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Campeões do Volta à Ilha 2014 recebem troféus e medalhas

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Os campeões da 19ª Revezamento Volta à Ilha ASICS foram premiados neste domingo, 13, em cerimônia no Hotel Majestic, em Florianópolis. O troféu do primeiro lugar geral foi entregue à equipe Supermercado Jacomar, de Curitiba, que concluiu os 140 quilômetros da volta à Ilha em 9h9min41s. Já o primeiro lugar da categoria Aberta ficou com a equipe Amigos do Freire, também de Curitiba, seguido do pessoal do Acara, de Blumenau. Também foram feitas homenagens a todos os 3,7 mil atletas participantes com medalhas e brindes.

Na categoria dupla, a equipe da Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre, conquistou o primeiro lugar e quebrou o favoritismo dos pentacampeões da André Villarinho, agora na segunda colocação. Os vencedores Gilliard Pinheiro e Fernando Beserra levaram o prêmio por completar o percurso em 10h12min57s, 12 minutos a menos que os goianos Cleiser Santos e Sinei Mendanha.

O idealizador do Volta à Ilha e organizador do evento, Carlos Duarte, comemorou mais uma edição realizada com sucesso e a renovação entre os campeões. "É muito bom ver a superação dos atletas e as surpresas dos resultados. A energia dos participantes é contagiante e um ótimo retorno para nós da organização. Cumprimos mais uma vez o objetivo de incentivar o esporte, com muito espírito de equipe e amizade. Ano que vem tem mais".

A lista com o resultado oficial, fotos e vídeos estarão disponíveis no site da corrida a partir desta segunda-feira, 14.

Confira abaixo a lista de campeões do 19ª Revezamento Volta à Ilha ASICS:

Campeão Geral - Supermercado Jacomar, Curitiba (PR) - 09h09min41s

Categoria Aberta
1º lugar - Amigos do Freire, Curitiba (PR) - 09h32min41s
2º lugar -Acara/SME Apiúna, Blumenau (PR) - 09h39min41s
3º lugar - D-Run Blonexo II, Campinas (SP) - 09h55min17s

Categoria Dupla
1º lugar - Cia dos Cavalos/Indomit, Porto Alegre (RS) - 10h12min57s
2º lugar - Andre Villarinho/Asics/Opus, Senador Canedo (GO) - 10h23min19s
3º lugar - Acrimet/TEM Esportes/Runtech, São Bernado do Campo (SP) - 11h42min56s

Categoria Aberta Mista
1º lugar - SESI/HF, Belo Horizonte (MG) - 09h20min34s
2º lugar - Base 1 Academia, Caxias do Sul (RS) - 10h05min27s
3º lugar - Cindacta II, Curitiba (PR) - 10h34min01s

Categoria Veterana Mista
1º lugar - Campos Running/Paqueta Esportes, Novo Hamburgo (RS) - 10h12min41s
2º lugar - Sprint Assessoria Esportiva Vet. M, Florianópolis (SC) - 11h27min58s
3º lugar - V8 Teranos, Curitiba (PR) - 12h06min04s

Categoria Feminina
1º lugar - Cia dos Cavalos Feino, Porto Alegre (RS) - 11h46min52s
2º lugar - As Oxteam, Cuiabá (MT) - 12h09min53s
3º lugar - Bate Cadarço, Curitiba (PR) - 12h21min19s

Categoria Veterana 50
1º lugar - Chão do Aterro, Rio de Janeiro (RJ) - 11h24min37s
2º lugar - Vento Sul Vet 50, Florianópolis (SC) - 11h54min45s

Categoria Veterana 40
1º lugar - Nossa Saúde Criozan, Curitiba (PR) - 09h45min43s
2º lugar - Poupex Pe de Vento BSB - Cordf, Brasília (DF) - 10h07min17s
3º lugar - Relouvox Hidra, Curitiba (PR) - 10h51min02s

 

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (61) 8179-0680
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skype e twitter: patvitara
Texto: Patricia Krieger

 

 

Equipes do Sul do Brasil surpreendem e conquistam os primeiros lugares no Volta à Ilha 2014

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Os primeiros a cruzar a linha de chegada do 19º Revezamento Volta à Ilha ASICS foram o catarinense Gilliard Pinheiro, de Bombinhas, e Fernando Beserra, de São Paulo, às 15h27min33s deste sábado, 12, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Depois de três anos de tentativa, a dupla da Companhia dos Cavalos conseguiu quebrar o favoritismo dos pentacampeões da André Villarinho, os goianos Cleiser Alves e Sinei Mendanha, e se tornar campeã na categoria considerada a mais difícil da competição, com o tempo final de 10h12min57s. “Adotamos a estratégia de nos manter atrás, e aproveitar qualquer deslize dos goianos, o que aconteceu do morro do sertão, no Sul da Ilha, já no fim do percurso”, comemorou Gilliard.

Para os agora vice-campeões na categoria Dupla, o que os atrapalhou seu desempenho foi um atraso de três minutos. “O Sinei teve que esperar um tempo porque o nosso carro da troca demorou a chegar. Tentei compensar em seguida, mas já estava psicologicamente esgotado e não consegui mais alcançar a outra dupla. Ano que vem viremos para recuperar o título”, desafiou Sinei.

O troféu de campeã geral, que completou o percurso em menor tempo total na categoria Aberta, foi entregue para a equipe Supermercado Jacomar, de Curitiba, que realizou a prova em 9h9min41s. “Foi uma excelente prova! A equipe estava muito bem preparada e unida”, destacou José Alves da Silva, da equipe Jacomar.

O resultado oficial do 19º Revezamento Volta à Ilha ASICS foi divulgado neste domingo, 13, em cerimônia de premiação, no Hotel Majestic. Os resultados também estarão disponíveis no site da Eco Floripa Eventos Esportivos a partir desta segunda-feira, 14. A novidade desta edição é que não houve favoritos e as equipes que nem sempre ficaram nas primeiras colocações tiveram a chance de conquistar um lugar no podium. “Tudo correu bem e conseguimos realizar esta edição com sucesso. E mais uma vez contamos com a participação de atletas de 15 estados brasileiros e 5 países estrangeiros”, celebrou Carlos Duarte, organizador da competição e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos.


Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

 

Novas equipes disputam o título de campeã geral do Volta à Ilha ASICS 2014

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A expectativa para o campeão geral da corrida de revezamento Volta à Ilha ASICS, que ocorre amanhã, 12, está ainda maior este ano. Desta vez não há favoritos e é a grande a chance das equipes que sempre chegaram perto, mas não conseguiram subir ao podium. É o caso dos integrantes de Acara, de Apiúna, e Jacomar, de Curitiba, que ficaram entre os cinco primeiros colocados nas últimas edições. "As equipes da categoria Aberta largam às 7h30min de sábado, no trapiche da Beira-Mar Norte, e a previsão é de que as primeiras colocadas completem a volta na Ilha a partir das 15h", explica o idealizador do evento, Carlos Duarte.

Os vencedores da edição do ano passado se consagraram tricampeões da corrida e decidiram não comparecer este ano. A notícia animou os participantes inscritos na categoria Aberta, em que há atletas de elite de todo o Brasil. Para o grupo paranaense da equipe Supermercado Jacomar, terceiro lugar de 2013, a meta será bater o recorde de cada um para diminuir o tempo total da última prova, de 9h5min. "Vamos seguir no mesmo ritmo dos últimos anos, em clima de amizade e parceria. Tivemos bons resultados e queremos repeti-los", diz o treinador Cristian Vigorne.

A equipe catarinense, de Apiúna, ficou em quinto lugar na última edição e também vem em busca do título. O treinador Maiquel Romani considera o grupo mais forte este ano. "Se avaliarmos o tempo que fizemos no ano passado, acho que temos condições de brigar pelo título. Competimos há cinco anos e nunca levamos um troféu para casa. Para nós, o mais importante é participar, mas vamos tentar ficar entre os três primeiros".

O percurso do 19º Revezamento Volta à Ilha ASICS tem 140 quilômetros e passa por 25 das 40 praias de Florianópolis. São 18 trechos com dunas, morros, areias, asfaltos e trilhas que exigem concentração e muito fôlego dos 3,7 mil atletas que participarão da corrida. Como as vagas são limitadas, os primeiros colocados têm prioridade na inscrição para a edição seguinte. O restante é distribuído em um sorteio. Por isso, é difícil prever qual será o resultado da corrida. "É sempre difícil arriscar um palpite para os vencedores, mas acredito que o conhecimento dos trechos e a união da equipe fazem a diferença no tempo que os atletas levam para terminar cada trecho", destaca Carlos Duarte. O resultado oficial será divulgado na cerimônia de premiação, que será realizada no domingo, 13, às 9h30min, no Hotel Majestic.

Bastidores da corrida serão registrados em vídeo
Para registrar e trazer um pouco mais dos bastidores da prova, neste ano haverá uma cobertura de vídeo por meio de um link para a internet, que estará disponível no dia da corrida no site do Volta à Ilha, e um painel instalado no ponto de partida de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A transmissão começa às 4h15min da madrugada, com imagens ao vivo da largada e conteúdo informativo sobre a prova, e segue até 20h. Haverá uma estrutura com duas ilhas de edição, câmeras e motos que irão se deslocar pelos 140 km do percurso para captar imagens ao longo do dia. O material também será disponibilizado para emissoras de TV via FTP (ferramenta de transferências de arquivos pela internet), com imagens em formato Full HD, ou seja, em alta definição.

Consolidação
Maior corrida de revezamento do Brasil, a primeira edição do Volta à Ilha foi em 1996, com 22 equipes participantes. Agora, 18 anos depois, são 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. Parte delas são reservadas àqueles que participaram sete anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior. Além disso, a competição reúne atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria Participação, até quem tem mais de 50, na Veterana.

Lixo produzido durante a corrida será encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, será recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da prova.

Solidariedade
Parte do valor da inscrição de cada atleta é doada para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - SERTE, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. A SERTE atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Prêmios
A edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (61) 8179-0680
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Texto: Patricia Krieger

 

 

Equipes treinadas pelo ultramaratonista Manuel Lago competem entre si no Volta à Ilha

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Florianópolis voltará a ser povoada por 3,7 mil atletas de todo Brasil no próximo sábado, 12, na 19ª edição da corrida de revezamento Volta à Ilha ASICS. Famosa por seu percurso desafiador de 140 quilômetros com areias, asfaltos, trilhas e morros das belezas naturais da Ilha de Santa Catarina, a prova permite que a diferença de habilidades dos corredores equilibre e fortaleça a equipe. O ultramaratonista e treinador Manuel Lago aproveita esse fator para testar o limite de seus alunos em uma competição interna entre seis equipes inscritas. Mesmo participando em diferente número e categorias, os grupos podem completar a volta à Ilha com o mesmo tempo.

“Preparei um treino específico para cada atleta e priorizei a distância total que cada um vai percorrer para aumentar a velocidade. As equipes se inscreveram com o objetivo de cada um fazer o melhor dentro do seu trecho e ver qual delas fará o melhor tempo total”, explica Manuel.

Esta é a sétima vez que Manuel Lago participa do Volta à Ilha. Este ano são seis grupos com atletas de mais de um ano de experiência e idade de 29 a 53 anos. “Por saber que existe alguém esperando lá na frente para a troca, os atletas acabam correndo mais rápido. É um clima de integração muito gostoso, todo mundo quer mais no fim da corrida”.


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Dupla quer quebrar favoritismo dos goianos no Volta à Ilha 2014

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Completar o percurso de 140 quilômetros do contorno da Ilha de Santa Catarina será o desafio de 3,7 mil atletas que estarão em Florianópolis no próximo sábado, 12, para a 19ª edição da maior corrida de revezamento do Brasil, o Volta à Ilha ASICS. Se para grande parte dos inscritos os 18 trechos da prova serão divididos entre equipes de seis a nove pessoas, para as duplas, a competição terá outro nível. Neste ano, a disputa na categoria mais difícil da corrida vai ser ainda mais acirrada, pois uma nova dupla vem com tudo para tentar quebrar o favoritismo da dupla pentacampeã, de Goiás.

Esta será a quarta vez que uma equipe treinada pelo gaúcho Cleimar Rodrigo Tomazelli participa da prova para tentar vencer os goianos Cleiser Alves e Sinei Mendanha. A dupla da Companhia dos Cavalos ficou atrás da André Villarinho, sendo vice-campeã nos últimos 3 anos. Neste ano, com novos integrantes, Tomazelli acredita que tem chance de bater o recorde dos campeões. "Nós temos muito respeito e admiração pelos amigos e adversários da equipe goiana. Formamos uma nova e fortíssima dupla para tentar finalmente conseguir o título. Daremos o sangue, a alma e o coração para isso, e que vença a dupla mais bem preparada", torce o treinador.

A equipe goiana André Villarinho bateu o próprio recorde e diminuiu em 20 minutos o tempo total para completar o Revezamento Volta à Ilha ASICS no ano passado. Foram 9h57min para percorrer os 140 quilômetros da prova. Já os vice-campeões da Companhia dos Cavalos levaram 10 horas e 32 minutos. A diferença do tempo total da corrida para a categoria Dupla e a Aberta, em que há oito integrantes, é de menos de duas horas. A campeã geral de 2013 completou o percurso em 8h01min.

A estratégia dos goianos e da maior parte das duplas que participa da prova é revezar a cada um ou dois trechos. Um corre e o outro segue de carro até o próximo ponto de troca. Apesar de correrem juntos no Volta à Ilha, tanto os integrantes da equipe gaúcha quanto a da goiana moram em cidades diferentes. Sinei é de Americana do Brasil e Cleiser é de Goiânia. Já a Companhia dos Cavalos é composta por Gilliard Pinheiro, de Bombinhas e Fernando Beserra, de São Paulo. A largada desta categoria está marcada para a madrugada deste sábado, 5h, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte.

 

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Last Updated on Wednesday, 09 April 2014 22:33
 

Percurso pesado desafia 3,7 mil atletas a encarar 140 km de aventura

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Atletas de todo Brasil estarão em Florianópolis para se aventurar nos 140 quilômetros da corrida de revezamento Volta à Ilha ASICS, no próximo sábado, dia 12 de abril, com largada e chegada no trapiche da avenida Beira-Mar Norte. A prova exige espírito de equipe e estratégia na hora de definir quais trechos cada participante deve percorrer, pois existem percursos que só são vencidos com muita preparação. Com categorias que reúnem de duas a nove pessoas, a competição oferece opções para todos os gostos: trilhas, asfaltos, morros e areias de 25 praias do contorno da Ilha de Santa Catarina.

A preparação para o Volta à Ilha começa um ano antes da corrida. Para participar da prova, os atletas estudam o percurso com cuidado e definem com antecedência o trecho mais adequado para o perfil de um. A etapa considerada mais difícil é a da subida do Morro do Sertão, no Sul da Ilha. São 15 km de trecho, sendo 6 km a subida de um morro de 250 metros. “Quem escolhe correr esse trecho precisa estar muito bem preparado. As equipes costumam deixar essa parte para quem tem mais experiência”, explica idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, Carlos Duarte.

Apesar de a estrada do Morro do Sertão ser conhecida como a parte mais pesada, as dunas e trilhas também exigem muito fôlego. Quem escolhe correr por trilhas deve diminuir o ritmo e estar atento a possíveis surpresas. Já os que se preparam para longos trechos de dunas e areia, precisam estar com a resistência física em dia, principalmente os joelhos. “O Volta à Ilha é uma corrida de aventura que exige que o atleta saiba quais são as suas habilidades e limitações, e assim tente se superar e contribuir da melhor maneira para a equipe”, diz Carlos Duarte.

Também há trechos mais tranquilos, como os que passam pelos bairros tradicionais de colonização portuguesa, Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui. Além de ter uma das vistas mais bonitas da Ilha, o cenário é composto por casas antigas e ranchos de pescadores. Ao chegar no fim desse trecho, depois de passar por uma parte da história de Santa Catarina, os corredores ainda têm 10 minutos de descanso para as pernas. Para chegar no próximo ponto da corrida, no Pontal da praia Daniela, os participantes fazem uma travessia de barco ou de banana boat.

O tempo para realizar a prova varia de acordo com as categorias. Ano passado, a equipe vencedora completou a volta na Ilha em 8h01min05s. Mas a maior parte dos inscritos tem como objetivo terminar a prova. A largada será entre às 4h15min e 7h30min, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, no centro da Capital.


Bastidores da corrida serão registrados em vídeo
Para registrar e trazer um pouco mais dos bastidores da prova, neste ano haverá uma cobertura de vídeo por meio de um link para a internet, que estará disponível no dia da corrida no site do Volta à Ilha, e um painel instalado no ponto de partida de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A transmissão começa às 4h15min da madrugada, com imagens e conteúdo informativo sobre a prova, e segue até 20h. Haverá uma estrutura com duas ilhas de edição, câmeras e motos que irão se deslocar pelos 140 km do percurso para captar imagens ao longo do dia. O material também será disponibilizado para emissoras de TV via FTP (ferramenta de transferências de arquivos pela internet), com imagens em formato Full HD, ou seja, em alta definição.

Consolidação
Maior corrida de revezamento do Brasil, a primeira edição do Volta à Ilha foi em 1996, com 22 equipes participantes. Agora, 18 anos depois, são 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. Parte delas são reservadas àqueles que participaram sete anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior. Além disso, a competição reúne atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria Participação, até quem tem mais de 50, na Veterana.

Lixo produzido durante a corrida será encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, será recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da prova.

Solidariedade
Parte do valor da inscrição de cada atleta é doada para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - SERTE, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. A SERTE atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Prêmios
A edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

 

Last Updated on Monday, 07 April 2014 09:23
 

Volta à Ilha 2014 atrai turismo esportivo para Florianópolis

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 A 19ª edição do Volta à Ilha ASICS, maior corrida de revezamento do Brasil, será realizada no próximo dia 12 de abril, com saída e chegada na avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A competição, que desafia 3,7 mil atletas a se dividirem em pequenos trechos para completar o percurso de 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina, atrai, a cada ano, atletas de todo o Brasil, e também inúmeros corredores de outros países. Pela tradição da prova, hotéis e pousadas oferecem pacotes específicos para data, com cardápios especiais para quem vai precisar de muita energia e, ainda, programações diferenciadas para os atletas e suas famílias, que aliam o prazer do esporte ao do turismo.

Jorge Alberto Lazzarutti e sua equipe virão de Rosário, na Argentina, para participar da corrida. “Nove pessoas compõe o nosso grupo e estamos prontos a nos jogar nessa aventura de dar a volta na ilha. Nos preparamos com tudo para poder aproveitar ao máximo essa prova tão bonita”, conta o treinador e atleta. Esta é a primeira vez que eles participam da competição e chegarão a Florianópolis alguns dias antes da corrida para descansar e aproveitar o turismo local. A estadia da equipe será em uma pousada da praia de Canasvieiras.

Lazzarutti diz que o Revezamento Volta à Ilha ASICS é bastante conhecido entre os corredores argentinos. “Ao saber mais sobre o formato da prova e o lugar, qualquer atleta fica com vontade de ir para Santa Catarina”. O treinador conta que planeja a participação na corrida desde 2005, quando ouviu falar da competição pela primeira vez. “Este ano, demos sorte e conseguimos nos inscrever. Estou muito feliz e bastante ansioso para o grande dia”.

