havia categoriaexclusiva. Apenas em 2003, uma equipe composta unicamente por mulheres foi inscrita e, no ano seguinte, surgiu a Categoria Feminina, com sete times.

 

Para 2010, esse número dobrou. “Observamos uma tendência de crescimento de grupos femininos, até chegarmos aos 14 atuais”, afirma o professor Carlos Duarte, organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos. Uma das estreantes é a Tigre em Ação Rosa, de Joinville. A empresa quenome à equipe observou a demanda dos funcionários e montou um grupo de corridasdez anos. As mulheres ganharam um time de competições no anopassado, tendo participado de vários eventos. “O coordenador sempre teve vontade de montar uma equipe feminina, mas não havia atletas suficientes. Com a divulgação interna, começamos meio acanhadas, mas hoje estamos em todas”, diz a integrante Ana Carla Gusmão, 40. 

Ana Carla conta que a rotina de treinos é puxada, com corridas, musculação e práticas específicas perto das provas, alémque faz com que cada corredora se especialize em um tipo de terreno e distância. “É importante para nós também preservar a qualidade de vida, a amizade, o companheirismo e a evolução em grupo”, lembra a atleta, “ que nos tornamos amigas de verdade e nos preocupamos com o bem-estar de todas”. de uma avaliação de perfis

 

a Mega Girls, de Florianópolis, pode se considerar uma veterana no Revezamento Volta à Ilha ASICS: vai para a quartaEla é composta por alunas da assessoria esportiva Mega, criada em 2006. “É uma equipe competitiva, estamos sempre renovando e constantemente procurando evoluir. Somos uma família, temos encontros e reuniões foratreino com objetivo de integrar o grupo”, conta Vanuza Maciel, 40, responsável técnica da assessoria e integrante do time. participação.

 

Da mesma forma que a Tigre em Ação Rosa, a Mega Girls também observa as potencialidades das atletas e desenvolve treinos específicos visando melhorar o desempenho da equipe como um todo. “Temos treinos com acompanhamento durante a semana em lugares diferentes e, nos finais de semana, vamos aos locais de prova”, explica Vanuza.

 

Ana Carla e Vanuza concordam que a competitividade estimula o desenvolvimento das atletas. “Quando corríamos no grupo misto, os homens faziam os trechos mais difíceis, mas agora somos nós que temos que enfrentá-los, o que é muito bom!”, conta a joinvilense. Vanuza diz que a equipe feminina é mais guerreira. “Todas dão o máximo sempre e acabam nascendo rivalidades, mas conseguimos equilibrar”, explica.

 

uma vilã em comum a todas as atletas é encarada de formas diferentes. Vanuza diz que a TPM é uma grande inimiga, pois quando atrapalha uma corredora, prejudica o grupo todo. para Ana Maria, a solução é ignorá-la. “Deixamos a TPM no chão e corremos sobre ela”, diverte-se a corredora.

 

Assessoria de Imprensa

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Bastidores de uma corrida de aventura

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O Revezamento Volta à Ilha ASICS é uma competição que envolve a participação de 385 equipes buscando alcançar a linha de chegada. Da mesma forma, a organização do evento é um esforço coletivo, que visa proporcionar uma corridainesquecível aos atletas. Em sua 15ª edição, que acontecerá em Florianópolis no dia 24 de abril (sábado), com largada e chegada no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte, cerca de 400 pessoas trabalharão no dia da prova. Elas se dividirão entre postos de controle, pontos específicos do trajeto e deslocamentos por toda a cidade.

 

A preparação, porém, iniciou ainda no ano passado, no mês de setembro, quando foi divulgado o regulamento do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS no site oficial (www.voltailha.com.br). A partir daí, começaram as inscrições de corredores de todo o Brasil para o sorteio das vagas. Nesta edição, mais de 300 equipes ficaram de fora. “O limite no número de inscritos é necessário para que possamos proporcionar aos competidores uma experiência agradável e recompensadora”, diz o professor Carlos Duarte, criador e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, empresa responsável pela organização da prova.