As equipes inscritas em oito diferentes categorias largam entre às 4h15min e 7h30min, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, no centro da Capital. Como há muita procura, a organização realiza um sorteio para as vagas disponíveis. A equipe argentina está inscrita na categoria Aberta, em que a competição é mais acirrada. Mas a busca dos competidores continua sendo maior na Participação, em que o desafio não é fazer o menor tempo, e sim completar o percurso.

Bastidores da corrida serão registrados em vídeo
Para registrar e trazer um pouco mais dos bastidores da prova, neste ano haverá uma cobertura de vídeo por meio de um link para a internet, que estará disponível no dia da corrida no site do Volta à Ilha, e um painel instalado no ponto de partida de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A transmissão começa às 4h15min da madrugada, com imagens e conteúdo informativo sobre a prova, e segue até 20h. Haverá uma estrutura com duas ilhas de edição, câmeras e motos que irão se deslocar pelos 140 km do percurso para captar imagens ao longo do dia. O material também será disponibilizado para emissoras de TV via FTP (ferramenta de transferências de arquivos pela internet), com imagens em formato Full HD, ou seja, em alta definição.

Consolidação
Maior corrida de revezamento do Brasil, a primeira edição do Volta à Ilha foi em 1996, com 22 equipes participantes. Agora, 18 anos depois, são 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. Parte delas são reservadas àqueles que participaram sete anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior. Além disso, a competição reúne atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria Participação, até quem tem mais de 50, na Veterana.

Lixo produzido durante a corrida será encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, será recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da prova.

Solidariedade
Parte do valor da inscrição de cada atleta é doada para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - SERTE, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. A SERTE atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Prêmios
A edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

Last Updated on Monday, 07 April 2014 10:03
 

Conheça o percurso de 140 km que vai tirar o fôlego de 3,7 mil atletas no Volta à Ilha 2014

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A corrida que passa por 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina chega a 19ª edição no próximo dia 12 de abril – Revezamento Volta à Ilha ASICS 2014. A competição é conhecida por desafiar 3,7 mil atletas de todo o Brasil a se revezarem em trechos de trilhas, morros, areias e asfalto para completar a prova que tem um dos maiores e mais difíceis percursos do país. No ano passado, a equipe campeã levou 8h01min05s para terminar o trajeto. Veja o percurso completo no google maps.

O percurso do Volta à Ilha passa por 25 das 41 praias de Florianópolis. Ao longo de 19 edições, foi sendo adaptado para fugir de rodovias movimentadas e ficar mais fiel ao contorno da Ilha. No início eram 150 km e mais de 20 pontos de troca, que diminuíram para 140 e 18. Cada um deles foi escolhido de forma estratégica para que a corrida flua e conte um pouco da história de Florianópolis. “A seleção dos pontos de troca foi algo que adaptamos ao longo das edições para que fosse o local certo não só para o revezamento entre os atletas, mas também entre os diferentes espaços e histórias que compõem a nossa ilha”, conta o idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, Carlos Duarte.

As equipes inscritas em oito diferentes categorias largam entre às 4h15min e 7h30min, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, no centro da Capital. “No dia do Volta à Ilha, sempre que passo pela beira-mar, vejo atletas pela rua. Como a prova dura o dia todo, já acompanhei a comemoração de várias equipes na chegada", conta a estudante Joana Zanotto, moradora do centro da capital catarinense.

Logo no começo da prova, depois de 25 km no sentido Norte no asfalto da SC-401, o percurso passa no lugar em que foi construída a primeira rua calçada do Estado: os tradicionais bairros de colonização portuguesa Santo Antônio de Lisboa e Sambaqui. “É um retiro onde os atletas podem descansar de tanta fumaça de escapamento, e repousar a vista com uma bela paisagem”, destaca o estudante de gastronomia e morador do bairro, Thálion Mibielli, que já acompanhou a prova muitas vezes. Os corredores têm mesmo 10 minutos de descanso ao terminar este trecho. Para chegar no próximo ponto da corrida, no Pontal da praia Daniela, os participantes fazem uma travessia de barco ou de banana boat. O tempo é descontado do total da prova, ou seja, não é cronometrado.

Ao desembarcar na praia da Daniela, o percurso segue no sentido Oeste e passa pela Praia do Forte, Jurerê Internacional, Canasvieiras, Cachoeira do Bom Jesus, até alcançar a Ponta das Canas, no extremo Norte da Ilha. Ao chegar na Lagoinha de Ponta das Canas, o atleta enfrenta uma trilha de 3,5 km, com 180 metros de altitude, que o leva até a praia Brava. Em seguida, há outra trilha, entre a praia Brava e os Ingleses. "Já vi atletas passarem muito concentrados aqui na areia da praia. Dá para perceber que estão participando de uma competição séria, e isso incentiva o esporte na região", diz a empresária e moradora de Canasvieiras, Sandra Mayer.

A corrida segue no sentido Sul, contornando as praias do Leste da Capital: Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação e Pântano do Sul. Os trechos variam entre dunas, asfalto e areia. Depois da praia dos Açores, chega o ponto mais difícil do percurso: a estrada de terra do Morro do Sertão. São 15 km, sendo 6 km de subida do morro de 250 metros de altitude. A prova continua no sentido Norte, passando pelo Ribeirão da Ilha, aeroporto, rodoviária e voltando para a avenida Beira-Mar Norte, até finalmente cruzar a linha de chegada.

Bastidores da corrida serão registrados em vídeo
Acompanhar uma corrida de revezamento de 140 km ao redor de uma Ilha é uma tarefa quase impossível. Momentos de superação e nervosismo, como os de troca, em que os atletas se preparam para correr o seu trecho, passam despercebidos. “No caso das equipes que estão na disputa, há toda uma preparação e aquecimento na mudança de trechos. Os técnicos ficam atentos para que não haja atrasos e desencontros”, explica Carlos Duarte.

Para registrar e trazer um pouco mais dos bastidores da prova, neste ano haverá uma cobertura de vídeo por meio de um link para a internet, que estará disponível no dia da corrida no http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/, e um painel instalado no ponto de partida de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A transmissão começa às 4h15min da madrugada, com imagens e conteúdo informativo sobre a prova, e segue até 20h. Haverá uma estrutura com duas ilhas de edição, câmeras e motos que irão se deslocar pelos 140 km do percurso para captar imagens ao longo do dia. O material também será disponibilizado para emissoras de TV via FTP (ferramenta de transferências de arquivos pela internet), com imagens em formato Full HD, ou seja, em alta definição.

Consolidação
Maior corrida de revezamento do Brasil, a primeira edição do Volta à Ilha foi em 1996, com 22 equipes participantes. Agora, 18 anos depois, são 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. Parte delas são reservadas àqueles que participaram sete anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior. Além disso, a competição reúne atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria Participação, até quem tem mais de 50, na Veterana.

Lixo produzido durante a corrida será encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, será recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da prova.

Solidariedade
Parte do valor da inscrição de cada atleta é doada para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - SERTE, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. A SERTE atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Prêmios
A edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.


Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (61) 8179-0680
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skype e twitter: patvitara
Texto: Patricia Krieger

 

Maior corrida de revezamento do Brasil reunirá 3,7 mil atletas em Florianópolis

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A Ilha de Santa Catarina voltará a ser percorrida por 3,7 mil atletas de todo o país no próximo dia 12 de abril, na 19º edição da corrida de revezamento Volta à Ilha ASICS. A prova tem 140 km e passa por trilhas, morros, asfaltos e areias de 25 praias de Florianópolis. Para dar conta de todo esse percurso, equipes de dois a oito integrantes dividem os trechos de acordo com as habilidades, conhecimento e preparo físico de cada um.As primeiras equipes largam às 4h15min da madrugada, com saída e chegada no trapiche da avenida Beira-Mar Norte. Entre as oito categorias, há grande expectativa para a competição na Aberta e Dupla. A categoria Aberta é formada por oito pessoas com idade mínima de 12 anos. Na categoria Dupla, os participantes devem ter pelo menos 18 anos. Para o idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, Carlos Duarte, esse é o grande trunfo do Volta à Ilha. “A diversidade e a complexidade do percurso também pode ser notada nos participantes, que dão o melhor de si para obterem o menor tempo para a equipe”.

 

O percurso da prova vem sendo aperfeiçoado a cada ano. Desde 1996, quando foi criada, a corrida sofreu alterações para ser ainda mais fiel ao contorno da Ilha. Há dois anos, a transição entre o bairro Sambaqui e Daniela, no Norte, é feita de banana boat ou barco. Veja o percurso completo no GoogleMaps. No ano passado, a equipe campeã completou a volta em 8h01min05s.

 

Até o dia 21 de março, as equipes inscritas devem fazer o cadastro dos atletas com o perfil de cada um e a distribuição dos trechos. Ao todo, os 140 km são divididos em 18 partes. Como existe grande procura e as vagas são limitadas, a organização realiza um sorteio. Os primeiros colocados do ano anterior têm preferência e podem se inscrever com antecedência. Porém, a maior procura é para a categoria Participação, em que não há disputa e o os atletas têm como principal meta vencer o percurso.
Bastidores da corrida serão registrados em vídeo


Acompanhar uma corrida de revezamento de 140 km ao redor de uma Ilha é uma tarefa quase impossível. Momentos de superação e nervosismo, como os de troca, em que os atletas se preparam para correr o seu trecho, passam despercebidos. “No caso das equipes que estão na disputa, há toda uma preparação e aquecimento na mudança de trechos. Os técnicos ficam atentos para que não haja atrasos e desencontros”, explica Carlos Duarte.


Para registrar e trazer um pouco mais dos bastidores da prova, neste ano haverá uma cobertura de vídeo por meio de um link para a internet, que estará disponível no dia da corrida no http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/, e um painel instalado no ponto de partida de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. A transmissão começa às 4h15min da madrugada, com imagens e conteúdo informativo sobre a prova, e segue até 20h. Haverá uma estrutura com duas ilhas de edição, câmeras e motos que irão se deslocar pelos 140 km do percurso para captar imagens ao longo do dia. O material também será disponibilizado para emissoras de TV via FTP (ferramenta de transferências de arquivos pela internet), com imagens em formato Full HD, ou seja, em alta definição.

 

Consolidação
Maior corrida de revezamento do Brasil, a primeira edição do Volta à Ilha foi em 1996, com 22 equipes participantes. Agora, 18 anos depois, são 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. Parte delas são reservadas àqueles que participaram sete anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior. Além disso, a competição reúne atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria Participação, até quem tem mais de 50, na Veterana.

 

Lixo produzido durante a corrida será encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, será recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da prova.

 

Solidariedade
Parte do valor da inscrição de cada atleta é doada para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - SERTE, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. A SERTE atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

 

Prêmios
A edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
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Texto: Patricia Krieger

 

Campeões do 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS são premiados

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Campeões do 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS são premiados

Depois vencer 140 km de asfalto, trilhas, praias e morros do contorno da Ilha de Santa Catarina, os campeões do 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS subiram ao pódio neste domingo, 21, para receberem os merecidos prêmios durante a cerimônia realizada no Majestic Palace Hotel, em Florianópolis. Entre os 3.700 atletas que percorreram os 18 trechos da corrida no sábado, 20, três equipes se destacaram ao superar os próprios recordes e mostrar que vieram para ficar. O troféu de campeão geral foi entregue, pela terceira vez consecutiva, aos integrantes da Beckhauser de Tubarão (SC). A equipe Paquetá Esportes Asics de Porta Alegre (RS) ficou com o segundo lugar. Na categoria Dupla, os goianos Cleiser Alves e Sinei Mendanha se consagraram pentacampeões da competição.

 

“Nos últimos anos, as duas equipes favoritas na categoria Aberta estão muito equilibradas. São os detalhes que definem o vencedor”, relata Carlos Duarte, organizador e idealizador da prova. A Beckhauser completou o percurso em 8h01min05s, com 10 minutos e 3 segundos a menos que a rival, Paquetá Esportes Asics, que foi pentacampeã da corrida em 2010 e vice nos últimos três anos. Os dois grupos garantem que a disputa será ainda mais acirrada no ano que vem.

 

Na categoria Dupla, a equipe André Villarinho, de Goiás, formada por Sinei Mendanha e Cleiser Alves, surpreendeu ao superar o próprio recorde e diminuir 20 minutos do tempo que levaram para terminar a prova no ano passado. Eles fizeram o percurso em 9h57min05s. “Eles têm um condicionamento físico fora de série e o treinador conseguiu combinar os trechos de acordo com a habilidade de cada um”, explica Carlos Duarte. Em segundo lugar da Dupla, ficou a Paquetá Esportes Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre (RS), com tempo total de 10h32min46s.

 

Os campeões, vices e terceiros lugares das demais categorias também foram homenageados. Ao todo, foram entregues 220 troféus, um para cada atleta, que ainda receberam brindes da ASICS e da Paquetá. Todos os campeões desse ano têm vaga garantida no 19º Revezamento Volta à Ilha Asics, que ocorrerá em 2014.

 

Confira os campeões por categoria do 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS 140km

 

Campeão Geral – Beckhauser, Tubarão (SC) - 8h01min05s

Categoria Aberta

1º lugar – Paquetá Esportes Asics, Porto Alegre (RS) – 8h11min08s

2º lugar – Idaten Pro, Curitiba (PR) – 8h45min18s

3º lugar – Supermercado Jacomar, Curitiba (PR) 9h05min46s

4º lugar – Assessoria Esportiva V8 – Curitiba (PR) - 9h43min39s

Categoria Dupla

1º lugar - André Villarinho, Senador Canedo (GO) – 9h57min05s

2º lugar – Companhia dos Cavalos, Porto Alegre (RS) – 10h32min46s

3ºlugar – Flávio Freire, São Paulo (SP) – 11h23min39s

 

Categoria Aberta Mista

1º lugar – Sesi/HF, Belo Horizonte (MG) – 9h20min41s

2º lugar – Mix, Marília (SP) – 9h35min02s

3º lugar – Fitt Furious by Planet, São Paulo (SP) – 9h44min21s

 

Categoria Veterana Mista

1º lugar – Transpallet Air Cargo Service, Brasília (DF) – 9h33min51s

2º lugar – Camposrunning/Paquetá Esportes, Novo Hamburgo (RS) – 10h40min24s

3º lugar – Sprint Assessoria Esportiva 1, Florianópolis – 11h23min39s

 

Categoria Feminina
1º lugar – André Villarinho Feminina, Senador Canedo (GO) – 11h31min51s

2º lugar – GBTRI Mega Girls/BPM Adidas, Curitiba (PR) – 11h55min06s

3º lugar – Amigas Corredoras, Curitiba (PR) – 12h22min19s

 

Categoria Veterana com mais de 50 anos

1º lugar – Chão do Aterro, Rio de Janeiro (RJ) – 10h56min46s

2º lugar – Vento Sul, Florianópolis (SC) – 11h16min06s

 

Categoria Veterana com mais de 40 anos

1º lugar – Relovoux/Hidra, Curitiba (PR) – 9h43min47s

2º lugar – CEPE Araucária, Araucária (PR) – 9h52min18s

3º lugar – Pedevento Brasilia/EB - Poupex, Brasilia (DF) – 10h01min53s

 

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Patricia Krieger

 

Equipe catarinense bate próprio recorde

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Equipe catarinense bate próprio recorde e consagra-se tricampeã do Volta à Ilha ASICS 2013

A equipe Beckhauser Malhas de Tubarão (SC) é a campeã geral pelo terceiro ano consecutivo da maior corrida de revezamento do Brasil, o 18ª Revezamento Volta à Ilha ASICS. Foram 140 km percorridos em 8h01min05s, seis minutos a menos que no último ano, superando o seu próprio recorde. Já na categoria Dupla, a vitória ficou com a equipe André Villarinho, de Senador Canedo (GO), que fechou em 9h57min05s. Ao todo, 3.700 corredores profissionais e amadores, divididos em 400 equipes, participaram da competição neste sábado, 20, em Florianópolis.

A corrida começou às 4h15min, quando os primeiros atletas da categoria Participação largaram, e a cada 15 minutos um novo grupo saía. Às 5h, foi a vez das duplas largarem todas juntas. A equipe de André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova por volta das 15h30min, vencendo pela quinta vez consecutiva. “A disputa foi forte, mas conseguimos passar a outra equipe na altura da 10ª sessão”, comemora Alves. “Os goianos são muito fortes e correram muito hoje. Eles mereceram, estão de parabéns”, afirma Rodrigo Tomazelli, coordenador da dupla vice-campeã, Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre.

O momento mais esperado ocorreu às 15h50min, com a chegada da equipe que seria a campeã geral do Volta à Ilha: a Beckhauser Malhas, de Tubarão. O coordenador do grupo, Edoir Schmoeller, conta que foi nos últimos 20 km que conseguiram passar a equipe rival, a Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre (RS). “Os atletas deram o sangue e conseguimos nos superar. A disputa foi forte, mas conseguimos abrir vantagem nas últimas seções”, conta. “Alguns atletas não tiveram o desempenho esperado, e nessa prova perder minutos significa muito”, explica o coordenador da Paquetá Esportes/Asics,  José Eduardo Zdanowicz, que venceu cinco edições da corrida.

Durante todo o sábado, a arena Volta à Ilha ficou montada em frente ao trapiche da avenida Beira-Mar Norte. Depois de dois anos de chuva, o dia da prova foi de calor e sol forte. “Tudo ocorreu de forma tranquila e o tempo ajudou. Para quem corre, o sol é mais desgastante, principalmente no período entre 12h e 14h. Mas ao mesmo tempo traz energia e um espírito de alegria à corrida”, conclui Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento. A premiação e o resultado de todas as equipes serão realizados amanhã, domingo, 21, às 9h30min, no Majestic Palace Hotel.

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP/Telefone: (48) 9656-2033/Texto: Patricia Krieger

 

Volta à Ilha ASICS 2013 será neste sábado

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Corrida de revezamento Volta à Ilha ASICS 2013 será neste sábado

O 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS acontece amanhã, 20 de abril, em Florianópolis. A partir das 4h15min, 3.700 atletas com diferentes estados e níveis de preparação correrão para alcançar o mesmo objetivo: vencer 140 km de trilhas, morros, asfalto e areias que compõem a paisagem das praias da Ilha de Santa Catarina. Desde a última edição, as novidades são os 2 km percorridos de banana boat ou barco e o atalho de duas trilhas que aumentam a dificuldade e encurtam 10 km da prova.

As duas equipes favoritas para a conquista do troféu na categoria Aberta, composta por oito atletas, são a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre - RS, e a Beckhauser Malhas, de Tubarão – SC. A Paquetá foi campeã por cinco vezes seguidas, mas perdeu para a Beckhauser em 2011 e 2012. No ano passado, os atletas de Tubarão venceram a corrida com 12 minutos e 2 segundos a menos que a equipe rival, com um tempo total de 8h19min33s.

As equipes iniciantes largam ainda de madrugada, às 4h15min, e completam a volta na Ilha no início da noite. Os atletas de elite saem às 7h30min e terminam a prova por volta das 15 ou 16h. O ponto de largada e de chegada da corrida é no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte. Neste ano, a prova terá transmissão ao vivo pela internet, no site da Ecofloripa.

Volta à Ilha consciente: lixo produzido durante a corrida é encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, é recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da 18ª edição do Volta à Ilha ASICS, que será realizado no dia 20 de abril, com largada e chegada no trapiche da avenida Beira-Mar Norte.