 

Durante a corrida, há profissionais que cuidam de cada aspecto do Revezamento Volta à Ilha ASICS, desde a marcaçãoaté a entrega das medalhas, passando pelos estacionamentos dos carros de apoio. Existe uma parceria comCentro de Desportos da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) para que estudantes de Educação Física façam parte da arbitragem e do controle dos atletas, tendo a experiência de trabalhar em uma das maiores e mais premiadas corridas de aventura do Brasil. Professores do Centro coordenam os alunos, que participam de cursos de capacitação e recebem uma ajuda de custo. do percurso o

 

O Revezamento Volta à Ilha ASICS não é uma prova que se caracteriza por acidentes, mas quatro ambulâncias commédico e enfermeiro ficam à disposição caso haja emergências. Um grupo de rádio amador dá suporte à organização, coordenando algumas atividades e fazendo relatórios em tempo real. Fiscais de percurso se deslocam entre postos de troca durante a corrida, já que ela é bastante longa, com a duração de 16 horas. “Os colaboradores se envolvem ativamente no dia da Volta. Assim, podemos descentralizar decisões e atividades”, conta o professor Carlos. Ele credita boa parte do sucesso e longevidade do Revezamento Volta à Ilha ASICS ao carinho e profissionalismo com que toda a equipe de organização trata o evento.

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Corrida mais admirada do Brasil completa 15 anos

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A corrida mais admirada do Brasil está completando 15 edições. No dia 24 de abril, 385 equipes tentarão completar o percurso de 150 quilômetros entre as praias, dunas e estradas de Florianópolis. A largada e chegada acontecerão no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte. O primeiro pelotão sairá às 4 horas da madrugada de sábado, enquanto os atletas de elite iniciarão o desafio a partir das 7h15 horas. A chegada dos primeiros colocados está prevista para perto das 16 horas.

A história do Revezamento Volta à Ilha ASICS começou em 1996, com 220 corredores participando da largada e será completada, em 2010, com 3.500 atletas cruzando a linha de chegada. Esses números, reforçados por seis prêmios recebidos pela organização do evento, mostram o crescimento da prova a cada ano. E tudo começou com a vontade de mostrar que um esporte essencialmente solitário poderia ter um lado coletivo, aproximando pessoas em grupos que têm em comum a paixão por gastar a sola do tênis.

“Participei de uma prova de revezamento nos Estados Unidos em 1990 e 91 e fiquei com uma pulga atrás da orelha: não havia nada parecido no Brasil”, conta o professor Carlos Duarte, organizador do Revezamento Volta à Ilha ASICS. Algum tempo depois, ao passar pelo Pântano do Sul e por outras praias de Florianópolis, o professor percebeu que a cidade seria o lugar ideal para uma corrida longa de revezamento.
No entanto, participar como atleta era muito diferente de organizar uma prova dessa magnitude. “Foram dois anos conhecendo todos os detalhes da Ilha, mapeando estradas e trilhas e analisando a viabilidade”, conta Duarte. Isso tudo, é bom lembrar, aconteceu em uma época em que aparelhos de medição por GPS e a internet não eram facilmente disponíveis. Google Maps? Sem chance. “Consegui mapear 155 km (atualmente são 150), privilegiando as paisagens mais bonitas de Florianópolis, para que as 22 equipes corressem admirando a natureza”, diz, apontando a prioridade da época.

Com o passar dos anos, o Revezamento Volta à Ilha ASICS foi se profissionalizando e se tornando cada vez mais organizado e atrativo. As 22 equipes iniciais cresceram e são, agora, 385. Os atletas profissionais hoje dividem as ruas e trilhas de Florianópolis com corredores que procuram a prova para se divertir, para curtir a natureza ou apenas para fazer amigos.
A qualidade reconhecida da Volta à Ilha ASICS somou-se à explosão do esporte no Brasil, tornando a corrida verdadeiramente nacional: em 1996, apenas três grupos não eram de Santa Catarina, enquanto hoje o Estado corresponde por 16,5% das inscrições. O que não mudou foi a beleza dos cenários da capital catarinense, embora o professor Carlos Duarte admita ter feito concessões. “Tivemos que adaptar alguns trechos porque precisávamos de estacionamentos para os carros de apoio dos corredores”, diz. “Mas é um problema bom, que mostra que o evento cresceu e que é um sucesso, o que nos faz desejar que ainda venham muitas edições, cada vez melhores”.