O papel reciclado é utilizado em todo o material impresso do evento, como revista, mapa e jornal dos resultados. Além disso, a sinalização da prova é retirada imediatamente após o último atleta passar, inclusive as marcações nas trilhas.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos doou parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. Na última semana, cestas básicas e roupas também foram doadas pela Eco Floripa para a comunidade carente de Foz do Rio, em Biguaçu.

Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril (domingo), às 9h30min, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ªmelhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

 

Equipes de Porto Alegre e Tubarão são as favoritas

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Equipes de Porto Alegre e Tubarão são as favoritas ao troféu do Volta à Ilha ASICS 2013

Falta menos de uma semana para a 18ª edição da corrida de revezamento Volta à Ilha ASICS, que acontece neste sábado, 20, em Florianópolis. Para os integrantes das equipes que disputam o primeiro lugar geral, o momento é de concentração. Os coordenadores dos atletas favoritos na conquista do troféu, da Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre - RS, e da Beckhauser Malhas, de Tubarão - SC, garantem que a turma está preparada para vencer.

A prova vai reunir 3.700 corredores com diferentes níveis de competição ao longo de 140 km da Ilha de Santa Catarina. Mas o foco da corrida está em duas equipes que disputam na categoria Aberta, em que oito participantes se revezam para completar a volta. Nos últimos três anos, o troféu é disputado entre a Paquetá Esportes/Asics e a Beckhauser Malhas.

A Paquetá foi campeã por cinco vezes seguidas, mas perdeu para a Beckhauser em 2011 e 2012. No ano passado, as duas equipes disputaram lado a lado os primeiros 100 km, percorrendo a maioria dos trechos empatadas. Nos últimos 40 km, os atletas de Tubarão abriram vantagem e concluíram a corrida em menor tempo: 8h19min33s - 12 minutos e 2 segundos a menos que a equipe rival.

“Mantivemos o mesmo grupo do ano passado e vamos à luta de novo. Sabemos que vai ser mais difícil, porque eles estão investindo muito”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da Beckhauser Malhas. “A ideia é recuperar o título. Estamos nos preparando desde o fim da última corrida, e agora estamos mais fortes e melhor organizados”, diz José Eduardo Zdanowicz, coordenador da Paquetá Esportes/Asics.

O organizador e idealizador da corrida, Carlos Duarte, prefere não arriscar um palpite. “A disputa vai ser forte, as duas equipes estão muito bem preparadas e com tempo previsto de finalização muito próximo. Não há como prever o que vai acontecer em uma prova longa como essa”, explica.

Volta à Ilha consciente: lixo produzido durante a corrida é encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, é recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da 18ª edição do Volta à Ilha ASICS, que será realizado no dia 20 de abril, com largada e chegada no trapiche da avenida Beira-Mar Norte.

O papel reciclado é utilizado em todo o material impresso do evento, como revista, mapa e jornal dos resultados. Além disso, a sinalização da prova é retirada imediatamente após o último atleta passar, inclusive as marcações nas trilhas.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos doou parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. Na última semana, cestas básicas e roupas também foram doadas pela Eco Floripa para a comunidade carente de Foz do Rio, em Biguaçu.

Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril (domingo), às 9h30min, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ªmelhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

 

Casal conta viagem de 120 dias no livro

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Casal conta viagem de 120 dias no livro
“Aventura aos 60 anos – Correndo por 5 mil km em Santa Catarina”

Carlos Duarte sentiu um nó na garganta ao perceber que faltava apenas um quilômetro para a chegada, na ciclovia da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O céu azul e a temperatura agradável completavam o cenário do dia que marcou o fim da jornada de 120 dias correndo e pedalando pelos 293 municípios de Santa Catarina: 27 de setembro de 2011, seu aniversário de 60 anos. Maria de Fátima Duarte, sua esposa, o alcançou quando restavam 300 metros, o suficiente para que entregasse a bandeira do Estado e cruzassem, juntos, a linha de chegada. A aventura está registrada no livro escrito pelos dois, em forma de diário, “Aventura aos 60 anos – Correndo por 5 mil km em Santa Catarina”, que será lançado na próxima sexta-feira, 19 de abril, às 11h, no Hotel Majestic, um dia antes da 18ª Volta à Ilha ASICS, corrida de revezamento organizada pela empresa do casal, a Eco Floripa Eventos Esportivos.

Os Duarte são ex-professores de Educação Física e começaram a planejar o roteiro da viagem dois anos antes, em 2009. Partindo de Florianópolis, Carlos correu e pedalou por 5 mil quilômetros. Enquanto isso, Maria de Fátima o acompanhava com o carro de apoio, dirigindo por 10 mil quilômetros para dar suporte logístico, físico e psicológico em todas as horas.

“As pessoas me perguntam muito por que decidi partir para essa aventura, mas não tenho uma resposta objetiva. Sempre gostei de desafios e conhecer lugares diferentes, acho importante conhecer a nossa terra. Quis testar a minha capacidade, mostrar que com essa idade temos condições de fazer muitas coisas”, conta Carlos. Ele também é idealizador de outras corridas promovidas pela Eco Floripa e um grande incentivador do esporte, mas não recomenda o desafio para pessoas sem preparo físico. “Planejamos tudo com cuidado, acertamos todos os detalhes para que eu conseguisse completar o percurso”, explica.

Juntos há 35 anos, o casal comemora o lançamento do livro que decidiram escrever durante a viagem. Além da experiência que tiveram em cada um dos municípios visitados, registrada em forma de diário, também foram acrescentados dados e informações curiosas de cada uma dessas cidades. “Santa Catarina ganhou um registro minucioso, uma fotografia viva no ano de 2011”, define Luiz Antonio Duarte, o irmão mais velho de Carlos, no prefácio do livro. Mas, de acordo com Carlos, os dois não pretendem parar por aí. Entre os planos de aventura, o próximo passo será voltar aos lugares que passaram muito rápido, que não foram tão explorados, como Nova Veneza, no Sul do Estado.

Volta à Ilha consciente: lixo produzido durante a corrida é encaminhado para reciclagem
A organização da corrida que toma emprestados 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina também está de olho na preservação das belezas naturais de Florianópolis. Todo o lixo produzido durante a prova, como copos descartáveis e latinhas, é recolhido e encaminhado a uma empresa de reciclagem. No regulamento também está previsto que os atletas que jogarem lixo fora dos locais adequados serão penalizados com acréscimo de tempo na cronometragem da 18ª edição do Volta à Ilha ASICS, que será realizado no dia 20 de abril, com largada e chegada no trapiche da avenida Beira-Mar Norte.

O papel reciclado é utilizado em todo o material impresso do evento, como revista, mapa e jornal dos resultados. Além disso, a sinalização da prova é retirada imediatamente após o último atleta passar, inclusive as marcações nas trilhas.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos doou parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. Cestas básicas e roupas também foram doadas pela Eco Floripa para a comunidade carente de Foz do Rio, em Biguaçu.

Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril (domingo), às 9h30min, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ª melhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
e-mail: This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it
skype e twitter: patvitara
Texto: Patricia Krieger

 

Volta à Ilha em dupla: atletas se revezam para completar os 140 km da corrida

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Volta à Ilha em dupla: atletas se revezam para completar os 140 km da corrida

A 18ª edição do Volta à Ilha ASICS vai reunir 3,7 mil atletas que vão se revezar para completar o percurso de 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina no dia 20 de abril. Para os 46 corredores que se inscreveram na categoria Dupla, o desafio é ainda maior. No ano passado, os campeões desse grupo completaram a volta em 19º lugar entre as 400 equipes participantes, com um tempo recorde de 10h18min48s.

A maioria dos atletas que corre na categoria Dupla adota a estratégia de revezar a cada um ou dois percursos. Enquanto um corre, o outro segue de carro até o ponto da próxima troca. Foi assim que a dupla de Goiás, formada por Sinei Mendanha, 24, e Cleiser Alves, 34, da equipe André Villarinho, venceu a corrida pelo quarto ano consecutivo em 2012 e conquistou o favoritismo da torcida. Mendanha é peão de fazenda em Americano do Brasil e Alves é servente pedreiro em Goiânia.  “Adaptamos o treino para as mudanças no percurso. Nossa preocupação é fazer a prova bem e baixar nosso próprio tempo”, conta o treinador André Villarinho.

Mas eles não estão sozinhos. A dupla treinada por Rodrigo Tomazelli, de Porto Alegre, ficou em segundo lugar no ano passado. Este ano, o atleta Luis Fernando Luz, de 33 anos, substituiu Rodrigo Quevedo, que dividiu a prova com Tiago de Mello, de 29 anos, em 2012. Os dois formam a dupla Companhia dos Cavalos e pretendem vencer os favoritos. “A ideia é dar ainda mais trabalho para os goianos. Vamos tentar baixar o tempo de 10 horas para ganhar deles”, projeta o treinador.

Outra dupla que participará da prova buscou no ambiente virtual uma forma de vencer a distancia e manter o estímulo. “Este ano não pudemos treinar juntos, mas trocamos mensagens pela internet para mantermos a motivação. Além de ser a melhor prova do mundo, o Volta à Ilha também é boa uma desculpa para nos falarmos todos os dias”, conta a farmacêutica Maria Clara, 27 anos, que participará da prova na categoria Dupla com seu pai, o médico Rolf Hillmann, de 56 anos, que mora há 1 ano na Austrália e voltará para o Brasil especialmente para correr a 18ª edição do Volta à Ilha ASICS.

“Cada categoria é uma disputa a parte. Os atletas que conquistaram a segunda e terceira posição voltam para tentar conquistar o primeiro lugar”, explica o idealizador da prova, Carlos Duarte. Ao todo são oito categorias, que vão de iniciantes a atletas de elite. A categoria Participação tem maior número de inscritos, com mais de 200 equipes. Já entre as competitivas, a Aberta/Mista é a que reúne mais atletas, com 43 grupos na disputarão o troféu este ano.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril (domingo), às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ª melhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

 

Volta à Ilha 2013 terá transmissão ao vivo

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Volta à Ilha 2013 terá transmissão ao vivo

O 18ª Revezamento Volta à Ilha ASICS vai ser transmitido ao vivo pela internet. A partir da largada, às 4h15 do dia 20 de abril, será possível acompanhar a corrida no site do Volta à Ilha e pela página do Facebook, também criada para a cobertura desta edição. Para ver de perto a chegada dos atletas, também haverá um painel de 4x3 metros instalado no ponto de partida e chegada da prova, na Avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis.

A transmissão ao vivo vai começar a partir das 3h30 da madrugada, com imagens e conteúdo informativo sobre a prova. Haverá uma estrutura com duas ilhas de edição, seis câmeras e três motos que irão se deslocar pelos 140 km do percurso. Tudo isso para registrar os principais momentos da corrida que reúne 3.700 atletas ao redor da Ilha de Santa Catarina. Outra novidade é que o material será disponibilizado para emissoras de TV via FTP (ferramenta de transferências de arquivos pela internet), com imagens em formato Full HD, ou seja, em alta definição.

A programação on-line ainda contará com uma entrevista com o idealizador da prova, Carlos Duarte. O Revezamento Volta à Ilha foi a primeira corrida em equipe de longo percurso do Brasil, criada em 1996. “Além do desafio de dar uma volta completa na Ilha em tempo recorde, a prova exige que os atletas definam uma estratégia de acordo com a habilidade de cada um, o que estimula o espírito de equipe”, explica Carlos Duarte.

A cerimônia de premiação também será transmitida ao vivo, no dia seguinte ao evento, 21 de abril. A maior expectativa é para os vencedores das categorias Aberta e Dupla, que reúnem os atletas de elite.

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A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril (domingo), às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Informações adicionais sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ª melhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

Patrícia Pinheiro
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Texto: Patricia Krieger

 

Corredores percorrem 25 praias de Florianópolis

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Corredores percorrem 25 praias de Florianópolis no Volta à Ilha ASICS
 

As belezas naturais das 41 praias de Florianópolis atraem turistas de todo o estado e do Brasil durante o verão. Mas para os atletas que vão disputar o 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS fora da temporada, no dia 20 de abril, o motivo da viagem é outro: correr por 25 praias para vencer 140 km do contorno da Ilha de Santa Catarina em tempo recorde. A partir da avenida Beira-Mar Norte, o percurso da competição desafia os participantes com trechos de trilhas, morros, areias e asfalto, divididos em 18 seções. Desde a última edição, as novidades são os 2 km percorridos de banana boat ou barco e o atalho de duas trilhas que aumentam a dificuldade e encurtam 10 km da prova. Veja o percurso da prova no google maps: http://goo.gl/maps/cBrHD

As equipes iniciantes largam ainda de madrugada, às 4h15, e completam a volta na Ilha no início da noite. Os atletas de elite saem às 7h30 e terminam a prova por volta das 16h. Logo no início do percurso, após 25 km correndo no sentido Norte no asfalto da SC-401 e calçamento em Santo Antônio de Lisboa, os atletas têm 10 minutos de descanso na travessia de barco entre Sambaqui e o Pontal da Daniela. Três barcos e duas lanchas com banana boat estarão à espera dos atletas. O tempo é descontado do total da prova, ou seja, não é cronometrado.

“Optamos pela travessia de barco para tirar a prova das ruas movimentadas. A mudança foi bem recebida. A maioria dos participantes preferiu atravessar a baía de banana boat, por ser mais rápido e mais divertido”, conta Carlos Duarte, organizador e idealizador da prova. Após desembarcar na praia da Daniela, o percurso segue no sentido Oeste e passa pela Praia do Forte, Jurerê Internacional, Canasvieiras, Cachoeira do Bom Jesus, até alcançar a Ponta das Canas, no extremo Norte da Ilha. Ao chegar na Lagoinha de Ponta das Canas, o atleta enfrenta uma trilha de 3,5 km, com 180 metros de altitude, que o leva até a praia Brava. Em seguida, encara outra trilha, entre a praia Brava e os Ingleses.

A corrida segue no sentido Sul, contornando as praias do Leste da Capital: Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação e Pântano do Sul. Os trechos variam entre dunas, asfalto e areia. Depois da praia dos Açores, chega o ponto mais difícil do percurso: a estrada de terra do Morro do Sertão. São 15 km, sendo 6 km de subida do morro de 250 metros de altitude. A prova continua no sentido Norte, passando pelo Ribeirão da Ilha, Aeroporto, Rodoviária e voltando para a avenida Beira-Mar Norte, até cruzar a linha de chegada.

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Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ª melhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

 

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Texto: Patricia Krieger

Last Updated on Monday, 01 April 2013 14:57
 

Contagem regressiva para a corrida que dará a volta na Ilha de Santa Catarina

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Contagem regressiva para a corrida que dará a volta na Ilha de Santa Catarina

Falta pouco mais de um mês para a largada da competição que reunirá 3.700 atletas ao redor da Ilha de Santa Catarina: o 18º Revezamento Volta à Ilha ASICS. A partir das 4h15min do dia 20 de abril, equipes de diferentes estados e níveis de preparação correrão para alcançar o mesmo objetivo: vencer 140 km de trilhas, morros, asfalto e areias que compõem a paisagem das praias de Florianópolis. Para ser ainda mais fiel ao contorno da Ilha e tirar a prova de rodovias movimentadas, o percurso conta agora com 2 km percorridos de banana boat ou barco - 10 minutos de descanso às pernas dos participantes na transição entre o bairro Sambaqui e o Pontal da Daniela, no Norte da Capital.

Primeira corrida de longo percurso com revezamento do Brasil, a prova é disputada também nas inscrições. Para esta edição, foram mais de 600 equipes que se candidataram para o sorteio de 110 vagas. “Este ano, cerca de 15 estados do Brasil participam com equipes totalmente formadas por integrantes da sua região”, conta Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos.

As equipes inscritas em oito categorias, que vão de iniciantes a atletas de elite, têm até o dia 29 de março para definir uma estratégia e apresentar à organização os trechos que serão percorridos por cada integrante. “Além das belezas naturais das praias, a prova em grupo é um dos principais desafios e diferenciais do Volta à Ilha. Correr o dia inteiro com pessoas que você gosta permite uma troca de experiência e fortalece o espírito de integração”, explica. A maior expectativa da competição é para os vencedores das categorias Aberta e Dupla. A categoria Aberta é formada por 8 pessoas com idade mínima de 12 anos. Já na categoria Dupla, os participantes devem ter pelo menos 18 anos.

Percurso
Os 140 km do percurso são divididos em 18 seções, sendo o ponto de partida e de chegada localizado na avenida Beira-Mar Norte. Desde o ano passado, o percurso inclui um trecho percorrido de barco e está 10 km menor, mas com maior grau dificuldade. Dois trechos de trilha incluídos em 2012 exigem bastante dos competidores, um ao final da seção 7 (com uma subida de 180 metros de altitude em trilha) e outro no início da seção 8. “A extensão total da prova diminuiu porque o percurso corta caminho pelas duas trilhas, mas isso aumenta o desafio, pois os atletas precisam ter mais cuidado e diminuir o ritmo. Apesar de menor, ficou mais difícil”, diz Carlos.

O trecho de barco fica 25 km depois da largada. A travessia da baía entre o bairro Sambaqui e o Pontal da Daniela é realizada por três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. O período no barco é retirado do tempo final da prova, ou seja, não é cronometrado. “As mudanças foram bem aceitas pelos participantes. Ano passado corri na trilha da seção 7 para acompanhar de perto a alteração. Este ano quero presenciar a corrida da seção 8”, destaca Carlos Duarte, que também participa da prova com uma equipe integrada por membros de sua família.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Confraternização
Entre os dias 18 e 21 de abril será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 21 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 18° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre os atletas, seus familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
No ano passado, o Revezamento Volta à Ilha ASICS recebeu o prêmio “Destaque do Esporte” pelo Florianópolis Convention & Visitors Bureau. Também em 2012, a edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou a prova como a 5ª melhor corrida do mundo. Já a Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador do evento, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

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Texto: Patricia Krieger

Last Updated on Wednesday, 17 April 2013 17:14
 

Eu corro ao redor de uma ilha

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Com 140 km, o Revezamento Volta à Ilha Asics possibilita integração entre atletas em um cenário perfeito para a prática de esportes
Na maioria das cidades costuma-se correr ao redor do parque, do quarteirão ou, por exemplo, de uma lagoa, como a Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Em alguns lugares se contorna toda a cidade, ou se atravessa ela em uma maratona. Mas em Florianópolis, que está quase totalmente localizada na Ilha de Santa Catarina com cerca de 40 praias, trilhas e belas paisagens, a ideia não poderia ser outra senão realizar uma corrida que desse uma volta completa na ilha e cruzasse pelas belezas naturais da cidade: o Revezamento Volta à Ilha Asics.
“A essência do evento é a interação entre os grupos de competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, ressalta Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos.
Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha foi a primeira corrida por equipes de longo percurso do Brasil. Desde então, foram 17 edições que consolidaram a prova no calendário nacional. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país, mas como número de participantes é limitado, precisamos fazer sorteio de parte das vagas”, explica Duarte.
Em 2012, foram 3.700 atletas divididos em 400 equipes de todo o país que percorreram os 140 km da 17ª edição do Revezamento Volta à Ilha Asics. Parte das vagas são reservadas àqueles que participaram seis anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior.
Entre os corredores, encontram-se diversos perfis de preparos físicos. Há quem corre no fim de semana, quem é apaixonado por esportes e quem é atleta profissional. Essa integração é característica da prova devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. Na categoria participação, por exemplo, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Ao todo, são oito categorias disponíveis. Destaque para as duplas tem um enorme desgaste durante a prova e para a categoria Aberta, com oito corredores, em que se corre em um ritmo acelerado para fechar o revezamento no menor tempo do dia.
17ª edição trouxe novidades
A largada ocorre durante o amanhecer. As primeiras equipes começam a prova às 4h15 e a cada 15 minutos, até as 7h45, um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação e um céu nublado. O Revezamento Volta à Ilha Asics já teve um percurso maior. A primeira edição teve 150 km, seguida de seis anos com 155 km de prova, para depois voltar a ter 150 km por mais nove anos. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade deste ano aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. Ao todo, a prova está dividida em 19 seções, que variam de 4,7 km até 15 km.
Os atletas chegam à primeira novidade da corrida 25 km depois de largarem. A travessia da baía entre o bairro com características da colonização açoriana, Sambaqui, e o Pontal da Daniela, foi realizada por três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. As águas no local são calmas, mas a preocupação dos atletas era quanto à cronometragem do tempo. O período no barco seria retirado do tempo final da prova, ou seja, não seria cronometrado.
Depois da praia da Daniela, os atletas atravessaram o Forte de São José da Ponta Grosa, que a partir do ano de 1740 fez parte do sistema de defesa português na Ilha de Santa Catarina. Em seguida, os corredores saem do século XVII e entram pelas ruas das modernas mansões e casas de Jurerê Internacional, antes de seguir por mais 11 km até a segunda novidade do percurso.
Considerado uma das seções mais difíceis, o trecho 7 reserva aos atletas uma trilha 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-los da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, a atenção com pedras e raízes foi fundamental, além do fôlego. Na seção seguinte, mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina.”
Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguiram pelas praias famosas entre surfistas de todo o mundo como Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação. Mas nada de prancha e ondas. Os atletas encontraram dunas e areia pesada devido à chuva da noite anterior. No Sul Ilha, está o grande e já tradicional desafio do percurso: a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude.
Atletas de diferentes perfis e com diferentes preparos
Corredores de todo o país participam do Revezamento Volta à Ilha Asics e cada um treina de acordo com as suas condições. A dupla Sinei Mendanha é Cleiser Alves, da equipe André Villarinho, é um exemplo de determinação e superação. Mendanha é peão de fazenda em Americano do Brasil e Alves é servente pedreiro em Goiânia, ambas cidades de Goiás. Os dois correm a prova juntos desde 2010 na categoria Dupla em ritmo de atleta de elite e foi em uma participação no Volta à Ilha que viram o mar pela primeira vez.
Sinei Mendanha acorda cedo e às 4h está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até as 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o Ensino Médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada. Cleiser Alves também treina seis vezes por semana e mantém uma rotina que dificulta o preparo, mas garante que a corrida é o que lhe dá prazer. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar.”
O atleta Marcos Capistrano, da Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, destaca que os treinos passam a se especializar com a chegada da prova, que tem diversos tipos de terrenos. “Desde o ano passado, estamos pensando e nos preparando para o Volta à Ilha. À medida que o evento se aproxima, cada atleta treina focado no trecho que irá correr.” A tendência é que trechos mais curtos sejam explorados por atletas mais velozes, enquanto que os maiores e com mais morros por atletas de maior resistência.
Sem todo o profissionalismo dos atletas de elite, mas tão empolgados quanto, estão os corredores que disputam nas categorias de participação. “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado”, explica Duarte. Exemplo disso é a corredora e engenheira eletricista Maira Cristina Osmari, 24, que participou pela primeira vez da competição e correu o trecho da praia da Daniela. “Foi muito bom, gostei bastante”, conta ela que treinava quatro vezes por semana alguns meses antes da prova.
Movimento econômico
Mais que mexer as pernas e gastar dinheiro, os 3.700 atletas movimentam a economia local durante o Revezamento Volta à Ilha Asics. A organização logística é fundamental para garantir agilidade e menos problema durante o dia de prova. “A organização para o Volta à Ilha começa quando a última edição termina”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, responsável por organizar esse sistema para a equipe.
São viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação que custam cerca de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região para uma equipe com 10 a 12 integrantes. São, em média, R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha. Setores, como o de hotéis, se especializaram e oferecem café da manhã mais cedo no dia do evento, a fim de atender às necessidades dos atletas.
Algumas agências de turismos também buscam oferecer pacotes que incluem passagens áreas, hospedagem, aluguel de veículos e inclusive um kit alimentação com frutas, sanduíches, água, isotônico, cereais que entregue na noite anterior a prova. “É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo”, explica Vilmar Zunino, proprietário da agência de viagens Amplestur.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, afirma que levam apenas o isotônico para o evento. “O resto da alimentação compramos tudo em Florianópolis. No total, o orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina”, explica Zdanowicz. Segundo Zunino, o movimento do Volta à Ilha corresponde a 60% do ocorre no mês do evento.
Quando tudo vale a pena
No decorrer do sábado da prova, o clima não mudou durante o dia. Choveu em alguns momentos, mas continuou abafado. Por volta das 15h, na arena do Volta à Ilha montada próximo ao trapiche da avenida Beira-Mar, em Florianópolis, o locutor anuncia que os primeiros atletas já passaram o aeroporto e estão a caminho. No mesmo lugar onde ocorreu a largada, ainda na madrugada florianopolitana, todos começam a se movimentar e se preparar para receber os corredores depois de 140 km.
“Já estão chegando”, fala ao microfone o locutor quando vê a dupla pela primeira vez e às 15h30 a equipe de André Villarinho, formada por pelo peão de fazenda Sinei Mendanha e pelo servente Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova se consagrando tri campeã na categoria.
Encharcados de suor e ofegantes, os dois completaram a prova com 10h18min48s , já descontado o tempo de travessia do barco e sentem-se realizados, quase que leves. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se à dupla da Paquetá Esportes – Cia dos Cavalos, que chegou em segundo e correu grande parte da prova junto.
Com a chegada da dupla campeã, a expectativa passa a ser em saber qual será a equipe que completará a prova no menor tempo do dia e receberá a medalha de campeã geral de 2012. O favoritismo apontava para uma disputa entre Beckhauser Malhas de Tubarão/SC e Paquetá Esportes Asics de Porto Alegre/RS. As duas equipes correram juntas quase dois terços da prova com a diferença na casa dos segundos.
Às 15h58, termina a espera com a vitória da equipe catarinense. A Beckhauser Malhas de Tubarão/SC se consagra bicampeã do Revezamento Volta à Ilha e comemora muito aos pulos e gritos sob o painel de chegada. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, comemora o coordenador Edoir Schmoeller, tão ofegante quanto os atletas que correram a prova. A equipe conseguiu abrir uma vantagem de 12 minutos que começou a ser construída no trecho do Morro do Sertão.
O momento de realização dos atletas chamou a atenção de pessoas que caminham ou correm na Beira-Mar. Algumas fazem exercícios regularmente, outras apenas passeiam. Mas o esporte mexe com instinto de vencer e ver alguém contente por conquistar um objetivo inspira novos praticantes. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos. Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe”, diz ela enquanto volta a caminhar.
Com 140 km, o Revezamento Volta à Ilha Asics possibilita integração entre atletas em um cenário perfeito para a prática de esportes.

Na maioria das cidades costuma-se correr ao redor do parque, do quarteirão ou, por exemplo, de uma lagoa, como a Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Em alguns lugares se contorna toda a cidade, ou se atravessa ela em uma maratona. Mas em Florianópolis, que está quase totalmente localizada na Ilha de Santa Catarina com cerca de 40 praias, trilhas e belas paisagens, a ideia não poderia ser outra senão realizar uma corrida que desse uma volta completa na ilha e cruzasse pelas belezas naturais da cidade: o Revezamento Volta à Ilha Asics.

“A essência do evento é a interação entre os grupos de competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, ressalta Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos. 

Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha foi a primeira corrida por equipes de longo percurso do Brasil. Desde então, foram 17 edições que consolidaram a prova no calendário nacional. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país, mas como número de participantes é limitado, precisamos fazer sorteio de parte das vagas”, explica Duarte. 

Em 2012, foram 3.700 atletas divididos em 400 equipes de todo o país que percorreram os 140 km da 17ª edição do Revezamento Volta à Ilha Asics. Parte das vagas são reservadas àqueles que participaram seis anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior.

Entre os corredores, encontram-se diversos perfis de preparos físicos. Há quem corre no fim de semana, quem é apaixonado por esportes e quem é atleta profissional. Essa integração é característica da prova devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. Na categoria participação, por exemplo, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Ao todo, são oito categorias disponíveis. Destaque para as duplas tem um enorme desgaste durante a prova e para a categoria Aberta, com oito corredores, em que se corre em um ritmo acelerado para fechar o revezamento no menor tempo do dia.


17ª edição trouxe novidades
A largada ocorre durante o amanhecer. As primeiras equipes começam a prova às 4h15 e a cada 15 minutos, até as 7h45, um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação e um céu nublado. O Revezamento Volta à Ilha Asics já teve um percurso maior. A primeira edição teve 150 km, seguida de seis anos com 155 km de prova, para depois voltar a ter 150 km por mais nove anos. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade deste ano aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. Ao todo, a prova está dividida em 19 seções, que variam de 4,7 km até 15 km.

Os atletas chegam à primeira novidade da corrida 25 km depois de largarem. A travessia da baía entre o bairro com características da colonização açoriana, Sambaqui, e o Pontal da Daniela, foi realizada por três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. As águas no local são calmas, mas a preocupação dos atletas era quanto à cronometragem do tempo. O período no barco seria retirado do tempo final da prova, ou seja, não seria cronometrado.

Depois da praia da Daniela, os atletas atravessaram o Forte de São José da Ponta Grosa, que a partir do ano de 1740 fez parte do sistema de defesa português na Ilha de Santa Catarina. Em seguida, os corredores saem do século XVII e entram pelas ruas das modernas mansões e casas de Jurerê Internacional, antes de seguir por mais 11 km até a segunda novidade do percurso.

Considerado uma das seções mais difíceis, o trecho 7 reserva aos atletas uma trilha 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-los da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, a atenção com pedras e raízes foi fundamental, além do fôlego. Na seção seguinte, mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina.”

Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguiram pelas praias famosas entre surfistas de todo o mundo como Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação. Mas nada de prancha e ondas. Os atletas encontraram dunas e areia pesada devido à chuva da noite anterior. No Sul Ilha, está o grande e já tradicional desafio do percurso: a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude.


Atletas de diferentes perfis e com diferentes preparos
Corredores de todo o país participam do Revezamento Volta à Ilha Asics e cada um treina de acordo com as suas condições. A dupla Sinei Mendanha é Cleiser Alves, da equipe André Villarinho, é um exemplo de determinação e superação. Mendanha é peão de fazenda em Americano do Brasil e Alves é servente pedreiro em Goiânia, ambas cidades de Goiás. Os dois correm a prova juntos desde 2010 na categoria Dupla em ritmo de atleta de elite e foi em uma participação no Volta à Ilha que viram o mar pela primeira vez.

Sinei Mendanha acorda cedo e às 4h está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até as 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o Ensino Médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada. Cleiser Alves também treina seis vezes por semana e mantém uma rotina que dificulta o preparo, mas garante que a corrida é o que lhe dá prazer. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar.”

O atleta Marcos Capistrano, da Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, destaca que os treinos passam a se especializar com a chegada da prova, que tem diversos tipos de terrenos. “Desde o ano passado, estamos pensando e nos preparando para o Volta à Ilha. À medida que o evento se aproxima, cada atleta treina focado no trecho que irá correr.” A tendência é que trechos mais curtos sejam explorados por atletas mais velozes, enquanto que os maiores e com mais morros por atletas de maior resistência. 

Sem todo o profissionalismo dos atletas de elite, mas tão empolgados quanto, estão os corredores que disputam nas categorias de participação. “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado”, explica Duarte. Exemplo disso é a corredora e engenheira eletricista Maira Cristina Osmari, 24, que participou pela primeira vez da competição e correu o trecho da praia da Daniela. “Foi muito bom, gostei bastante”, conta ela que treinava quatro vezes por semana alguns meses antes da prova.


Movimento econômico
Mais que mexer as pernas e gastar dinheiro, os 3.700 atletas movimentam a economia local durante o Revezamento Volta à Ilha Asics. A organização logística é fundamental para garantir agilidade e menos problema durante o dia de prova. “A organização para o Volta à Ilha começa quando a última edição termina”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas de Tubarão/SC, responsável por organizar esse sistema para a equipe.

São viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação que custam cerca de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região para uma equipe com 10 a 12 integrantes. São, em média, R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha. Setores, como o de hotéis, se especializaram e oferecem café da manhã mais cedo no dia do evento, a fim de atender às necessidades dos atletas.

Algumas agências de turismos também buscam oferecer pacotes que incluem passagens áreas, hospedagem, aluguel de veículos e inclusive um kit alimentação com frutas, sanduíches, água, isotônico, cereais que entregue na noite anterior a prova. “É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo”, explica Vilmar Zunino, proprietário da agência de viagens Amplestur.

José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, afirma que levam apenas o isotônico para o evento. “O resto da alimentação compramos tudo em Florianópolis. No total, o orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina”, explica Zdanowicz. Segundo Zunino, o movimento do Volta à Ilha corresponde a 60% do ocorre no mês do evento.


Quando tudo vale a pena
No decorrer do sábado da prova, o clima não mudou durante o dia. Choveu em alguns momentos, mas continuou abafado. Por volta das 15h, na arena do Volta à Ilha montada próximo ao trapiche da avenida Beira-Mar, em Florianópolis, o locutor anuncia que os primeiros atletas já passaram o aeroporto e estão a caminho. No mesmo lugar onde ocorreu a largada, ainda na madrugada florianopolitana, todos começam a se movimentar e se preparar para receber os corredores depois de 140 km.

“Já estão chegando”, fala ao microfone o locutor quando vê a dupla pela primeira vez e às 15h30 a equipe de André Villarinho, formada por pelo peão de fazenda Sinei Mendanha e pelo servente Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova se consagrando tri campeã na categoria. Encharcados de suor e ofegantes, os dois completaram a prova com 10h18min48s , já descontado o tempo de travessia do barco e sentem-se realizados, quase que leves. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se à dupla da Paquetá Esportes – Cia dos Cavalos, que chegou em segundo e correu grande parte da prova junto.

Com a chegada da dupla campeã, a expectativa passa a ser em saber qual será a equipe que completará a prova no menor tempo do dia e receberá a medalha de campeã geral de 2012. O favoritismo apontava para uma disputa entre Beckhauser Malhas de Tubarão/SC e Paquetá Esportes Asics de Porto Alegre/RS. As duas equipes correram juntas quase dois terços da prova com a diferença na casa dos segundos.

Às 15h58, termina a espera com a vitória da equipe catarinense. A Beckhauser Malhas de Tubarão/SC se consagra bicampeã do Revezamento Volta à Ilha e comemora muito aos pulos e gritos sob o painel de chegada. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, comemora o coordenador Edoir Schmoeller, tão ofegante quanto os atletas que correram a prova. A equipe conseguiu abrir uma vantagem de 12 minutos que começou a ser construída no trecho do Morro do Sertão.

O momento de realização dos atletas chamou a atenção de pessoas que caminham ou correm na Beira-Mar. Algumas fazem exercícios regularmente, outras apenas passeiam. Mas o esporte mexe com instinto de vencer e ver alguém contente por conquistar um objetivo inspira novos praticantes. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos.
Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe”, diz ela enquanto volta a caminhar.


Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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skype e twitter: patvitara
Texto: Erich Casagrande      
 
Last Updated on Friday, 04 May 2012 11:55
 

Campeões do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics são premiados

There are no translations available.

Recuperados do cansaço depois de uma noite merecida de sono, os campeões do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics subiram ao pódio, na manhã deste domingo (15), para receber troféus e medalhas. Foram 140 km quilômetros percorridos ao redor da Ilha de Santa Catarina, cruzando por praias, trilhas, morros e asfalto da cidade de Florianópolis. A prova contou com 3.700 atletas inscritos em 400 diferentes equipes.
Os primeiros a subirem ao pódio foi a campeã geral Beckhauser de Tubarão (SC). Formada por oito atletas, conforme determina a categoria Aberta, eles completaram o revezamento em 8h07min33s, o menor tempo entre todas as edições do Volta à Ilha Asics. “O Volta à Ilha começa quando o último acaba. É um ano de preparação que nos orgulha muito ao ver o resultado final”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe. Após, foi premiada a Paquetá Esportes Asics, na segunda colocação geral, com o tempo de 8h19min35s.
Na categoria Dupla, os vencedores subiram ao pódio ainda com algumas dores nas pernas após a adrenalina ter baixado. A equipe André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser, completou a prova em 10h18min48s. Em segundo lugar, ficou a equipe Paquetá Esportes Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre (RS). Em terceiro, a Tribo do Esporte, de Florianópolis (SC), que foi a primeira da cidade sede a concluir a corrida. Esse ano foi a estreia dos integrantes Gilberto Cordeiro e Kleber Itamar na categoria de Duplas. “Foi muita superação, mas com certeza ano que vem correremos em dois novamente, e mais preparados”, garante o atleta da Ilha da Magia, Gilberto Cordeiro.
Em seguida, foram homenageados os campeões, vices e terceiros lugares das demais categorias. Ao todo, foram entregues 230 troféus, uma para cada atleta, que ainda receberam brindes da Asics e da Paquetá. “O Volta à Ilha Asics desse ano foi excelente, as mudanças no percurso deram super certo. Os atletas realizaram uma prova com segurança e puderam aproveitar tudo o que o evento proporciona”, avalia Carlos Duarte, organizador e idealizar do revezamento.
Duarte ainda lembra que todos os campeões desse ano têm vaga garantida no 18º Revezamento Volta à Ilha Asics, que irá ocorre em 2013. “A procura é sempre grande, e temos que fazer sorteio de vagas, mas quem venceu esse ano, está garantido para o próximo.”
Confira os campeões por categoria do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics 140km
Campeão Geral – Beckhauser, Tubarão (SC) - 8h07min33s.
Campeão Dupla – André Villarinho, Senador Canedo (GO) - 10h18min48s.
Aberta Mista – Nike Mix, Marília (SP) -10h05min53s.
Feminina – Michelle Moraes, Porto Alegre (RS) - 11h22min11s.
Veteranos com mais de 40 anos – Reveza Racing Adventure-Konsolle, Pouso Alegre (MG) - 9h36min10s.
Veteranos com mais 50 anos – Chão do Aterro, Rio de Janeiro (RJ) - 11h01min08s.
Veterana Mista – Campos Running/Paquetá Esportes, Novo Hamburgo (RS) - 9h48min27s.
Recuperados do cansaço depois de uma noite merecida de sono, os campeões do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics subiram ao pódio, na manhã deste domingo (15), para receber troféus e medalhas. Foram 140 km quilômetros percorridos ao redor da Ilha de Santa Catarina, cruzando por praias, trilhas, morros e asfalto da cidade de Florianópolis. A prova contou com 3.700 atletas inscritos em 400 diferentes equipes.