Corrida mais admirada do Brasil

A Volta à Ilha ASICS é considerada por importantes revistas especializadas como a corrida mais admirada do Brasil. A Revista O2 premiou a Volta à Ilha com o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil” nos anos de 2007, 2008 e 2009. A Revista Mens´s Health a elegeu em 2007 como a “Melhor Corrida do Brasil”. Nos anos de 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram o Revezamento Volta à Ilha o “Melhor Evento de Aventura” do País.

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Campeões do 14° Revezamento Volta à Ilha Asics são premiados neste domingo

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Os atletas vencedores do 14° Revezamento Volta à Ilha Asics foram premiados na manhã deste domingo, dia 26, em cerimônia realizada no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam meias e tênis Asics, além de troféus e medalhas. As demais equipes receberam medalhas e camisetas do evento.

 

O primeiro lugar Geral ficou com a equipe gaúcha Paquetá Esportes Asics. Na categoria Aberta, o primeiro lugar foi para a Polícia Civil do Rio Grande do Sul, seguida da Coyote Bela Vista. A Campos Running recebeu a premiação na categoria Aberta Mista, e a Dealer Runners ficou com o segundo lugar.

 

Na categoria Feminina, o Clube da Endorfina Reebok chegou em primeiro, seguido da Mega Girls. Na Veterana Mista, os campeões foram da equipe Antílope Verde. Em segundo lugar na categoria ficou a equipe da Fundação Brigada Militar. Pela Veterana 40, os vencedores são Petrobras Paraná, seguida da Via Brasil. A equipe Cuca – Curitiba V50 venceu a categoria Veterana 50 e, em seguida, chegou a Vento Sul 50. Na categoria Duplas, levaram o primeiro lugar André e Villarinho Asics, seguida da dupla Miriam Caldasso e Auxiliadora Predial.

 

Segundo Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, a premiação não envolve quantias em dinheiro por ser uma prova de confraternização. “O importante é o encontro dos atletas e a participação deles nesta prova que pretende mostrar as belezas naturais da nossa Ilha, focando ainda o respeito ao meio ambiente”, explica.

 

Os participantes do 14° Revezamento Volta à Ilha Asics percorreram 150 quilômetros de Florianópolis no último sábado, dia 25, passando por mais de 20 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem praias, trilhas e asfalto.

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Equipe gaúcha leva o tetra no 14° Revezamento Volta à Ilha Asics

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Depois da largada do 14º Revezamento Volta à Ilha na manhã deste sábado, dia 25, em Florianópolis, os 3.500 corredores, divididos em 380 equipes, enfrentaram uma forte chuva durante a primeira metade dos 150 quilômetros da disputa. Trechos alagados, lama, alta umidade e visibilidade prejudicada marcaram todas as etapas da prova. Mas os empecilhos climáticos não tiraram a determinação da equipe Paquetá Esportes Asics,  que levou o título de tetracampeã. O grupo, formado por nove atletas, mais a comissão técnica, fechou o percurso de 150 quilômetros em 8h50min39s, com chegada às 16h05min39s.

 

Comemorada com champanhe, a vitória de equipe Paquetá Esportes Asics veio após muita preparação e estudo estratégico, conforme explica o coordenador Eduardo Zdanowicv. O atleta Adelar Schuler, da grupo vencedor, observa que os trechos mais desafiadores da corrida foram as praias. “A maré alta e a areia muito molhada geraram as maiores dificuldades, mas o que importa é que nós vencemos, mesmo não quebrando recordes”, destaca o participante.