Os primeiros a subirem ao pódio foi a campeã geral Beckhauser de Tubarão (SC). Formada por oito atletas, conforme determina a categoria Aberta, eles completaram o revezamento em 8h07min33s, o menor tempo entre todas as edições do Volta à Ilha Asics. “O Volta à Ilha começa quando o último acaba. É um ano de preparação que nos orgulha muito ao ver o resultado final”, afirma Edoir Schmoeller, coordenador da equipe. Após, foi premiada a Paquetá Esportes Asics, na segunda colocação geral, com o tempo de 8h19min35s.

Na categoria Dupla, os vencedores subiram ao pódio ainda com algumas dores nas pernas após a adrenalina ter baixado. A equipe André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser, completou a prova em 10h18min48s. Em segundo lugar, ficou a equipe Paquetá Esportes Companhia dos Cavalos, de Porto Alegre (RS). Em terceiro, a Tribo do Esporte, de Florianópolis (SC), que foi a primeira da cidade sede a concluir a corrida. Esse ano foi a estreia dos integrantes Gilberto Cordeiro e Kleber Itamar na categoria de Duplas. “Foi muita superação, mas com certeza ano que vem correremos em dois novamente, e mais preparados”, garante o atleta da Ilha da Magia, Gilberto Cordeiro.

Em seguida, foram homenageados os campeões, vices e terceiros lugares das demais categorias. Ao todo, foram entregues 230 troféus, uma para cada atleta, que ainda receberam brindes da Asics e da Paquetá. “O Volta à Ilha Asics desse ano foi excelente, as mudanças no percurso deram super certo. Os atletas realizaram uma prova com segurança e puderam aproveitar tudo o que o evento proporciona”, avalia Carlos Duarte, organizador e idealizar do revezamento.

Duarte ainda lembra que todos os campeões desse ano têm vaga garantida no 18º Revezamento Volta à Ilha Asics, que irá ocorre em 2013. “A procura é sempre grande, e temos que fazer sorteio de vagas, mas quem venceu esse ano, está garantido para o próximo.”

Confira os campeões por categoria do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics 140km

Campeão Geral – Beckhauser, Tubarão (SC) - 8h07min33s. 
Campeão Dupla – André Villarinho, Senador Canedo (GO) - 10h18min48s.
Aberta Mista – Nike Mix, Marília (SP) -10h05min53s.
Feminina – Michelle Moraes, Porto Alegre (RS) - 11h22min11s. 
Veteranos com mais de 40 anos – Reveza Racing Adventure-Konsolle, Pouso Alegre (MG) - 9h36min10s.
Veteranos com mais 50 anos – Chão do Aterro, Rio de Janeiro (RJ) - 11h01min08s.
Veterana Mista – Campos Running/Paquetá Esportes, Novo Hamburgo (RS) - 9h48min27s.



Patrícia Pinheiro

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Texto: Erich Casagrande      Last Updated on Tuesday, 17 April 2012 11:14
 

Equipe catarinense vence mais uma vez o Revezamento Volta à Ilha Asics

There are no translations available.

O 17° Revezamento Volta à Ilha Asics foi disputado até os últimos quilômetros, quando a superação, estampada nos rosto dos atletas que completaram a prova neste sábado (14), ficou evidente no suor que encharcava as roupas e na respiração ofegante. Além de superação, a equipe Beckhauser Malhas de Tubarão (SC) pode sentir o sabor de ser campeã geral pelo segundo ano consecutivo ao cruzar a linha de chegada com o menor tempo de 2012. Foram 140 km percorridos em 8h07min33s. Já na categoria Duplas, a vitória ficou com a equipe André Villarinho, de Senador Canedo (GO), que fechou em 10h18min48s. Ao todo, 3.700 corredores profissionais e amadores, divididos em 400 equipes, participaram da competição.
A maior corrida de revezamento do Brasil começou às 4h15, quando os primeiros atletas da categoria Participação largaram, e a cada 15 minutos um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação durante o amanhacer. Às 5h, foi a vez das duplas largarem todas juntas. A equipe de André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova por volta das 15h30, se consagrando tri campeã na categoria. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se ao setor mais difícil da prova.
Às 15h58, ocorreu o momento mais esperado: a chegada da equipe que seria a campeã geral da edição 2012 do Revezamento Volta à Ilha Asics. A Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre (RS), e a Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), correram cerca de dois terços da prova praticamente juntas, com diferenças na casa dos segundos. Até que, mais uma vez, a partir do Morro do Sertão, os atletas da equipe catarinense conseguiram abrir uma vantagem de sete minutos. “Mesmo na frente, não deixamos de correr com intensidade. No último trecho, estávamos todos ligados para que ninguém se enganasse no trajeto ou diminuísse o ritmo”, fala Marcos Capistrano, atleta da Beckhauser Malhas.
Na chegada, muita euforia, pulos e energia que só a vitoria proporciona para superar o cansaço. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, desabafa Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas. Os atletas da Paquetá Esportes Asics chegaram 12 minutos depois, sem a mesma empolgação, mas orgulhosos do que fizeram. “Nós não ganhamos porque a equipe adversária foi mais competente em alguns trechos, mas o sentimento de vitória em relação a montar equipe, superar os desafios e disputar a prova em um alto nível de exigência, permanece”, garante Edson Barreta, coordenador da equipe de Porto Alegre.
Durante todo o sábado, a arena Volta à Ilha ficou montada em frente ao trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O movimento e a já consolidação do evento chamaram a atenção das pessoas que frequentam o local regularmente para prática de exercícios. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos. Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe me preparo bem para completar essa disputada competição.”
Uma das grandes preocupações para este sábado era o clima. A chuva que caiu em pancadas esparsas durante o dia não prejudicou o evento. “Até ajudou a refrescar um pouco”, disse Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento. Segundo Duarte, o 17° Revezamento Volta à Ilha Asics cumpriu sua missão de integração entre atletas e possibilitou a realização de uma prova prazerosa para todos. “As mudanças que fizemos no percurso deram certo e, durante toda a prova, os atletas estiveram motivados”, avalia.
Mais resultados
Além da Beckhauser Malhas, campeã geral, e de Sinei Mendanha e Cleiser Alves, campeões na categoria Duplas, outras equipes também se sagraram campeãs. Na categoria Aberta Mista, o primeiro lugar ficou com Nike Mix, de Marília (SP), com o tempo de 10h05min53s, e na categoria Feminina, o título foi para Michelle Moraes, de Porto Alegre (RS), com o tempo de 11h22min11s. Entre os Veteranos com mais de 40 anos, os campeões foram Reveza Racing Adventure-Konsolle, de Pouso Alegre (MG), tempo de 9h36min10s, e entre aqueles com mais de 50 anos, os primeiros a chegar foram Chão do Aterro, do Rio de Janeiro (RJ), com tempo 11h01min08s. Já na categoria Veterana Mista, com o tempo de 9h48min27s, os grandes campeões foram a equipe Campos Running/Paquetá Esportes, de Novo Hamburgo (RS). A Paquetá Esportes Asics, segunda colocada geral, também é considerada campeã da categoria Aberta.
O 17° Revezamento Volta à Ilha Asics foi disputado até os últimos quilômetros, quando a superação, estampada nos rosto dos atletas que completaram a prova neste sábado (14), ficou evidente no suor que encharcava as roupas e na respiração ofegante. Além de superação, a equipe Beckhauser Malhas de Tubarão (SC) pode sentir o sabor de ser campeã geral pelo segundo ano consecutivo ao cruzar a linha de chegada com o menor tempo de 2012. Foram 140 km percorridos em 8h07min33s. Já na categoria Duplas, a vitória ficou com a equipe André Villarinho, de Senador Canedo (GO), que fechou em 10h18min48s. Ao todo, 3.700 corredores profissionais e amadores, divididos em 400 equipes, participaram da competição.

A maior corrida de revezamento do Brasil começou às 4h15, quando os primeiros atletas da categoria Participação largaram, e a cada 15 minutos um novo grupo saía sob o apoio de gritos de motivação durante o amanhacer. Às 5h, foi a vez das duplas largarem todas juntas. A equipe de André Villarinho, formada por Sinei Mendanha e Cleiser Alves, foi a primeira a concluir a prova por volta das 15h30, se consagrando tri campeã na categoria. “Foi muito disputado, mas no trecho do Morro do Sertão, conseguimos abrir alguns minutos de vantagem”, conta Alves, referindo-se ao setor mais difícil da prova.

Às 15h58, ocorreu o momento mais esperado: a chegada da equipe que seria a campeã geral da edição 2012 do Revezamento Volta à Ilha Asics. A Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre (RS), e a Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), correram cerca de dois terços da prova praticamente juntas, com diferenças na casa dos segundos. Até que, mais uma vez, a partir do Morro do Sertão, os atletas da equipe catarinense conseguiram abrir uma vantagem de sete minutos. “Mesmo na frente, não deixamos de correr com intensidade. No último trecho, estávamos todos ligados para que ninguém se enganasse no trajeto ou diminuísse o ritmo”, fala Marcos Capistrano, atleta da Beckhauser Malhas.

Na chegada, muita euforia, pulos e energia que só a vitoria proporciona para superar o cansaço. “É muito bom, é muita emoção. A prova foi muito difícil, muito disputada, mas conseguimos. Fizemos tudo certo, desde a preparação até agora. Ano que vem tem mais”, desabafa Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas. Os atletas da Paquetá Esportes Asics chegaram 12 minutos depois, sem a mesma empolgação, mas orgulhosos do que fizeram. “Nós não ganhamos porque a equipe adversária foi mais competente em alguns trechos, mas o sentimento de vitória em relação a montar equipe, superar os desafios e disputar a prova em um alto nível de exigência, permanece”, garante Edson Barreta, coordenador da equipe de Porto Alegre.

Durante todo o sábado, a arena Volta à Ilha ficou montada em frente ao trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. O movimento e a já consolidação do evento chamaram a atenção das pessoas que frequentam o local regularmente para prática de exercícios. Vestida com roupas de caminhada, a contadora Aghata Frade parou para aplaudir uma equipe de Campinas que recém completava a prova. “Sou de Campinas, mas moro em Florianópolis há dez anos. Acho muito interessante eventos com esse tipo de iniciativa, pois incentiva a melhora da qualidade de vida na cidade”, comenta Aghata, que pretende participar do evento no ano que vem. “Quem sabe me preparo bem para completar essa disputada competição.”

Uma das grandes preocupações para este sábado era o clima. A chuva que caiu em pancadas esparsas durante o dia não prejudicou o evento. “Até ajudou a refrescar um pouco”, disse Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento. Segundo Duarte, o 17° Revezamento Volta à Ilha Asics cumpriu sua missão de integração entre atletas e possibilitou a realização de uma prova prazerosa para todos. “As mudanças que fizemos no percurso deram certo e, durante toda a prova, os atletas estiveram motivados”, avalia.

Mais resultadosAlém da Beckhauser Malhas, campeã geral, e de Sinei Mendanha e Cleiser Alves, campeões na categoria Duplas, outras equipes também se sagraram campeãs. Na categoria Aberta Mista, o primeiro lugar ficou com Nike Mix, de Marília (SP), com o tempo de 10h05min53s, e na categoria Feminina, o título foi para Michelle Moraes, de Porto Alegre (RS), com o tempo de 11h22min11s. Entre os Veteranos com mais de 40 anos, os campeões foram Reveza Racing Adventure-Konsolle, de Pouso Alegre (MG), tempo de 9h36min10s, e entre aqueles com mais de 50 anos, os primeiros a chegar foram Chão do Aterro, do Rio de Janeiro (RJ), com tempo 11h01min08s. Já na categoria Veterana Mista, com o tempo de 9h48min27s, os grandes campeões foram a equipe Campos Running/Paquetá Esportes, de Novo Hamburgo (RS). A Paquetá Esportes Asics, segunda colocada geral, também é considerada campeã da categoria Aberta.


Patrícia Pinheiro

Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande  
 
   

17º Revezamento Volta à Ilha ASICS será neste sábado

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Chegou a hora de dar a largada do 17º Revezamento Volta à Ilha ASICS. Neste sábado, dia 14, 3.700 atletas estarão reunidos na maior corrida de revezamento do Brasil para desafiar os 140 km de percurso em torno da Ilha de Santa Catarina, em Florianópolis. Entre profissionais e amadores, o objetivo comum é ter um dia diferente com aventuras e muita superação. A prova começa às 4h15 e a cada 15 minutos um novo grupo de atletas inicia a competição. Ao todo, 400 equipes participarão do evento.

Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha ASICS é realizado todo ano. Com 17 edições, a prova se consolidou no calendário de corredores de todo o Brasil que buscam uma corrida que associe diferentes terrenos, belas paisagens e integração entre os participantes. “A cada ano que passa, a prova fica melhor, e sempre traz alguma novidade. Sentimos que todos estão empolgados”, avalia Carlos Duarte, organizador e idealizador do evento.

Uma das novidades para esse ano são as mudanças do percurso, que está dividido em 19 seções. Os atletas que sempre desbravaram os limites de Florianópolis, como Jurerê Internacional, Santinho, Joaquina Campeche e Mole, agora terão duas trilhas a mais para enfrentar. Uma delas com 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-lo da praia da Lagoinha até a praia Brava, e outra menor até a praia dos Ingleses. Outra inovação será a travessia de barco entre Sambaqui e o pontal da praia da Daniela.


Consolidação
Na primeira edição do Volta à Ilha, em 1996, eram 22 equipes participantes. Dezessete anos depois, o revezamento passou a contar com 400 equipes inscritas, e ainda é preciso fazer sorteio de vagas. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país. Parte das vagas são reservadas àqueles que participaram 6 anos ou mais, ou venceram alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior ”, explica Duarte.

O Revezamento Volta à Ilha Asics consegue agregar atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. A faixa etária varia de 12 anos, na categoria participação, até quem tem mais de 50, na veterana. Mas a disputa por quais atletas vão terminar a prova no menor tempo fica por conta das equipes da categoria Aberta. A Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre (RS), e Beckhauser Malhas, de Tubarão (SC), são as favoritas para concluírem o revezamento com tempo total de aproximadamente 8h50 min.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Premiação
Neste domingo, dia 15, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha Asics no Majestic Palace Hotel, que fica na avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Patrícia Pinheiro
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Last Updated on Thursday, 12 April 2012 18:38
   
dupla

Revezamento Volta à Ilha Asics integra atletas amadores e profissionais

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O 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, que ocorre neste sábado (14), em Florianópolis, terá 3.700 atletas divididos em 400 equipes. Todos com o objetivo de percorrer os 140 km do percurso e contornar a Ilha de Santa Catarina em menor tempo possível. Embora o desafio seja grande, não são só corredores profissionais que topam encarar as trilhas, asfalto e morros. Há pessoas que apenas gostam de esporte ou de aventuras, trabalhadores de segunda a sexta, como engenheiros e fazendeiros.
Possibilitar a integração de atletas amadores ou simplesmente apaixonados por corridas é uma das principais características do Revezamento Volta à Ilha.  “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado. O Volta à Ilha se caracteriza por momentos intensos em um curto espaço de tempo”, conta Carlos Duarte, idealizador e organizador da prova. São ideias como essa que permitem a participação de atletas de ponta e de corredores amadores, como Maira Cristina Osmari.
Tina, como prefere ser chamada, tem 24 anos e participará pela primeira vez da prova. Ela nasceu eu Florianópolis, se formou no ano passado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trabalha em uma empresa de geração de energia na capital catarinense. Segundo ela, a paixão pelo esporte é saciada nas corridas de treinamento para o Volta à Ilha Asics, que começaram em fevereiro, além de algumas aventuras de fim de semana. “Há dois anos, também comecei a fazer escaladas em rocha”, conta a engenheira.
Sinei Lucio Mendanha é do município de Americano do Brasil, cidade do estado de Goiás. Com 23 anos, ele irá participar do seu terceiro Volta à Ilha. Mendanha tem perfil de atleta e disputa a prova na categoria de duplas, mas a rotina desse peão pode parecer, no mínimo, tão desafiadora quanto o revezamento deste sábado. Às 4h da manhã, Mendanha já está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até às 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o ensino médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada.
O colega de Sinei Mendanha é Cleiser Alves, 32, e é outro exemplo de como competições de atletismo como o Volta à Ilha ajudam na integração e realização de algumas pessoas. Alves trabalha como servente de pedreiro em Goiânia e treina seis vezes por semana antes do expediente. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar”, conta Alves que participa do revezamento em Florianópolis desde 2009, quando também foi apresentado ao mar. A dupla goiana compete pelo grupo André Villarinho e foi campeã na categoria em 2010 e 2011.
Corredores, como Alexandre Maximiliano, que sempre competiu pelos melhores índices, também participa do Revezamento Volta à Ilha Asics, só que agora em busca também de outros prazeres. “Nosso objetivo é concluir a prova e curtir, sem estresse.”
Alexandre, hoje com 41 anos, já foi atleta de ponta e durante 15 anos disputou provas de triathlon, conquistando por diversas vezes os primeiros lugares. Atualmente, o ex-triatleta é diretor de uma empresa de assessoria esportiva no Rio de Janeiro e busca a corrida mais pela diversão, astral e visual. “Por isso que o Volta à Ilha ainda me interessa, a prova proporciona uma energia muito boa”, avalia o corredor que participará pela primeira vez na categoria de duplas.
O 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, que ocorre neste sábado (14), em Florianópolis, terá 3.700 atletas divididos em 400 equipes. Todos com o objetivo de percorrer os 140 km do percurso e contornar a Ilha de Santa Catarina em menor tempo possível. Embora o desafio seja grande, não são só corredores profissionais que topam encarar as trilhas, asfalto e morros. Há pessoas que apenas gostam de esporte ou de aventuras, trabalhadores de segunda a sexta, como engenheiros e fazendeiros. 

Possibilitar a integração de atletas amadores ou simplesmente apaixonados por corridas é uma das principais características do Revezamento Volta à Ilha.  “Nosso objetivo é propor uma atividade esportiva em um clima de confraternização, sem deixar o lado de competição apagado. O Volta à Ilha se caracteriza por momentos intensos em um curto espaço de tempo”, conta Carlos Duarte, idealizador e organizador da prova. São ideias como essa que permitem a participação de atletas de ponta e de corredores amadores, como Maira Cristina Osmari.

Tina, como prefere ser chamada, tem 24 anos e participará pela primeira vez da prova. Ela nasceu eu Florianópolis, se formou no ano passado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e trabalha em uma empresa de geração de energia na capital catarinense. Segundo ela, a paixão pelo esporte é saciada nas corridas de treinamento para o Volta à Ilha Asics, que começaram em fevereiro, além de algumas aventuras de fim de semana. “Há dois anos, também comecei a fazer escaladas em rocha”, conta a engenheira. 

Sinei Lucio Mendanha é do município de Americano do Brasil, cidade do estado de Goiás. Com 23 anos, ele irá participar do seu terceiro Volta à Ilha. Mendanha tem perfil de atleta e disputa a prova na categoria de duplas, mas a rotina desse peão pode parecer, no mínimo, tão desafiadora quanto o revezamento deste sábado. Às 4h da manhã, Mendanha já está no curral da fazenda ordenhando as vacas. O cuidado com os animais vai até às 10h, quando ele começa a treinar. No fim da tarde, percorre 10 km de bicicleta até a cidade onde cursa o ensino médio. Às 22h, começa a voltar para a fazenda, para dormir cinco ou seis horas e começar outra jornada.

O colega de Sinei Mendanha é Cleiser Alves, 32, e é outro exemplo de como competições de atletismo como o Volta à Ilha ajudam na integração e realização de algumas pessoas. Alves trabalha como servente de pedreiro em Goiânia e treina seis vezes por semana antes do expediente. “O que mais gosto de fazer é correr, foi assim que pude conhecer outras cidades e até ver o mar”, conta Alves que participa do revezamento em Florianópolis desde 2009, quando também foi apresentado ao mar. A dupla goiana compete pelo grupo André Villarinho e foi campeã na categoria em 2010 e 2011.

Corredores, como Alexandre Maximiliano, que sempre competiu pelos melhores índices, também participa do Revezamento Volta à Ilha Asics, só que agora em busca também de outros prazeres. “Nosso objetivo é concluir a prova e curtir, sem estresse.”Alexandre, hoje com 41 anos, já foi atleta de ponta e durante 15 anos disputou provas de triathlon, conquistando por diversas vezes os primeiros lugares. Atualmente, o ex-triatleta é diretor de uma empresa de assessoria esportiva no Rio de Janeiro e busca a corrida mais pela diversão, astral e visual. “Por isso que o Volta à Ilha ainda me interessa, a prova proporciona uma energia muito boa”, avalia o corredor que participará pela primeira vez na categoria de duplas.

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Revezamento Volta à Ilha Asics desperta vontade de vencer das equipes

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Correr e rever amigos apaixonados por aventuras e atletismo, além de curtir as belas paisagens da Ilha de Santa Catarina enquanto pratica esporte, faz parte do desejo dos 3.700 atletas que irão participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, no próximo sábado (14), em Florianópolis. Mas para alguns, esse intuito fica só para antes ou depois da prova, pois o propósito principal mesmo é cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. Ser a equipe mais rápida entre as 400 participantes é o objetivo desses superatletas.
Duas equipes são as favoritas para serem as primeiras a concluírem os 140 km do percurso. Enquanto a tradição aponta para a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre/RS, a vitória em 2011 garantiu confiança para a Beckhauser Malhas de Tubarão/SC. “Apesar do Volta à Ilha ter uma característica de participação e confraternização, a competição entre equipes de ponta é sempre uma atração a mais”, ressalta Carlos Duarte, organizador e idealizador do revezamento, que ainda alerta: “Há pelo mais uma ou duas equipes que podem surpreender.”
A maioria dos integrantes da Paquetá Esportes Asics participa do Revezamento Volta à Ilha desde 2005. A equipe foi campeã por cinco vezes nas últimas seis edições e vice no ano passado, quando ficou 12 minutos atrás da Beckhauser Malhas. “Nossa preparação é constante o ano inteiro, pois nossos atletas são todos profissionais. Para a prova de sábado, vamos contar com dois atletas novos em relação ao ano passado, ambos com experiência em revezamentos”, projeta José Eduardo Zdanowicz, coordenador da equipe.
Esta será a terceira participação da Backhauser Malhas no Revezamento Volta à Ilha Asics. A vitória em 2011 trouxe ânimo para a equipe, que virá com a mesma formação para 2012. “Cada um de nossos atletas já treina especificamente para o perfil de trecho que irá enfrentar a fim para ter um melhor aproveitamento. Sabemos que os adversários são muito fortes e que será difícil manter o título, mas estamos preparados”, garante o coordenador Edoir Schmoeller.
“Nosso desempenho durante a competição deve estar focado em dar o nosso melhor, sem pensar em um determinado adversário”, destaca José Eduardo Zdanowicz, da Paquetá Esportes. “Todo mundo gosta de vencer, não vamos até Florianópolis para passear”, brinca o coordenador que, apesar do instinto competitivo, garante que a disputa fica dentro da corrida. “Somos todos colegas, nos conhecemos há bastante tempo e até corremos juntos em outros lugares.”
Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.
Confraternização
Nesta quinta (12) e sexta-feira (13), será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.
Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.
Correr e rever amigos apaixonados por aventuras e atletismo, além de curtir as belas paisagens da Ilha de Santa Catarina enquanto pratica esporte, faz parte do desejo dos 3.700 atletas que irão participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics, no próximo sábado (14), em Florianópolis. Mas para alguns, esse intuito fica só para antes ou depois da prova, pois o propósito principal mesmo é cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. Ser a equipe mais rápida entre as 400 participantes é o objetivo desses superatletas.

Duas equipes são as favoritas para serem as primeiras a concluírem os 140 km do percurso. Enquanto a tradição aponta para a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre/RS, a vitória em 2011 garantiu confiança para a Beckhauser Malhas de Tubarão/SC. “Apesar do Volta à Ilha ter uma característica de participação e confraternização, a competição entre equipes de ponta é sempre uma atração a mais”, ressalta Carlos Duarte, organizador e idealizador do revezamento, que ainda alerta: “Há pelo mais uma ou duas equipes que podem surpreender.” 

A maioria dos integrantes da Paquetá Esportes Asics participa do Revezamento Volta à Ilha desde 2005. A equipe foi campeã por cinco vezes nas últimas seis edições e vice no ano passado, quando ficou 12 minutos atrás da Beckhauser Malhas. “Nossa preparação é constante o ano inteiro, pois nossos atletas são todos profissionais. Para a prova de sábado, vamos contar com dois atletas novos em relação ao ano passado, ambos com experiência em revezamentos”, projeta José Eduardo Zdanowicz, coordenador da equipe.

Esta será a terceira participação da Backhauser Malhas no Revezamento Volta à Ilha Asics. A vitória em 2011 trouxe ânimo para a equipe, que virá com a mesma formação para 2012. “Cada um de nossos atletas já treina especificamente para o perfil de trecho que irá enfrentar a fim para ter um melhor aproveitamento. Sabemos que os adversários são muito fortes e que será difícil manter o título, mas estamos preparados”, garante o coordenador Edoir Schmoeller.

“Nosso desempenho durante a competição deve estar focado em dar o nosso melhor, sem pensar em um determinado adversário”, destaca José Eduardo Zdanowicz, da Paquetá Esportes. “Todo mundo gosta de vencer, não vamos até Florianópolis para passear”, brinca o coordenador que, apesar do instinto competitivo, garante que a disputa fica dentro da corrida. “Somos todos colegas, nos conhecemos há bastante tempo e até corremos juntos em outros lugares.”

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. 

Confraternização
Nesta quinta (12) e sexta-feira (13), será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.



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Mudanças no percurso do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics trazem mais desafios e emoção

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Dar uma volta inteira na Ilha de Santa Catarina para conhecer suas belezas naturais de carro ou moto, ou ainda de ônibus panorâmico, é muito fácil. Difícil mesmo é 3.700 atletas desafiarem 140 km correndo a pé por trilhas, morros, praias, estradas de terra e ladeiras, superando os limites do próprio corpo. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade do percurso do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. O revezamento será no dia 14 de abril, um sábado cheio de adrenalina para as 400 equipes buscam prazer, aventura e êxito na maior corrida de aventura do país.
Os atletas irão largar com horários diferentes, a partir das 4h15, na Avenida Beira-Mar, próximo ao trapiche. Serão 22,7 km de asfalto e calçamento até o primeiro trecho de estrada de terra, já na seção 4. Em seguida, os atletas farão a travessia de barco da baía, entre o Sambaqui e o Pontal da praia da Daniela. O trecho 4 termina apenas no fim da praia da Daniela.
Para a travessia entre o Sambaqui e a Daniela, estarão disponíveis três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. O tempo de cada competidor durante a travessia será descontado no tempo total do trecho. “A baia é de águas muito calmas e a segurança dos atletas está garantida. Quanto à cronometragem, também não haverá problemas, será tudo feito com muita atenção”, garante Carlos Duarte, organizador e idealizador da prova. A partir do meio-dia será possível acompanhar no site do evento (http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/) as parciais de cada equipe e o tempo realizado na travessia da baía.
Outra mudança ocorre na seção 7 do percurso. Depois de correr quase 7 km, o atleta terá que encarar uma trilha de 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-lo da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, atenção com pedras e raízes são fundamentais, além de muito fôlego. Mas se o local é considerado um dos mais difíceis, é também tido como um dos que apresenta as mais belas paisagens.
Na seção seguinte, os atletas terão mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. O caminho tem pouco mais de 1 km e não passa dos 100 metros de altitude, mas também exige atenção. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina”, avalia Duarte em referência ao maior número de trechos próximos ao mar.
Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguirão pelas praias do Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação e Pântano do Sul, setores que terão dunas, asfalto e trechos longos de areia fofa. Depois da praia dos Açores, chega o grande desafio do percurso, que é a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude. Na sequência, restam apenas três etapas para chegar novamente à Beira-Mar Norte. No ponto onde foi dada a largada será a vez de receber os vitoriosos.
Dar uma volta inteira na Ilha de Santa Catarina para conhecer suas belezas naturais de carro ou moto, ou ainda de ônibus panorâmico, é muito fácil. Difícil mesmo é 3.700 atletas desafiarem 140 km correndo a pé por trilhas, morros, praias, estradas de terra e ladeiras, superando os limites do próprio corpo. Embora menor que as edições anteriores, o nível de dificuldade do percurso do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics aumentou com três importantes mudanças, que incluem travessia de barco e dois novos trechos com trilhas na região Norte de Florianópolis. O revezamento será no dia 14 de abril, um sábado cheio de adrenalina para as 400 equipes buscam prazer, aventura e êxito na maior corrida de aventura do país.

Os atletas irão largar com horários diferentes, a partir das 4h15, na Avenida Beira-Mar, próximo ao trapiche. Serão 22,7 km de asfalto e calçamento até o primeiro trecho de estrada de terra, já na seção 4. Em seguida, os atletas farão a travessia de barco da baía, entre o Sambaqui e o Pontal da praia da Daniela. O trecho 4 termina apenas no fim da praia da Daniela.

Para a travessia entre o Sambaqui e a Daniela, estarão disponíveis três barcos com capacidade para 10 pessoas e duas lanchas com banana boat, que podem levar até 20 pessoas. O tempo de cada competidor durante a travessia será descontado no tempo total do trecho. “A baia é de águas muito calmas e a segurança dos atletas está garantida. Quanto à cronometragem, também não haverá problemas, será tudo feito com muita atenção”, garante Carlos Duarte, organizador e idealizador da prova. A partir do meio-dia será possível acompanhar no site do evento (http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/) as parciais de cada equipe e o tempo realizado na travessia da baía.

Outra mudança ocorre na seção 7 do percurso. Depois de correr quase 7 km, o atleta terá que encarar uma trilha de 3,5 km, com 180 metros de altitude, que irá levá-lo da praia da Lagoinha até a praia Brava. Nesse trecho, atenção com pedras e raízes são fundamentais, além de muito fôlego. Mas se o local é considerado um dos mais difíceis, é também tido como um dos que apresenta as mais belas paisagens.

Na seção seguinte, os atletas terão mais uma trilha, dessa vez entre a Brava e os Ingleses. “Antes, a gente voltava pelo asfalto para depois ir até a Brava. Esse ano não, os corredores irão direto, o que reduz a quilometragem, mas aumenta a dificuldade”, explica Carlos Duarte. O caminho tem pouco mais de 1 km e não passa dos 100 metros de altitude, mas também exige atenção. “Com essas mudanças, conseguimos caracterizar melhor a ideia de contorno na Ilha de Santa Catarina”, avalia Duarte em referência ao maior número de trechos próximos ao mar.

Já no Leste da capital catarinense, as equipes seguirão pelas praias do Santinho, Moçambique, Barra da Lagoa, Joaquina, Campeche, Armação e Pântano do Sul, setores que terão dunas, asfalto e trechos longos de areia fofa. Depois da praia dos Açores, chega o grande desafio do percurso, que é a estrada de terra do Morro do Sertão. A seção é a mais longa, com 15 km, dos quais seis são para subir e descer o morro com 250 metros de altitude. Na sequência, restam apenas três etapas para chegar novamente à Beira-Mar Norte. No ponto onde foi dada a largada será a vez de receber os vitoriosos.


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Equipes do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics movimentam economia da Grande Florianópolis

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Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.
Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?
A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.

Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.

Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?

A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.

José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.


Patrícia Pinheiro
Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande   

Last Updated on Tuesday, 03 April 2012 17:56
   

Atletas se preparam para edição 2012 do Volta à Ilha Asics

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Competir ou participar do 17º Revezamento Volta à Ilha Asics não é simplesmente chegar e correr no dia da prova. Além da preparação física, as equipes têm que programar um sistema logístico de viagens, hotéis, carros, mantimentos e alimentação, e essa organização tem um preço. Em média, uma equipe com 10 a 12 integrantes gasta por volta de R$ 8 mil durante dois dias em Florianópolis e região. São cerca de R$ 3 milhões que engordam a conta do setor de serviços da capital no final de semana do Volta à Ilha Ao todo, competem na prova 400 equipes inscritas de diferentes lugares do Brasil.
Realizado anualmente desde 1996, a competição movimenta principalmente hotéis, locadoras de carro e agências de turismo, que buscam oferecer serviços customizados para os participantes da competição. ?Nosso grupo irá se hospedar em um hotel em São José, que oferece café da manhã especial no dia do evento?, conta Edoir Schmoeller, coordenador da equipe Beckhauser Malhas, campeã de 2011. ?Gastaremos uns R$ 5 mil em hospedagem e outros R$ 3 mil entre alimentação e aluguel de duas vans e uma moto.?
A organização logística de cada equipe recai sobre o coordenador, que deve pensar em todos os meios para deixar seus atletas focados na competição. Para atender essa necessidade, há oito anos a agência Amplestur oferece pacotes para os competidores que vem a Florianópolis. Muito mais que passagens áreas e hotel, os serviços incluem locação de veículos, passeios e um kit alimentação, no valor de R$ 80,00, o que inclui sanduíches, água mineral, isotônico, frutas e cereais, entregue no hotel do atleta no dia anterior ao evento. ?É um produto que desenvolvemos junto com nutricionistas há três anos e que deu certo. Na última edição, foram 483 kits?, conta Vilmar Zunino, proprietário da empresa.
José Eduardo Zdanowicz, coordenador na equipe Paquetá Esportes Asics Faccat, começa a organização logística para competir no Volta à Ilha assim que a edição anterior termina. ?O orçamento com todos os gastos de um ano é de aproximadamente R$ 20 mil. Desse valor, 30% gastamos em dois dias de evento em Santa Catarina?, explica Zdanowicz. A equipe se desloca com uma van de Porto Alegre até Florianópolis, mas aluga outro veículo para ter mais agilidade na hora da prova. ?A única coisa que levamos é água e isotônico, o resto da alimentação dos noves atletas compramos em Florianópolis. A Amplestur trabalha neste ano com 19 hotéis, dos quais sete estão com os apartamentos duplos e triplos lotados. ?As vendas iniciam em outubro do ano anterior e correspondem a 60% do movimento durante o mês de abril?, calcula Zunino.

O 17º Revezamento Volta à Ilha Asics será no dia 14 de abril, mas para a maioria dos 3.700 atletas a competição já começou. Aos que buscam um lugar no pódio entre as equipes de elite, a preparação exige muita dedicação, disciplina e um treinamento específico no mês que antecede o evento, sem esquecer dos cuidados médicos para evitar lesões. O Volta à Ilha 2012 será realizado em Florianópolis, onde 400 equipes, formadas por profissionais e amantes de corrida, irão competir por 140 km, cruzando praias, trilhas, asfalto e morros. Os primeiros corredores largam a partir das 4h15 e os atletas de elite, às 7h30.

O desafio é grande e o ritmo precisa ser de atleta. Marcos Capistrano, 33, é atleta profissional e foi campeão geral ano passado com a equipe Beckhauser Malhas. Com média de 3,28 min/km, os oito integrantes concluíram a prova em 8h 55mim. “Desde o ano passado, estamos pensando e nos preparando para o Volta à Ilha. Agora, com a aproximação do evento e os trechos de cada atleta definidos, podemos realizar treinamentos específicos”, explica Capistrano sem revelar os trechos que irá correr.

Formada por atletas de diferentes cidades, a equipe não treina junta todos os dias. Às 7 horas , Capistrano acorda, toma café da manhã e uma hora depois já está literalmente com os pés na estrada. São dois treinos, um pela manhã e outro à tarde, seis vezes por semana. Uma média de 25 km por dia e de um percurso inteiro do Volta à Ilha por semana. “Quem deve correr trechos mais longos e desgastantes busca intensificar questões como força e resistência nos treinamentos, enquanto outros tentam aprimorar a velocidade em trechos mais fáceis”, explica o atleta que também é treinador em Curitiba. “A competição é muito acirrada, são segundos que podem fazer a diferença”, avalia Capistrano reconhecendo a força dos adversários.

Não menos empolgados, mas com certeza em outro ritmo, estão os atletas que disputam a categoria participação. A engenheira elétrica Maira Cristina Osmari, 24, irá participar pela primeira vez da competição e já se prepara com foco no Volta à Ilha desde fevereiro. “Corro quatro vezes por semana com treinos alternados de 5 km e 10 km.” Maira deve realizar o trecho da praia da Daniela e já foi correr no local. “Por enquanto não estou preocupada, mas na hora acho que a adrenalina vai pegar”, conta ela.


Não é apenas colocar o tênis e sair correndo

Não importa se a categoria é participação ou é para valer, os cuidados com a saúde são essenciais para um desempenho melhor na prova. O ideal é realizar os treinamentos com um acompanhamento profissional para evitar desgastes excessivos. “Toda a atividade esportiva gera algum tipo de stress, físico ou mental, que senão cuidado pode gerar lesões”, alerta o fisioterapeuta Wagner Haun. “O autotratamento para amenizar uma dor ou alguma inflamação pode esconder algo mais grave que deveria ser corrigido, e não escondido.”

Os atletas mais experientes e profissionais têm mais atenção às questões de saúde e geralmente mantém um acompanhamento constante de seus corpos. Já os iniciantes têm que ter cuidados que começam desde o jeito correto para correr. “Há um movimento mecânico adequado para a corrida que deve ser adaptado a cada um para não salientar lesões”, explica Haun. “Claro que um tênis de qualidade é muito importante, mas é preciso correr adequadamente para não ter problemas.” 


Solidariedade

A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade. 


Confraternização

Nos dias 12 e 13 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS. Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/.


Volta à Ilha ASICS acumula prêmios

A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país. 