 

A competição, realizada durante todo o sábado, incluiu 20 pontos turísticos da Capital, entre praias, trilhas e asfalto. Segundo o coordenador da prova, professor Carlos Duarte, a chuva fez com que a temperatura ficasse agradável, o que é um ponto positivo para os atletas. “No trecho da BR-401, algumas equipes tiveram que correr com a água pela cintura, mas isso não tirou a garra de ninguém. Os fatores que atraem cada mais vez mais competidores para o Revezamento são o clima de amizade, de confraternização por meio do esporte, sem esquecer o respeito ao meio ambiente”, assegura Duarte.

 

A primeira bateria das equipes saiu às 4 horas da madrugada e a última às 7h15min.

Após a chegada, todos os participantes receberam medalhas de participação. Neste domingo, dia 26, às 9h30min, no Hotel Majestic, será a premiação da prova, promovida pela EcoFloripa Eventos Esportivos, organizadora do evento. Os primeiros lugares de cada categoria receberão troféus, tênis e meias Asics.

Assessoria de Imprensa

Patrícia Pinheiro

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Equipes do 14º Revezamento Volta à Ilha Asics buscam quebrar recordes no sábado

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Os atletas que irão participar do 14º Revezamento Volta à Ilha Asics neste sábado, dia 25, em Florianópolis, pretendem quebrar recordes. É o caso da Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, e da Equipe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, que irão largar às 7h30min, no trapiche da Beira-mar Norte. Na categoria geral, o recorde pertence ao Exército Brasileiro que, em 2002, completou 155 quilômetros em 8h21min50s, ou seja, foram 3min14s por quilômetro percorrido.

 

Os coordenadores da Paquetá Esportes Asics, Eduardo Zdanowicv e Edson Berreta, buscam o tetracampeonato na prova. A equipe venceu as edições de 2006, 2007 e 2008. “Nós começamos a nos preparar um ano antes, observando atletas e pensando estratégias. Em relação às equipes dos anos anteriores, apenas três atletas permanecem os mesmos”. Na sexta-feira à noite, horas antes da prova, o grupo se reúne para um pequeno seminário e discussões de idéias, e também para concentrar pensamentos positivos. “Apesar de parecer difícil, nosso objetivo é quebrar o nosso recorde e o da competição”, revela Zdanowicv.

 

A primeira participação da equipe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul no Revezamento Volta à Ilha foi em 2004, em que o objetivo do grupo era aproximar a polícia da comunidade por meio da prática esportiva. Em 2009, a equipe conta com funcionários públicos, como policiais e agentes prisionais, além de comerciantes e estudantes. Não há atletas profissionais, e cada um elabora o ritmo do seu treinamento individualmente. De acordo com o coordenador da equipe, Jorge Luis Diaz, quebrar recordes é o objetivo de todos os competidores. “Nós buscamos sempre um resultado melhor que o do ano anterior, mas os resultados dependem de sorte e uma logística impecável também”, observa.

 

O 14º Revezamento Volta à Ilha Asics terá a participação de 380 equipes que irão percorrer 150 quilômetros entre praias, trilhas e asfaltos de Florianópolis. O primeiro grupo de equipes largará às 4 horas da madrugada, sendo que o ponto de largada e chegada da competição será o trapiche da Beira-mar Norte. O último grupo sairá às 7h30min. A previsão de chegada para os primeiro colocados, segundo o organizador do evento, professor Carlos Duarte, é a partir das 15 horas. A Ecofloripa, organizadora da Volta à Ilha Asics, premiará o primeiro lugar de cada categoria com troféus personalizados, tênis e meias da Asics. Os demais colocados receberão lindas medalhas alusivas ao evento.

 

Esporte em meio a belas paisagens

Situada na ilha de Santa Catarina, Florianópolis, a capital do Estado, é uma das mais belas cidades do país. Considerada por muitos habitantes e turistas que a visitam como detentora de uma beleza singular, dotada de fortes traços da cultura açoriana, observados nas edificações, artesanato, no folclore, culinária e nas tradições religiosas, Florianópolis tem no turismo uma de suas principais fontes de renda.

Entre os atrativos turísticos da capital se destacam as praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como Ribeirão da Ilha, Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o próprio centro histórico da cidade.