Patrícia Pinheiro

Assessora de Comunicação - SC 51011-JP
Telefone: (48) 9656-2033
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Texto: Erich Casagrande   

 

 

Last Updated on Wednesday, 28 March 2012 23:32
   

Volta à Ilha ASICS 2012 mantém o espírito da competição e traz novidades

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Ainda será noite quando os primeiros atletas integrantes das 400 equipes que participam
do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS iniciarem a conquista dos 140 km de percurso
em torno da Ilha de Santa Catarina. Com largada definida a partir das 4h15 do dia 14 de
abril, a competição esse ano apresenta novidades no percurso. Dividido em 19 seções,
tem mais trilhas, morros e até uma travessia de barco. Ao todo, serão 3.700 corredores
que, além de competir, irão desbravar os limites de algumas das mais belas paisagens de
Florianópolis, como Praia Brava, Jurerê Internacional, Santinho, Joaquina e Campeche.
Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha ASICS é a primeira corrida por equipes de
longo percurso do Brasil. “A essência do evento é a interação entre os grupos de
competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de
tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, afirma Carlos Duarte,
idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos.
Após 17 anos, a competição se consolidou no calendário nacional. “Hoje, a corrida é
uma das mais procuradas no país. Como temos número limitado de participantes e uma
grande procura de equipes ou atletas, precisamos fazer sorteio de parte das vagas. Outra
parte das vagas são reservadas àqueles que participaram 6 anos ou mais, ou venceram
na categoria em alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior ”, conta Duarte.
O Revezamento Volta à Ilha ASICS consegue agregar atletas com diferentes perfis de
preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das
categorias. Na categoria participação, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima
de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Entre as
oito categorias disponíveis, a grande dificuldade recai nas pernas e esforço de quem
compete em dupla, pois dois atletas enfrentarão o desafio de dar uma volta inteira na
Ilha de Santa Catarina. Mas a maior expectativa do público é, com certeza, acompanhar
o percurso e chegada das equipes de elite, que se preparam arduamente para a prova.
“Só para se ter uma ideia, os grupos que não têm tanta preparação costumam largar
durante a madrugada de sábado e completar o percurso no início da noite. Já os atletas
de elite, largam às 7h30 e cruzam a chegada por volta das 15h30, 16h. É preciso ter um
ritmo acelerado para concluir a prova em cerca de 9h”, conta o organizador do evento.
Realizado anualmente, a corrida teve seu percurso variado entre 155 km e 150 km para
completar o contorno da Ilha de Santa Catarina. Este ano, embora 10 km menor que o
habitual, o revezamento ganhou em dificuldade e emoção em alguns trechos. Além do
tradicional Morro do Sertão, onde a estrada é de chão batido e o desafio tem 250 metros
de altitude com subida e decida íngremes, esta edição apresenta algumas novidades,
como a travessia de barco entre o Sambaqui e a praia da Daniela, que ocorrerá dentro da
seção 4 sem cronometragem de tempo. Também há dois novos trechos de trilha que exigirá bastante dos competidores, um ao final da seção 7 (com uma subida de 180
metros de altitude em trilha) e outro no início da seção 8.
Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta
para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no
bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63
velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda
um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.
Confraternização
Nos dias 12 e 13 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos
esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a
entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS.
Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entre
atletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no
Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento
Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou o
troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009,
ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por
outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu,
em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no
segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a
prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Ainda será noite quando os primeiros atletas integrantes das 400 equipes que participam do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS iniciarem a conquista dos 140 km de percurso em torno da Ilha de Santa Catarina. Com largada definida a partir das 4h15 do dia 14 de abril, a competição esse ano apresenta novidades no percurso. Dividido em 19 seções, tem mais trilhas, morros e até uma travessia de barco. Ao todo, serão 3.700 corredoresque, além de competir, irão desbravar os limites de algumas das mais belas paisagens de Florianópolis, como Praia Brava, Jurerê Internacional, Santinho, Joaquina e Campeche.

Criada em 1996, o Revezamento Volta à Ilha ASICS é a primeira corrida por equipes de longo percurso do Brasil. “A essência do evento é a interação entre os grupos de competidores durante todo o dia. São momentos muito intensos em um curto espaço de tempo, e tudo associado à beleza da capital catarinense”, afirma Carlos Duarte, idealizador da prova e diretor-presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos. 

Após 17 anos, a competição se consolidou no calendário nacional. “Hoje, a corrida é uma das mais procuradas no país. Como temos número limitado de participantes e umagrande procura de equipes ou atletas, precisamos fazer sorteio de parte das vagas. Outra parte das vagas são reservadas àqueles que participaram 6 anos ou mais, ou venceram na categoria em alguma das provas da Eco Floripa no ano anterior ”, conta Duarte.

O Revezamento Volta à Ilha ASICS consegue agregar atletas com diferentes perfis de preparos físicos, devido ao número de competidores por equipe e a diversificação das categorias. Na categoria participação, podem concorrer até 12 atletas com idade mínima de 12 anos, enquanto na veterana são oito integrantes com mais de 50 anos. Entre as oito categorias disponíveis, a grande dificuldade recai nas pernas e esforço de quem compete em dupla, pois dois atletas enfrentarão o desafio de dar uma volta inteira na Ilha de Santa Catarina. Mas a maior expectativa do público é, com certeza, acompanhar o percurso e chegada das equipes de elite, que se preparam arduamente para a prova. “Só para se ter uma ideia, os grupos que não têm tanta preparação costumam largar durante a madrugada de sábado e completar o percurso no início da noite. Já os atletas de elite, largam às 7h30 e cruzam a chegada por volta das 15h30, 16h. É preciso ter um ritmo acelerado para concluir a prova em cerca de 9h”, conta o organizador do evento.

Realizado anualmente, a corrida teve seu percurso variado entre 155 km e 150 km para completar o contorno da Ilha de Santa Catarina. Este ano, embora 10 km menor que o habitual, o revezamento ganhou em dificuldade e emoção em alguns trechos. Além do tradicional Morro do Sertão, onde a estrada é de chão batido e o desafio tem 250 metros de altitude com subida e decida íngremes, esta edição apresenta algumas novidades,como a travessia de barco entre o Sambaqui e a praia da Daniela, que ocorrerá dentro da seção 4 sem cronometragem de tempo. Também há dois novos trechos de trilha que exigirá bastante dos competidores, um ao final da seção 7 (com uma subida de 180metros de altitude em trilha) e outro no início da seção 8.

Solidariedade
A Eco Floripa Eventos Esportivos irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para a Sociedade Espírita de Recuperação, Trabalho e Educação - Serte, localizada no bairro Cachoeira do Bom Jesus, em Florianópolis. Atualmente, a Serte atende a 63 velhinhos no Lar Irmão Erasto e a 25 crianças no Lar Seara da Esperança. Tem ainda um educandário, o Lar de Jesus, para 120 alunos da comunidade.

Confraternização
Nos dias 12 e 13 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No mesmo local, dia 15 de abril, às 9h30, haverá a entrega de premiação aos atletas vencedores do 17° Revezamento Volta à Ilha ASICS.Esses dois momentos serão mais uma forma de integração e confraternização entreatletas, familiares e convidados. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/.

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios
A mais recente edição da Revista Viagens e Turismo, de 2012, premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS como a 5ª melhor corrida do mundo. A Revista O2 entregou otroféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil”, nos anos de 2007, 2008 e 2009, ao organizador da prova, Carlos Duarte. Esse reconhecimento foi destacado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Patrícia Pinheiro
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Last Updated on Wednesday, 28 March 2012 15:30
   

Equipe catarinense vence o Volta à Ilha ASICS

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A Beckhauser Malhas, equipe de Tubarão (SC), foi a grande campeã da 16a edição do Revezamento Volta à Ilha ASICS, realizada neste sábado (30), em Florianópolis. A equipe largou às 7h15 e completou a prova em 8h55min49s, finalizando o percurso de 150 Km, que dá a volta na Ilha de Santa Catarina. Foi com muita emoção que os nove integrantes da Beckhauser Malhas venceram a equipe gaúcha, Paquetá Esportes, pentacampeã da prova.

 

Segundo um dos integrantes do grupo, Matheus Soares Trindade, a prova foi difícil, como em todos os anos, mas o clima estava melhor do que na edição anterior, o que contribuiu para o resultado. “No Volta à Ilha ASICS é superação atrás de superação. Ano passado não vencemos por pouco, mas em 2012 voltaremos com o prestígio de sermos favoritos”, entusiasmou-se Matheus.

 

A Paquetá Esportes, de Porto Alegre (RS), era a favorita na prova, mas demorou 11min45s a mais que a Beckhauser para completar o percurso, que abrange 22 pontos turísticos da capital catarinense. Tauro Bonorino, integrante da equipe, confessou certa frustração, mas provocou dizendo que, em 2012, somente a equipe gaúcha poderá ser hexacampeã. “Perder faz parte, mas estamos assimilando com a derrota coisas diferentes das que aprendemos com a vitória”, afirma ele.

 

Para o organizador da prova, professor Carlos Duarte, mais uma vez o Volta à Ilha ASICS foi um sucesso. “Estamos muito felizes. Este ano a competição foi mais tranquila, acredito que pelas condições climáticas mais favoráveis. O sol ajudou os corredores a aproveitar mais o percurso e tudo fluiu melhor”, conta Carlos.

 

O Volta à Ilha ASICS, além de reunir 3.600 atletas e cerca de 400 pessoas que trabalharam no dia da prova, também atraiu curiosos e fanáticos pelo esporte, como a aposentada Sônia Moreira. A senhora de Curitiba, que mora há três meses em Florianópolis, revelou que estava desde às 11h esperando para ver os corredores cruzarem a linha de chegada. “Gostaria de participar do Volta à Ilha. Eu já caminhava em Curitiba e, agora, ando todos os dias na Beira-mar. Estou muito emocionada com a competição e a estrutura. Adoro esse esporte”, concluiu ela.

 

A primeira bateria das equipes saiu às 4h da madrugada e a última às 7h30, todas elas do trapiche da Av. Beira-mar Norte. Após a chegada, todos os atletas receberam medalhas de participação. Neste domingo (25), às 9h30, no Hotel Majestic, será a premiação da prova.

   

16a edição do Volta à Ilha ASICS premia campeões neste domingo

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O 16° Revezamento Volta à Ilha ASICS premiou seus campeões neste domingo (1°/5), em uma cerimônia realizada pela manhã, no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam troféus, medalhas e brindes do patrocinador. As demais equipes ganharam medalhas e camisetas do evento. A campeã geral foi a catarinense Beckhauser Malhas, de Tubarão, que bateu a penta-campeã de Porto Alegre, Paquetá Esportes, com o tempo de 8h55min49s.

 

Nas duplas, mais uma vez quem levou a melhor foi a Assessoria André Villarinho ASICS, de Goiânia. O vaqueiro Sinei Mendanha e o pedreiro Cleiser Santos completaram os 150 Km em 10h56min42s. Segundo Cleiser, eles não esperavam o calor que fez no sábado (30), o que dificultou um pouco alguns trajetos. “A gente se surpreendeu com o clima quente nessa época aqui no Sul, que fez os trechos de morro e areia ficarem mais difíceis”, revelou o atleta. De acordo com o coordenador da equipe, André Villarinho, os treze primeiros trechos foram muitos puxados. “Essa dupla não gosta de correr atrás e por isso apertou o ritmo. O desgaste foi maior”, contou André.

 

Nas outras categorias, os vencedores foram os seguintes: na Aberta, a Paquetá Esportes/ASICS, de Porto Alegre, com o tempo de 9h07min34s; na Aberta Mista, a Tribus Adventure I, do Rio de Janeiro, em 11h00min50s; na Veterana Mista, a Tribus Running/Paquetá, de Novo Hamburgo, após 10h15min26s; na Veterana 40, deu a Via Brasil Konsolle, de Pouso Alegre, em 10h14min08s; e na Veterana 50, quem levou a melhor foi a Chão de Aterro, do Rio de Janeiro, com o tempo de 11h14min45s.

 

Segundo o professor Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, o evento tem superado as expectativas a cada ano. “O Volta à Ilha ASICS traz muitos benefícios à capital catarinense. É possível perceber um aumento no movimento do setor hoteleiro e turístico, por exemplo, e a procura é cada vez maior para participar da competição. Nesta edição, mais de duas mil pessoas tiveram que ficar de fora”, explicou Carlos.

 

As 390 equipes do 16º Revezamento Volta à Ilha ASICS percorreram 150 Km de Florianópolis, no último sábado (30), passando por 22 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem mata, areia fofa de praia, duna, chão batido, asfalto, calçamento, aclives e declives. O percurso reuniu as mais belas paisagens de Florianópolis, como Jurerê Internacional, Forte de São José, Cachoeira do Bom Jesus, Praia Brava, Ingleses, Santinho, Moçambique, Rio Vermelho, Joaquina, Campeche, Armação, Açores e Ribeirão da Ilha.

 

Solidariedade e confraternização

A Eco Floripa irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para o Lar Recanto da Esperança, localizado no Rio Vermelho, em Florianópolis, com o objetivo de ajudar as comunidades carentes locais.

 

 

Patrícia Pinheiro
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Inclusão social no Volta à Ilha ASICS

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Os 150 Km do percurso do Revezamento Volta à Ilha ASICS 2011 serão palco de integração entre cerca de 3.600 atletas inscritos para a prova, que será realizada no dia 30 de abril, em Florianópolis. Para Guilherme Linck dos Santos, de 27 anos, a tradicional corrida pedestre, que irá dar a volta na Ilha de Florianópolis, também será mais um exemplo de inclusão social. Ele tem Síndrome de Down, faz parte da Kautzmann Equipe de Corrida e irá correr o sétimo trecho, de 3,3 quilômetros, que inicia no Forte São José e segue pela praia de Jurerê.

Guilherme começou a correr há seis anos, quando integrou a equipe Kautzmann. Há aproximadamente 10 anos, em uma academia de Porto Alegre, ele conheceu o treinador Artur Kautzmann Filho, de 34 anos, que se tornou instrutor de musculação dele. “Correr me faz sentir melhor, ainda mais porque conto com o apoio da minha família e o incentivo da equipe”, revela o rapaz. Atualmente, Guilherme e Artur integram a mesma equipe de corrida, formada também por outros dez homens, de 25 a 35 anos, que irá participar do Volta à Ilha pela 5ª vez. “Competir ao lado de uma pessoa com Síndrome de Down é uma experiência de honra. O lema é: o que eu posso fazer, ele também pode. Vejo a pessoa com síndrome, que é dedicada ao exercício, como vencedora”, afirma Kautzmann, coordenador da equipe.

O maior incentivo de Guilherme para a corrida veio da família, da qual a mãe é a grande mentora. O pai é corredor de grandes provas nacionais e internacionais e a irmã também corre provas importantes. O jovem correu o Volta à Ilha há três anos e só não participou de edições posteriores, porque esteve, nas vésperas das provas, com problemas de saúde, que podem acometer qualquer pessoa. Guilherme treina três vezes por semana. Duas vezes na academia, em esteira, e uma vez na pista, com a equipe. Além disso, ele faz musculação duas vezes por semana.

A corrida e a Síndrome

“O Guilherme tem grande expectativa acerca de eventos como a Volta à Ilha ASICS. Ele fica muito feliz em estar convivendo em equipe e gosta de se sentir querido pelos que o rodeiam”, afirma Kautzmann. Segundo o treinador, o garoto não tem características competitivas, mas participativas, que advém da sua participação influente em um grupo de escotismo, no qual tem a função de chefe. Guilherme escolheu a corrida em função da influência que seu pai e sua irmã exerceram sobre a família toda. Ele conheceu a prova por meio do pai dele e do treinador, Artur.

Artur Kautzmann acredita que os benefícios da corrida para portadores da Síndrome de Down vão além da inclusão social. “Os benefícios são, principalmente, cardiovasculares e psicológicos, além de sociológicos”, diz. De acordo com o Centro de Estudos e Pesquisas Clínicas de São Paulo, a expectativa de vida de pessoas com Síndrome de Down fica entre 50 e 60 anos e prática de exercícios físicos regulares só ajuda nesse fator.

Patrícia Pinheiro
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Volta à Ilha ASICS revela exemplo de empresa familiar bem sucedida

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A realização da 16ª edição do Revezamento Volta à Ilha ASICS, que já é obrigatoriedade para fãs de corridas de rua, expõe uma tendência da economia de países industrializados e emergentes: as empresas familiares. Dentro desse contexto, foi criada há 10 anos, por profissionais da Educação Física, a Eco Floripa Eventos Esportivos. “Além de mim, a empresa é composta também pela minha sobrinha Luanda Duarte e por minha esposa Maria de Fátima Duarte, que também colabora com várias atividades”, conta o diretor-presidente da empresa, professor Carlos Duarte.

Em 2011, o Volta à Ilha ASICS contará com 3.600 corredores, que serão divididos em 390 equipes, no dia 30 de abril, em Florianópolis. Contudo, a competição, que a cada ano reúne mais atletas e recebe reconhecimento de diversas revistas do setor, como Revista O2, Mens´s Health e Running Brasil, não é o único evento de sucesso que a Eco Floripa realiza. Atualmente, também estão nessa lista mais três grandes provas: DesaFrio Urubici , Revezamento de São Francisco do Sul e Desafio Praias e Trilhas. “Nossa relação profissional é muito boa, pois há confiança e isso reflete na empresa. Além disso, os atletas recebem e sentem um tratamento familiar nos eventos organizados pela Eco Floripa”, afirma Duarte.

Negócio de família
A equipe que dirige a Eco Floripa tem boa experiência em corridas pedestres, e dirigiu, por vários anos, a Associação de Corredores de Rua de Florianópolis (Corpolis). Com base nesse conhecimento, ela presta consultoria a outras empresas, na execução de provas como meia-maratonas, maratonas e provas integradas.
A família Duarte também é unida fora dos negócios. Há 12 anos, com a equipe “Os Duartes”, eles participam do Volta à Ilha ASICS. “No dia da prova recebemos mais 15 pessoas da família. Algumas vêm para completar a equipe na categoria Participação e outras para ajudar na competição”, revela Carlos Duarte.

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Last Updated on Thursday, 21 April 2011 10:17
   

Tradicional Volta à Ilha ASICS reúne 3.600 corredores em 2011

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16º Revezamento Volta à Ilha ASICS - 150KM
30/04/2011

 Dar a volta completa na Ilha de Florianópolis é a meta dos 3.600 atletas que participarão da 16a edição do Revezamento Volta à Ilha ASICS, evento de corrida pedestre que já é tradição no calendário dos fanáticos pelo esporte. A largada para o percurso de 150 Km será dada no dia 30 de abril, a partir das 4h, no trapiche da avenida Beira-mar Norte. “O Revezamento Volta à Ilha foi a primeira prova do gênero no Brasil. Devido às belezas do percurso, ao estudo detalhado dele e à boa organização desde a primeira edição, esse é o evento de corrida mais admirado e disputado do país”, afirma o organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, professor Carlos Duarte.

 O Volta à Ilha foi criado em 1996 e é realizado, anualmente, pela Eco Floripa. A prova tem um perfil inclusivo, pois permite que corredores de diferentes níveis de condicionamento físico possam participar. O trajeto compreende vários tipos de terrenos: mata, areia fofa de praia, duna, chão batido, asfalto, calçamento, aclives e declives. Além disso, o percurso reúne as mais belas paisagens de Florianópolis, como Jurerê Internacional, Forte de São José, Cachoeira do Bom Jesus, Praia Brava, Ingleses, Santinho, Moçambique, Rio Vermelho, Joaquina, Campeche, Armação, Açores e Ribeirão da Ilha.

 A largada começará às 4h e ocorrerá até às 7h30, sendo que, a cada 15 minutos, 30 equipes começarão a suar a camisa. O trecho mais temido da competição é o do Morro do Sertão do Peri, na Seção 19 (Sul da Ilha), quase no final da prova. Lá o terreno é de chão batido, com uma subida íngreme que atinge 250 metros de altitude. No dia, cerca de 400 pessoas trabalharão no evento, sendo que o maior grupo é composto por professores e alunos de Educação Física. A organização também contará com médicos, socorristas e Polícia Militar.

Reconhecimento e tradição

Com o passar dos anos, o Revezamento Volta à Ilha ASICS foi se profissionalizando e tornando-se cada vez mais organizado e atrativo. Em 1996, eram 22 equipes. Já nesta edição, estão inscritas 390. Elas estão divididas em oito categorias, podendo participar atletas a partir de 12 anos. No percurso, haverá 22 pontos de encontro (pontos de troca), onde os corredores irão se revezar. Os trechos variam de 3 a 15 km e o grau de dificuldade vai de fácil a muito difícil. O encerramento da competição será às 20h15, também no trapiche da avenida Beira Mar-norte.