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Revezamento Volta à Ilha Asics traz novidades no trajeto em 2009

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Os atletas que participarão do 14º Revezamento Volta à Ilha Asics, no dia 25 de abril (sábado), em Florianópolis, irão encarar novos desafios em relação à última edição, no ano passado. O trajeto foi ampliado de 13,3 para 15 km no trecho do Morro do Sertão do Peri, na Seção 19 (Sul da Ilha), o mais temido da prova por apresentar chão batido com uma subida íngreme. Além disso, um dos competidores de cada equipe terá que correr uma seção a mais, sem revezamento.

 

Em razão das obras de construção de um hospital na Base Aérea de Florianópolis, o posto de controle que permitia o revezamento dos atletas entre as seções 20 e 21 foi cancelado, ou seja, cada equipe terá que se organizar para que um atleta dobre o trajeto. De acordo com o organizador do evento, Carlos Duarte, a mudança não compromete o desempenho dos grupos: “Para o atleta preparado, o aumento do trajeto não deverá interferir no resultado final da prova. Cada equipe deverá decidir quem irá dobrar o percurso, correndo agora uma distância de 7,8 km”, observa o professor Carlos ao afirmar, ainda, que a prova já é conhecida por um atleta correr um trecho diferente do outro.

 

O roteiro da prova, disputada por 380 equipes, divididas entre 3.500 participantes, inclui mais de 20 pontos turísticos e praias da cidade. Em 150 quilômetros, o corredor e sua equipe atravessarão praias, dunas, estradas e outros desafios a partir do lado Oeste da Ilha. A atual equipe campeã do Volta à Ilha é a Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que já está inscrita na prova deste ano e busca o tetracampeonato. O recorde histórico da competição pertence ao Exército Brasileiro que, em 2002, completou os 155 quilômetros de corrida – distância estipulada naquele ano –  em 8h21min50s, ou seja, levou 3min14 para percorrer cada quilômetro.

   

Portadores de deficiências participarão do 14º Revezamento Volta à Ilha Asics

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Pela segunda vez consecutiva, o Revezamento Volta à Ilha Asics mostra que não há limites para a força de vontade. A 14ª edição da corrida, a ser realizada no dia 25 de abril (sábado) em Florianópolis, já confirmou a presença de dez jovens atletas portadores de deficiências. A equipe Eficiente foi convidada pelo organizador da prova, professor Carlos Duarte, para competir em uma categoria especial chamada Participação C, sem criar uma prova paralela à corrida, como a maioria das competições.

 

A equipe terá atletas de cadeiras de rodas, deficientes visuais e mentais da Grande Florianópolis e Itajaí. O coordenador do grupo, o professor de Educação Física Roger Lima Scherer, explica que durante a prova os competidores terão acompanhamento especial, estrutura e suporte necessários para que possam cumprir os desafios da competição. “O Volta à Ilha disponibilizará guias para acompanhar os participantes e eles percorrerão apenas o roteiro possível”, observa Scherer.

 

O organizador do 14º Revezamento Volta à Ilha Asics, Carlos Duarte, garante que a participação dos portadores de deficiências é um exemplo para os novos competidores. “Eles mostram que nada é impossível quando uma pessoa tem um objetivo”, assegura o Duarte.

 

A competição é considerada a maior corrida a pé da América Latina, e terá a participação de 380 equipes formadas por atletas de todo o País e da Argentina. O roteiro da prova inclui mais de 20 pontos turísticos e praias da Capital. Em 150 quilômetros, com saída e chegada no trapiche da Beira-mar Norte, o corredor e sua equipe terão pela frente praias, estradas e trilhas como desafio.

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Atletas não perdem uma edição do Volta à Ilha Asics

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Competidores como Ailton, Analto e Raul fazem questão de marcar presença na maior prova de revezamento da América Latina: o Volta à Ilha Asics. Eles são os únicos que participaram de todas as edições da prova. Segundo os atletas, um dos atrativos para suas frequência na corrida é o fato do revezamento permitir que pessoas de diferentes níveis de condicionamento físico possam participar, já que os trechos de cada integrante da equipe variam de três a 11 km.

 

“O Revezamento Volta à Ilha Asics é uma competição diferente porque nos aliamos aos adversários. Ninguém precisa ser atleta e correr bem para encarar o desafio”, assegura o curitibano radicado em Florianópolis, Ailton José Valentim Júnior. O atleta, que competirá na categoria Participação A, prepare-se para a prova correndo três vezes por semana, de 5 a 10 km, além de praticar musculação e estabelecer um dia de descanso a cada sete dias.

 

O manezinho Analto da Cunha compete com a mesma equipe há 12 anos e garante que o trajeto mais prazeroso da competição é o do Sul da Ilha. O clima de descontração, brincadeira e amizade, segundo o atleta, é responsável por atrair novos participantes todos os anos ao Revezamento. Já o blumenauense Raul Cardozo, corre há 32 anos ininterruptos. “Participei das maratonas de Berlim, Paris e mais de mil corridas de rua. Revezamento Volta à Ilha é realizado no lugar mais bonito do Brasil. Não dá para perder uma edição”, define Cardozo.

 

Os participantes da 14ª Edição do Volta à Ilha Asics disputarão a prova no dia 25 de abril (sábado), em Florianópolis, com competidores de todo o País e da Argentina. Ao todo, são 380 equipes, divididas entre 3.500 competidores. O professor Carlos Duarte, organizador do evento, garante que para alcançar bons resultados no Revezamento é necessário pensar coletivamente e com antecedência. O roteiro da prova, que é promovida pela Eco Floripa Eventos Esportivos, inclui mais de 20 pontos turísticos e praias da cidade.

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Inscrições para o 14° Revezamento Volta à Ilha Asics batem recorde

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O 14° Revezamento Volta à Ilha Asics bateu recorde de inscrições nesta edição da prova, que é considerada a maior corrida a pé da América Latina. As inscrições encerraram no último dia 3 de fevereiro. Os atletas formam 380 equipes, divididas entre 3.500 participantes. Em relação à última competição, são 30 novos grupos tentando dar a volta à Ilha de Santa Catarina no menor tempo possível. A competição será disputada no dia 25 de abril (sábado), em Florianópolis, com participação de competidores de todo o País e da Argentina. Por ser uma corrida de revezamento, a participação em equipe é indispensável.

O roteiro da prova, que é promovida pela Eco Floripa Eventos Esportivos, inclui mais de 20 pontos turísticos e praias da cidade. Em 150 quilômetros, o corredor e sua equipe atravessarão praias, dunas, estradas e outros desafios a partir do lado Oeste da Ilha. “Participar do revezamento é sempre pensar coletivamente. A prova requer da equipe organização e preparação meses antes”, reforça o professor Carlos Duarte, organizador do evento e presidente da Eco Floripa. O professor observa que o percurso mais temido da competição é o trecho do Morro do Sertão do Peri, na Seção 19 (Sul da Ilha), quase no final da prova. “O terreno é de chão batido, com uma subida íngreme que atinge 250 metros de altitude. A seguir vem a descida, onde os freios musculares e o equilíbrio corporal são muito exigidos”.

A atual equipe campeã do Volta à Ilha é a Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que já está inscrita na prova deste ano e busca o tetracampeonato. O recorde histórico da competição pertence ao Exército Brasileiro que, em 2002, completou os 155 quilômetros de corrida – distância estipulada naquele ano –  em 8h21min50s, ou seja, levou 3min14 para percorrer cada quilômetro.

Corrida mais admirada do Brasil

A Volta à Ilha Asics é considerada por importantes revistas especializadas como a corrida mais admirada do Brasil. A Revista Mens´s Health a elegeu em 2007 como a “Melhor Corrida do Brasil”, onde nesta categoria a Corrida de São Silvestre ficou em segundo lugar. Nos anos de 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram o Revezamento Volta à Ilha o “Melhor Evento de Aventura” do País. Já a Revista O2 premiou a Volta à Ilha com o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil” nos anos de 2007 e 2008.

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