 Nesta edição, mais uma vez a Paquetá Sports ASICS, de Porto Alegre, que foi campeã nos últimos cinco anos, é a equipe favorita. Mas a disputa não deve ser fácil, pois a segunda colocada do ano passado, Beckhauser Malhas, de Tubarão, promete aumentar o nível da competição. Aproximadamente 350 grupos não conseguiram vaga para a 16a edição do Volta à Ilha ASICS, que reúne equipes de 11 estados brasileiros, três da Argentina, além de competidores estrangeiros.

 

Volta à Ilha ASICS acumula prêmios

A Revista O2 premiou o Revezamento Volta à Ilha ASICS com o troféu de “Evento de corrida mais admirado do Brasil” nos anos de 2007, 2008 e 2009, reconhecimento observado também por outras importantes revistas especializadas do ramo. A Revista Mens´s Health a elegeu, em 2007, como a “Melhor Corrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram a prova como o “Melhor Evento de Aventura” do país.

Solidariedade e confraternização

A Eco Floripa irá doar parte do valor da inscrição de cada atleta para o Lar Recanto da Esperança, localizado no Rio Vermelho, em Florianópolis, com o objetivo de ajudar as comunidades carentes locais. Nos dias 28 e 29 de abril, será realizada uma feira de exposições e venda de artigos esportivos, no Majestic Palace Hotel. No dia 28, a feira será realizada das 14 às 19h. No segundo dia, das 10 às 21h. Mais informações sobre o evento podem ser obtidas no site http://www.ecofloripa.com.br/voltailha/.

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Last Updated on Thursday, 31 March 2011 18:45
   

Campeões do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS são premiados neste domingo

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Os atletas vencedores do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS foram premiados na manhã deste domingo, dia 25, em cerimônia realizada no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam meias, troféus e medalhas. As demais equipes receberam medalhas e camisetas do evento.

O campeão geral foi a equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que venceu a prova pela quinta vez consecutiva, com o tempo de 8h36min06. “Conseguimos manter o excelente nível, mesmo tendo que trocar alguns atletas em relação ao ano passado, devido a lesões”, diz Tauro Bonorino, membro do time. Ele afirma que a maior dificuldade foi na praia do Campeche, onde, devido à chuva, teve que escolher entre correr na areia fofa ou na parte de baixo, com a água nas canelas. “Tirei uma mão cheia de areia de dentro da meia ensopada ao completar o trecho”, conta. 

Nas duplas, quem levou a melhor foi a Assessoria André Villarinho Asics, de Goiânia. O vaqueiro Sinei Mendanha e o pedreiro Cleiser Santos completaram os 150 quilômetros em 10h55min56. Sinei, que participou pela primeira vez do Revezamento Volta à Ilha ASICS, comenta que se impressionou com a força do vento na praia da Joaquina. “Foi bom mesmo, super difícil. A chuva dificultou os terrenos, mas deu uma refrescada”, completa Cleiser, que havia vencido a prova no ano passado, com outra parceria.

Na categoria Feminina, o Clube da Endorfina Olympikus conquistou o bicampeonato. As meninas de Porto Alegre levaram 11h22min34 para cumprir o percurso e, contrariando os adeptos da teoria do sexo frágil, não deram muita bola para a chuva. “Ano passado, o temporal foi bem pior”, afirma Rosana Nunes, integrante da equipe. “E ganhar a primeira vez foi maravilhoso, mas a segunda é ainda melhor, não tem nem como descrever”, conta Elenir Stroppel, outra vencedora do grupo.

Nas outras categorias, os vencedores foram os seguintes: na Aberta, a Beckhauser Malhas, de Tubarão, com o tempo de 8h47min06; na Aberta Mista, a Comiran & Cia, de Curitiba, em 9h47min31; na Veterana Mista, a Amigos do Bosque Maia, de Guarulhos, após 10h51min33; na Veterana 40, deu a Relovoux, de Curitiba, em 10h00min36; e na Veterana 50, quem levou a melhor foi a Chão do Aterro, do Rio de Janeiro, com o tempo de 12h03min12.

Segundo Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, a premiação não envolve quantias em dinheiro por ser uma corrida de confraternização. “O importante é o encontro dos atletas e a participação deles nesta prova que pretende mostrar as belezas naturais da nossa ilha, focando ainda o respeito ao meio ambiente”, explica.

Os participantes do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS percorreram 150 quilômetros de Florianópolis no último sábado, dia 24, passando por mais de 20 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem praias, trilhas e asfalto.

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Last Updated on Monday, 17 May 2010 14:59
   

Equipe gaúcha leva o penta no 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS

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Depois da largada do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, na manhã deste sábado, dia 24, em Florianópolis, os 3.500 corredores, divididos em 385 equipes, enfrentaram uma forte chuva durante os 150 quilômetros da disputa. Trechos alagados, lama e ressacas marinhas marcaram todas as etapas da prova. Contudo, nada disso segurou a determinação da equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que faturou o pentacampeonato. O octeto completou a prova em 8h36min06. 

Comemorada com muita festa na linha de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, a vitória da equipe Paquetá Esportes Asics simboliza a sintonia entre o atletismo e a saúde, visando a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, de acordo com Eduardo Zdanowicv, coordenador do grupo. “O evento está melhor a cada ano, aumentando sua visibilidade e reforçando o crescimento das corridas no Brasil, e nós ficamos felizes de fazer parte dessa história com cinco títulos”, afirma Zdanowicv.
A competição, realizada durante todo o sábado, incluiu 20 pontos turísticos da Capital, entre praias, trilhas e asfalto. Segundo o professor Carlos Duarte, organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, a chuva fez com que a temperatura ficasse agradável, o que é um ponto positivo para os atletas. “Porém, a maré encheu e isso dificultou bastante as coisas para os participantes. Mas quem corre o Revezamento Volta à Ilha ASICS gosta desses desafios, sem falar no clima de amizade, de confraternização por meio do esporte e o respeito ao meio ambiente”, diz Duarte.

A primeira bateria das equipes saiu às 4 horas da madrugada e a última às 7h15min. Após a chegada, todos os participantes receberam medalhas de participação. Neste domingo, dia 25, às 9h30, no Hotel Majestic, acontecerá a premiação da prova. Os primeiros lugares de cada categoria receberão troféus, tênis e meias Asics.

Patrícia Pinheiro
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Last Updated on Monday, 17 May 2010 14:54
   

Os favoritos do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS

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O 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS tem o seu lado lúdico, através do contato direto com a natureza e da diversão saudável, mas muitos atletas vêm com espírito competitivo, buscando a vitória e a quebra de recordes. Entre as sete categorias, destacam-se algumas equipes que já colecionam troféus e correm atrás da superação de limites a cada edição da prova, que esse ano ocorrerá no dia 24 de abril, próximo sábado, com largada e chegada no trapiche da Avenida Beira-mar Norte, em Florianópolis.

 

A maior papa-títulos da história do Revezamento Volta à Ilha ASICS é a Paquetá Esportes/Asics, de Porto Alegre, que buscará o pentacampeonato na Categoria Aberta, a principal do evento. “Temos o hábito de já começar a preparação um ano antes, observando atletas e definindo estratégias”, explica o coordenador da equipe, Eduardo Zdanowicv. Na sexta-feira à noite, horas antes da prova, o grupo se reúne para um pequeno seminário e discussões de ideias, e também para concentrar pensamentos positivos. Quebrar o recorde da competição, estabelecido em 2002 pelo Exército Brasileiro em 8h22min50s, é considerado uma meta muito difícil, mas eles pretendem encaram esse desafio.

 

A dupla favorita para esta edição, a André Villarinho/ASICS, é composta por dois goianos: o pedreiro Cleiser Alves dos Santos e o vaqueiro Sinei Lucio Mendanha. Cleiser foi vencedor da categoria no ano passado, mas com uma parceria diferente. Ambos são treinados por André Villarinho. “O Sinei foi descoberto há três anos na fazenda em que trabalha. Ele acorda às 4 da manhã para iniciar a ordenha das 50 vacas do lugar e às 10h, começa seu treinamento”, conta André. “Após suas funções à tarde, ele ainda pedala por 45 minutos até a escola, onde estuda à noite”. O treinador pretende aliar a experiência de Cleiser no Revezamento Volta à Ilha ASICS ao talento natural de Sinei para conseguir um bom resultado. “Melhorar o tempo do ano passado já será um grande feito”, afirma.

 

Outro time que já tem um troféu na estante é o Projeto Mulher, de São Paulo. Campeãs em 2004, elas acham que a vitória não deve ser o objetivo principal em uma corrida como o Revezamento Volta à Ilha ASICS, mas sim a consequência de um trabalho bem feito. “Confiamos bastante na nossa força e formação e daremos nosso melhor, vencer é relativo”, diz a atleta e treinadora da equipe, Cristina de Carvalho. Ela lembra que a equipe foi pioneira na Categoria Feminina no evento.

 

No meio de toda essa disputa, ainda há tempo para se encantar com as paisagens de Florianópolis. André Villarinho conta uma curiosidade a respeito de seus atletas. “No ano passado, o Cleiser conheceu o mar e andou de avião pela primeira vez devido à prova”, conta o treinador. “Esse ano será a vez do Sinei estrear na areia e nas nuvens”, completa. Quem disse que competição e diversão não podem caminhar, ou melhor, correr lado a lado?

 

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Volta à Ilha ASICS: corrida fortalece a união de casais

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Correr é encurtar distâncias. No 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, que acontecerá no dia 24 de abril (sábado), em Florianópolis, não será diferente: 3.500 atletas darão o máximo para cumprir os 150 km no menor tempo possível. Para alguns deles, porém, essa expressão tem um significado especial, o fortalecimento da união. O engenheiro civil Bracial Lacerda, 47, e a tecnóloga odontológica Ana Maria Lacerda, 42, são casados, mas moram em cidades diferentes. Ele, em Florianópolis, e ela em São Paulo. Mas o pretexto que os dois encontraram para estarem sempre juntos foram as corridas de aventura.

 

Entre maratonas, meias e revezamentos, já são mais de 20 eventos em que colocaram, em todos os sentidos, o pé na estrada juntos. “As corridas são sempre momentos de descontração. Conhecemos novas cidades, pessoas, fazemos os passeios turísticos e participamos de festas com os outros atletas”, conta Lacerda. O casal é recebido por esses amigos em todos os estados brasileiros e, da mesma forma, os recebem em Florianópolis e São Paulo.

 

Em 2010, eles vão para a terceira participação no Revezamento Volta à Ilha ASICS e correrão por equipes diferentes. Não há rivalidade, no entanto. “Nem tem como. A Ana faz ultramaratonas, está muito melhor condicionada e tem um ritmo bem mais forte que e o meu”, diverte-se o maridão. Ele ainda diz que o que importa é o estímulo mútuo, que um torce para que o outro alcance seu objetivo pessoal dentro da prova e que ambos consideram que esse é o espírito dos verdadeiros atletas.

 

Bracial Lacerda e Ana Maria consideram as competições e a vida saudável como um fator fundamental para sua relação no casamento. “A corrida, além de trazer saúde e bem estar, proporciona uma melhora no convívio do casal”, afirma o engenheiro, “e não sei como seriam nossas vidas sem as corridas. Só sei que tanto eu como a Ana nos sentimos muito bem correndo, um com o outro e com os velhos e novos amigos que fazemos pelas estradas do Brasil”.

 

– Patrícia Pinheiro = (48) 8843.5699, e-mail This e-mail address is being protected from spambots. You need JavaScript enabled to view it

   

15º Revezamento Volta à Ilha ASICS atrai atletas quarentões

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Foi-se o tempo em que ter 40 anos era sinônimo de adormecer no sofá ao final do dia, assistindo TV. Os quarentões do século XXI estão calçando os tênis de corrida e deixando a preguiça de lado para pegar a estrada. No 15º RevezamentoVolta à Ilha ASICS, que reunirá mais de 3.500 corredores nas ruas, praias e trilhas de Florianópolis, no dia 24 de abrilsábado), cerca de 20% dos atletas têm mais de 40, e o mais curioso é que muitos deles começaram a treinar há pouco tempo. (

 

Fábio Lavratti, 41, professor de Logística na Capital catarinense, era adepto da musculação, com foco na hipertrofia, semdar muita atenção aos exercícios aeróbicos. Aproximando-se dos 40 anos, percebeu que essa postura não era a maispara a sua saúde. “Passei a treinar todos os dias com acompanhamento de um profissional, além de readequar minha alimentação”, afirma. Ele possui uma boa coleção de medalhas e troféus que mostram que a trocaesporte teve bons resultados, mas acredita que o principal foi o ganho em qualidade de vida. adequada de

 

Melhorar a qualidade de vida também era o objetivo inicial da dona-de-casa de Joinville, Ana Carla Gusmão, 40. Elaasma e, após uma cirurgia no nariz, resolveu calçar os tênis de corrida para melhorar a capacidade respiratória. Não foi estímulo o suficiente, porém. Uma situação triste acabou sendo um fator motivador. “Quando minha mãemuito abatida, com um sentimento muito ruim”, conta Ana Carla, “e foi quando encontrei uma válvula de escape nas corridas”. Logo ela estava fazendo parte de uma equipe, que em 2010 estreará no 15º Revezamento VoltaIlha ASICS. sofre de à faleceu, fiquei

 

o funcionário-público de Brasília, Marco Almeida, 40, reencontrou-se com uma antiga vocação. Ele trabalhou porcomo professor de Educação Física em colégios, mas acabou redirecionando a carreira. Contudo, o interesse por esportes nunca desapareceu e, nos últimos anos, passou a se dedicar às corridas de rua. “Tenho participado de diversas provas pelo Brasil e, assim, vou conhecendo novos lugares e pessoas”, diz, apontando mais uma vantagem do esporte. muitos anos

 

Marco é mais um estreante no 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, considerada por importantes revistas especializadas como a corrida mais admirada do Brasil. A Revista O2 premiou a Volta à Ilha com o troféu de “Evento de corrida maisnos anos de 2007, 2008 e 2009. A Revista Mens´s Health a elegeu em 2007 como a “MelhorCorrida do Brasil”, deixando a Corrida de São Silvestre no segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da RevistaRevezamento Volta à Ilha o “Melhor Evento de Aventura” do País. admirado do Brasil” Running Brasil consideraram o

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Campeões do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS são premiados neste domingo

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Os atletas vencedores do 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS foram premiados na manhã deste domingo, dia 25, em cerimônia realizada no Hotel Majestic, em Florianópolis. Os primeiros lugares de cada categoria receberam meias, troféus e medalhas. As demais equipes receberam medalhas e camisetas do evento.

 

O campeão geral foi a equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que venceu a prova pela quinta vez consecutiva, com o tempo de 8h36min06. “Conseguimos manter o excelente nível, mesmo tendo que trocar alguns atletas em relação ao ano passado, devido a lesões”, diz Tauro Bonorino, membro do time. Ele afirma que a maior dificuldade foi na praia do Campeche, onde, devido à chuva, teve que escolher entre correr na areia fofa ou na parte de baixo, com a água nas canelas. “Tirei uma mão cheia de areia de dentro da meia ensopada ao completar o trecho”, conta.

 

Nas duplas, quem levou a melhor foi a Assessoria André Villarinho Asics, de Goiânia. O vaqueiro Sinei Mendanha e o pedreiro Cleiser Santos completaram os 150 quilômetros em 10h55min56. Sinei, que participou pela primeira vez do Revezamento Volta à Ilha ASICS, comenta que se impressionou com a força do vento na praia da Joaquina. “Foi bom mesmo, super difícil. A chuva dificultou os terrenos, mas deu uma refrescada”, completa Cleiser, que havia vencido a prova no ano passado, com outra parceria.

 

Na categoria Feminina, o Clube da Endorfina Olympikus conquistou o bicampeonato. As meninas de Porto Alegre levaram 11h22min34 para cumprir o percurso e, contrariando os adeptos da teoria do sexo frágil, não deram muita bola para a chuva. “Ano passado, o temporal foi bem pior”, afirma Rosana Nunes, integrante da equipe. “E ganhar a primeira vez foi maravilhoso, mas a segunda é ainda melhor, não tem nem como descrever”, conta Elenir Stroppel, outra vencedora do grupo.

 

Nas outras categorias, os vencedores foram os seguintes: na Aberta, a Beckhauser Malhas, de Tubarão, com o tempo de 8h47min06; na Aberta Mista, a Comiran & Cia, de Curitiba, em 9h47min31; na Veterana Mista, a Amigos do Bosque Maia, de Guarulhos, após 10h51min33; na Veterana 40, deu a Relovoux, de Curitiba, em 10h00min36; e na Veterana 50, quem levou a melhor foi a Chão do Aterro, do Rio de Janeiro, com o tempo de 12h03min12.

 

Segundo Carlos Duarte, presidente da EcoFloripa Eventos Esportivos, empresa organizadora da prova, a premiação não envolve quantias em dinheiro por ser uma corrida de confraternização. “O importante é o encontro dos atletas e a participação deles nesta prova que pretende mostrar as belezas naturais da nossa ilha, focando ainda o respeito ao meio ambiente”, explica.

 

Os participantes do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS percorreram 150 quilômetros de Florianópolis no último sábado, dia 24, passando por mais de 20 pontos turísticos da Ilha, em trechos que incluem praias, trilhas e asfalto.

 

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Equipe gaúcha leva o penta no 15° Revezamento Volta à Ilha ASICS

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Depois da largada do 15º Revezamento Volta à Ilha ASICS, na manhã deste sábado, dia 24, em Florianópolis, os 3.500 corredores, divididos em 385 equipes, enfrentaram uma forte chuva durante os 150 quilômetros da disputa. Trechos alagados, lama e ressacas marinhas marcaram todas as etapas da prova. Contudo, nada disso segurou a determinação da equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, que faturou o pentacampeonato. O octeto completou a prova em 8h36min06.

 

Comemorada com muita festa na linha de chegada, no trapiche da avenida Beira-Mar Norte, a vitória da equipe Paquetá Esportes Asics simboliza a sintonia entre o atletismo e a saúde, visando a Olimpíada de 2016 no Rio de Janeiro, de acordo com Eduardo Zdanowicv, coordenador do grupo. “O evento está melhor a cada ano, aumentando sua visibilidade e reforçando o crescimento das corridas no Brasil, e nós ficamos felizes de fazer parte dessa história com cinco títulos”, afirma Zdanowicv.

 

A competição, realizada durante todo o sábado, incluiu 20 pontos turísticos da Capital, entre praias, trilhas e asfalto. Segundo o professor Carlos Duarte, organizador da prova e presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos, a chuva fez com que a temperatura ficasse agradável, o que é um ponto positivo para os atletas. “Porém, a maré encheu e isso dificultou bastante as coisas para os participantes. Mas quem corre o Revezamento Volta à Ilha ASICS gosta desses desafios, sem falar no clima de amizade, de confraternização por meio do esporte e o respeito ao meio ambiente”, diz Duarte.

 

A primeira bateria das equipes saiu às 4 horas da madrugada e a última às 7h15min. Após a chegada, todos os participantes receberam medalhas de participação. Neste domingo, dia 25, às 9h30, no Hotel Majestic, acontecerá a premiação da prova. Os primeiros lugares de cada categoria receberão troféus, tênis e meias Asics.

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